quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010
Nova Direcção da Juventude Monarquica de Lisboa
Presidente - Duarte Seabra Calado
Vice- Presidente - Francisco Franco de Sousa
Secretário - Pedro Rodrigues de Castro
Tesoureiro: Tomaz de Mello Breyner
Vogais: João Júlio Teixeira, Pedro Lira e Filipa Xavier
Vogais Suplentes: Mariana Guimarâes, Pedro Lopes Martins, Joana Bordalo, Catarina Mattos Correia
terça-feira, 29 de Dezembro de 2009
Precisamos de Ti
Os Inimigos da Monarquia
Começo pelo fim. A traição ou a subalternização se preferirem, do ideal monárquico e do objectivo da restauração do regime monárquico, às ideologias políticas, aos partidos políticos, aos poderosos, aos interesses e às vaidades. A história relata-nos inúmeros factos de traição que originaram as mais críticas entre todas as crises de nacionalidade. Também a história da Revolução Liberal e da Guerra Civil. Também a história do Regicídio e da implantação da República. Ainda toda a história da resistência monárquica da 1ª República e sobretudo a do Estado Novo. Não os vou agora repetir. Eles estão narrados em inúmeros documentos históricos e em inúmeros livros. Heróis á muito poucos, heróis houve muito poucos. O último herói monárquico e nacional, chamou-se Henrique Paiva Couceiro.A regra é outra…a generalidade dos homens são compráveis ou alienáveis. Mais facilmente aqueles que estão sempre nos bicos dos pés para ocuparem lugares de relevo. Também com facilidade aqueles que se assumem pela vaidade ou por desejo de protagonismo.Não tenho ilusões, não quero meter a cabeça debaixo da areia.Não tenho dúvidas que todo aquele que está numa Organização Monárquica com funções de responsabilidade, mas simultaneamente milita numa organização partidária, está mais sujeito a ser comprado, a ser influenciado, a ser controlado, do que um outro que tenha uma exclusiva dedicação a essa Organização ou Causa. Muitos até com inteligência e capacidade de adaptação ao momento actual, para lá entraram e lá estão, esperando por essas tentações partidárias, quando não já ao seu serviço. A permissividade ao controle, à influência, à dominância e aos argumentos de estímulos de natureza social e financeiros dos partidos políticos é assim, a mais fácil e objectiva forma da República combater a Monarquia. É o primeiro inimigo dos monárquicos.O segundo inimigo, também muito grave. A mentalidade dominante dos mais activos. Para eles ser monárquico é uma postura de elevação no seu estatuto social. Uma sobranceria, que os coloca num patamar de arrogância, que pura e simplesmente inibe, muitas vezes até pelo ridículo, a simpatia e aproximação dos humildes. Ainda muito grave, é o terceiro inimigo. A falta de cultura e de experiência política dos dirigentes monárquicos. A mensagem política é inconsistente, muitas vezes incoerente com o seu próprio ideal, as suas estratégias ou a sua ausência, não visa objectivos, as suas acções são inócuas, a sua actividade política não tem expressão. De tudo isto resulta o quarto inimigo dos monárquicos. Muito poucos acreditam na restauração do Regime Monárquico. Entre esses, são ainda muito menos, os que estão disponíveis para a luta. A dominância monárquica é de natureza sentimental, uma nostalgia. Os verdadeiros inimigos da monarquia não são os republicanos, são os próprios monárquicos. As críticas que tão frequentemente se ouvem à Republica, assumem assim um carácter de conforto para as consciências. Os discursos e as mensagens, quantas vezes irrealistas ou contraditórias, são entendidas, como uma forma de desculpabilização da ausência de convicção.Mas perante todos estes inimigos da monarquia, existe e começa a surgir, uma nova mentalidade, uma nova postura, uma mais forte convicção, uma nova geração de monárquicos.Estes estão conscientes que não podem pactuar com os inimigos. Estes sabem que é com o povo e estimulando o sentimento patriótico do povo, que crescerá a dinâmica da restauração do regime monárquico. Estes sabem que o discurso tem de ser coerente e consistente.Estes sabem que não podem ficar a conversar apenas entre eles e a olhar para o umbigo.Estes sabem que só pela coragem de enfrentar o dia e não agir pela calada da noite, se poderá ultrapassar a descrença e passar a Acreditar.Estes não querem estar em privado com o Rei, mas querem que o Rei venha até junto do povo. Pessoalmente, estou de alma e coração com estes últimos e nunca me peçam para lidar com os inimigos e deixar de os combater. Infelizmente há muitos, que são monárquicos ou se afirmam como tal, mas cuja postura, só favorece os republicanos e a actual Oligarquia partidária. E é muito mais fácil combater frontalmente um inimigo ou adversário que se assume como tal, do que aquele que está dissimulado, ou que por inconsciência, insegurança ou inconsistência, é um empecilho de uma luta ou um seu aliado.
José J. Lima Monteiro Andrade
Comunicado Oficial
Esclarecimento Publico
"A natureza do "Jornal Monárquico" que tem sido amplamente publicitado ao longo das últimas semanas: ao contrário da mensagem que alguns têm tentado passar (muitas vezes por simples desconhecimento), este "Jornal Monárquico" não é uma publicação oficial, tratando-se (muito provavelmente) de uma fraude patrocinada por grupos interessados na divisão dos monárquicos e no enfraquecimento da Causa Real. Assim sendo, apelemos a que divulguem esta informação e (por este e outro meios) procurem também contribuir para o esclarecimento desta questão." Publique-se: Nota Interna de Esclarecimento. ]
Deste modo, os Conjurados, não apoia, este mesmo meio de comunicação dito monárquico e realçamos mais uma vez o apoio ao único Rei de Portugal, SAR, Dom Duarte, Duque de Bragança.
Agradecíamos a todos os possíveis a divulgação deste comunicado!
Os Conjurados
terça-feira, 22 de Dezembro de 2009
Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Caros Seguidores, Amigos, Inimigos e Simpatizantes,
sábado, 19 de Dezembro de 2009
A dor de cotovelo do Dr. Louçã
Pedro Quartin Graça
O líder do BE, Francisco Louçã, manifestamente, acusou o “toque” e revela a maior dor de cotovelo por ver outros, que não os seus apaniguados, manifestarem-se na rua pelas ideias e os ideais que defendem. E vai daí botou discurso revelador do seu anti-monarquismo primário.
Louçã realmente não percebe. Não consegue entender como, em pleno séc. XXI, existem larguíssimos milhares de portugueses que discordam do “regime perfeito” que entende ser a República e defendeu hoje que aquela “é a única forma de democracia responsável” e o sistema político que “combate as desigualdades”, assinalando que apenas a “direita reaccionária” deseja regressar ao “atraso” da monarquia.
Discursando na Carregueira, no final de um almoço/comício de apoio à candidatura do BE no concelho da Chamusca, Louçã, inflamado, lançou ataques ao Governo PSD/CDS liderado por Durão Barroso por uma tentativa de alterar a Constituição para que as “futuras constituições pudessem ser ou republicanas ou monárquicas” e também à iniciativa de homenagem ao rei D.Carlos, organizada pela Causa Real – a quem chamou “pequeno grupo patusco” – no domingo à noite. “Hoje pela madrugada fora, um pequeno grupo patusco atrás de um milionário banqueiro [Paulo Teixeira Pinto, antigo administrador do BCP e presidente da Causa Real], que conduziu um dos maiores escândalos da criminalidade económica em Portugal, lá apareceu pelo Tejo a gritar as saudades da monarquia”, afirmou, referindo que “sobretudo na cultura mais reaccionária da direita”, ainda “há gente que reclama o regresso ao passado, o regresso ao atraso, à monarquia e à diferença”. Para o líder bloquista, o princípio republicano, “que é o princípio elementar da democracia, que é o que torna todos iguais, na República todos são iguais em deveres e direitos, é a força da República”. “República e democracia são uma e a mesma coisa”, advogou.
Vincando a sua ideia, Louçã estabeleceu uma oposição entre República e monarquia, considerando que esta última representa “o contrário” da primeira: “Na monarquia há súbditos, o poder não é eleito, o poder do chefe de Estado passa dentro da família, por linhagem familiar e não pela responsabilidade da escolha democrática e o país está dividido em duas classes, os soberanos que têm o poder e os súbditos que têm de obedecer aos soberanos, a monarquia é o contrário da democracia”. Falando para quase duas centenas de apoiantes, numa freguesia onde foi o segundo partido mais votado nas legislativas (com 18 por cento), o bloquista defendeu que a República “é a única forma de uma democracia responsável, em que todos estão em iguais em deveres e em direitos”.
“O grande combate pela República não é o que olha para trás, porque essa monarquia e essa arrogância está vencida para todo o sempre, agora é mero folclore dessa cultura reaccionária dos partidos da direita que ainda agitam de vez em quando a saudade do rei ou da corte ou da aristocracia ou dos privilégios. O que é preciso para a República é olhar para a frente, para o futuro, e ser mais exigente, ser mais republicana e ser mais democrática”, concluiu.
Todos aprendemos com os outros. E da reacção pública do totalitário Dr. Louçã recebemos a lição de que o caminho traçado está correcto e é aquele que deve ser trilhado no futuro. E olhe Dr. Louçã, não vale a pena mandar mais grupos de bloquistas travestidos de pseudo “anarcas” boicotar as manifestações monárquicas porque essa música já nos conhecemos.
UM REI, PARA OS REPUBLICANOS

Arq. Gonçalo Ribeiro Teles
Portugal atravessa um período crucial da sua existência. Os portugueses parecem terem perdido a razão de ser do nosso país como Nação, Estado e Pátria. Para isso, contribuíram, sem dúvida, o desconhecimento da sua história, pela grande maioria dos portugueses, e as dificuldades económicas e de subsistência de parte da população. O anúncio de quais dificuldades se resolveriam com a contribuição financeira vinda da U.E. tarda a resultar em beneficio dos mais necessitados, o que contribui para o desalento dos que esperavam essa ajuda com que um “maná” cáido do céu.
O tempo, no entanto, não pode ser de resignação mas sim de esperança porque ainda são muitos aqueles que acreditam, mesmo sem o traduzir em atitudes, na vontade inabalável do povo português em continuar a querer ser uma Nação e constituir um Estado que mantenha os laços de solidariedade com as muitas comunidades de portugueses e descendentes espalhadas pelo mundo. Da força e vontade do Estado Português depende o desenvolvimento da Lusofonia de que há a esperar um papel relevante na construção do futuro da Humanidade.
A decadência política e social, a dependência económica, a inoperância do Estado e das suas instituições, o pouco prestígio internacional, consentâneo com a real presença de Portugal no Mundo, têm conduzido à diluição gradual da soberania nacional e ao desconhecimento do nosso passado, o que tem contribuído para o desmembrar dos laços culturais e de solidariedade entre os povos que assumem no Mundo a língua e a cultura portuguesas.
A Instituição Real é um instrumento necessário à recuperação do prestígio do país, ao reconhecimento internacional da sua importância e ao reforço dos laços de solidariedade entre Portugal e os povos e comunidades lusófonas.
A restauração da Instituição Real só será possível através da formalização de um consenso nacional.
Os monárquicos são chamados, para se conseguir esse consenso, a travar um diálogo aberto e amigo com todos os Portugueses sobre a Instituição Real. Há que sair dos tradicionais colóquios voltados para dentro, e procurar o encontro com aqueles que, nos mais diversos campos políticos, também temem pela perda gradual da independência do nosso país e, consequentemente, pelo futuro das relações de Portugal com as comunidades portuguesas espalhadas pelo Mundo e com os novos Estatutos lusófonos.
A Instituição Real nasceu com Portugal e presidiu ao seu desenvolvimento e expansão com base numa aliança do Rei com o Povo. Hoje, a maioria dos portugueses esqueceram tal facto e, por isso, criticam o papel que a Instituição Real desempenhou na formação e desenvolvimento de Portugal. Falsos preconceitos vilipendiam ou mesmo ridicularizam a estatura humana Real e da Monarquia.
As razões que a seguir se apresentam a favor da Monarquia, são aquelas que melhor desmascaram os mais vulgares preconceitos sobre a realeza.
Rei e Liberdade
A Liberdade do rei, ao serviço de todos é uma referência que obriga ao reconhecimento de cada um. Por isso, o “servir o Rei” não é mais do que o reconhecimento do serviço que cada um deve prestar à comunidade.
Monarquia e Democracia
A monarquia moderna nos dias de hoje é indissociável da Democracia. A monarquia moderna apoia-se na Democracia e esta só se poderá desenvolver, com total participação dos cidadãos se tiver, como esteio permanente, a Instituição Real.
O governo depende do Parlamento que domina o poder legislativo. O Povo está representado no Parlamento através dos deputados eleitos para as sucessivas legislaturas, pronunciando-se apenasw no acto eleitoral ou se em situações críticas for chamado a pronunciar-se por referendo. Mas, por mais curtas que sejam as legislaturas, a vida política e social corre dia-a-dia. O elo permanente entre o Povo e o Parlamento terá que ser o Rei. Elo independente que permanece na sua função ao lado do Povo durante o tempo de cada legislatura.
Ao Rei compete a supremacia do poder, o que não significa que assuma o absolutismo ou retenha na sua mão a totalidade dos poderes mas, apenas nele reside o poder de, em seu nome e no do Povo, proferir a suprema palavra de Estado. Ele personaliza esse poder e exerce-o como representante da Dinastia, em nome do Povo, e não de qualquer estrato social, poder económico ou partido político, mesmo que maioritário. Deste facto resulta, por um lado, a fragilidade da monarquia perante os totalitarismos das maiorias que geram os ditadores mas, por outro, a sua grandeza, devido à independência, ao lado do Povo, face às contigências e conjunturas temporais da política e dos interesses económicos, sociais e ideológicos.
O rei, sem se ilegitimar, nunca poderá ser o chefe de facções, de movimentos sociais ou de interesses particulares, terá sempre que procurar o bem comum e defender a independência nacional, representando o que é transcendente na ordem política.
O rei simboliza a Nação, personaliza o Povo, na sua dimensão histórica. É, como Chefe de Estado, o defensor das minorias e o garante da continuidade da Nação e do seu futuro.
A continuidade dinástica garante a permanência do essencial para lá da morte.
Monarquia e República
A Instituição Real é ao longo da história, o regime que melhor serve a “res publica” contra a ambição dos interesses particulares, a arbitrariedade dos poderosos e o conluio de privilegiados. Negou-se a si própria sempre que permitiu a ditadura ou a oligarquia. Daí que, recentemente em Espanha, o Rei seja reconhecido pelos “republicanos” que o são por respeito à “res publica”, como seu rei. Assim o refere Philippe Nourry no titulo do seu livro: Juan Carlos. Un rey para los republicanos. Não há portanto, que distinguir uma ética republicana duma ética monárquica.
No sentido profundo dos dois termos não há antagonismo entre Monarquia e Res Publica, ma sim, entre um Chefe de Estado vindo da história, representante dos valores permanentes da comunidade e um Presidente dependente duma eleição periódica, proposta e sustentada por grupos de cidadãos, partidos e diferentes interesses legítimos ou não.
Portugal e o Mundo
Nos últimos tempos a posição do nosso país tem sido ultrapassada, nas instituições internacionais por outros países que nos estão próximos. A Espanha, geograficamente, e a Bélgica e a Holanda, em dimensão territorial e demográfica. Tal facto, resulta, em muito, do prestígio resultante da existência, nesses países, da “Coroa” como alto símbolo do Estado e garantia da continuidade duma presença e da estabilidade duma política.
A Nação Portuguesa e a presença da sua cultura no Mundo, através de povos e comunidades, não deve estar amputada da instituição que melhor prestigiar internacionalmente e servir como instrumento de presença cultural nas comunidades portuguesas e nos novos estados lusófonos.
Na realidade, somos um povo que tem uma língua, uma história e constitui um todo, uma Nação de que a dinastia faz parte como parte integrante essencial.
Sempre defendemos que a integração de Portugal na U.E. é necessária ao actual contexto internacional e para o desenvolvimento do nosso país. No entanto, há que continuar a defender intransigentemente a soberania de Portugal e a ampliar institucionalizar as relações com os Estados lusófonos e s comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.
Fonte: Boletim “Estrada Real”, n.º9-10, Ano 2001. Boletim da Causa Real
Mensagem de Paulo Teixeira Pinto
Hoje, hoje é o tempo.
Hoje é o ano.
Hoje é a noite do dia.
Hoje é a noite do dia em que resgatámos da terra e agora atiramos ao vento as palavras d’ El Rei D. Carlos sopradas ao mar: “Ir para diante”!
Sim, Senhor, cumpriremos o nosso dever cumprindo o vosso comando: – e iremos para diante!
Olhai Majestade o Vosso e nosso estandarte que de novo flutua no ar, assinalando com as suas cores sem mancha de sangue o advento do tempo novo!
Olhai Majestade, e convosco todos os Reis vossos antepassados e nossos antigos soberanos, e convosco todos os vossos descendentes e nossos futuros Reis, olhai todos Senhores, o Vosso povo aqui presente!
Olhai Senhores o Vosso povo de novo desperto, proclamando o tempo que vem.
Olhai de perto Senhores para os Vossos jovens – para estes jovens que desafiam o passado porque se sabem senhores do futuro.
Hoje começa o futuro.
Hoje, hoje é o tempo.
O tempo em que, outra vez, começamos a restaurar o ideal real feito real ideal.
Hoje é o ano.
Hoje é a noite do dia – do dia que se apresentou em madrugada de nevoeiro e agora se revela como noite iluminada de vésperas.
Hoje, hoje é a hora da hora!
É a hora!
Vamos para diante!
É a hora!
A Vossa hora – a nossa hora!
A hora de um princípio sem fim.
É a hora!
Vamos para diante!
E que viva o Rei!
E que viva Portugal!
«É uma tolice...»
Na maioria das opiniões Republicanas e mal fundamentas, acusam as Famílias Reais de exagerarem em gastos supérfluos, gastos pagos com dinheiros dos contribuentes, algo que supostamente não existe em República. Basta olhar actualmente para o nosso passado republicano e pensar na quantidade de exageros de reformas a Ex-Presidentes da República, que todos eles mantém guarda, e serviços pagos pela Casa Civil, mesmo não estando em exercício! Mas nada melhor que apontar os erros com certezas e números, fazendo uma comparação básica, com o nosso País vizinho, Espanha, tendo um regime Monárquico, e Portugal um regime Republicano: A Monarquia Espanhola, custa a cada espanhol, 0.19€, a Presidência da República Portuguesa custa a cada português 1.58€, o governo Espanhol transfere para a Casa Real 9 milhões de euros e o governo Português transfere para a Presidência da República 16 milhões de euros.
Não podendo esquecer, que a Casa Real Espanhola, tem maiores obrigações protocolares, mais residências a necessitar de constantes restauros, e mais supostas "desprezas". Com estes números, talvez fiquem por terra as acusações mal fundamentadas e demagógicas que as Monarquias são só luxo e exagero de gastos á custa do Povo, e que Briand em 1905 já sabia disso.
Agora pergunto; o que ainda nos falta para querermos sair disto?
quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
A liberdade do Rei … é também a nossa
O cenário governativo que o desenvolvimento da campanha eleitoral permite antecipar está longe de ser tranquilo. Teremos seguramente um parlamento fragmentado e incapaz de oferecer solidez a uma solução de governo. Estes são ingredientes suficientes para que o Chefe do Estado desempenhe um papel mais interventivo. Não afasto a hipótese de poderem (ou deverem) ser tomadas medidas de certo impacto e de eventual ruptura. Medidas de excepção que convocarão desconfianças de uns e protestos de outros. E, por certo, o clima de suspeita será potenciado pelas relações já não muito amistosas entre a presidência da república e certos meios governativos.
É neste ambiente de águas revoltas que melhor se percebe a vantagem que uma genuína independência apresenta face ao que me parece ser um mero reflexo formal dela. Por muito que ambicione a neutralidade, e a procure com afinco, o presidente da república é fruto do jogo partidário. Emerge dessas refregas e é esse o seu pecado original. Ainda que se empenhe em encontrar soluções imparciais, e mesmo que do ponto de vista objectivo elas sejam de facto imparciais, a marca da origem partidária lá está, como mácula que impede que as suas decisões sejam acatadas por todos sem quaisquer reservas mentais. Sempre haverá quem veja na decisão um frete aos amigos de sempre ou uma traição. Não é preciso esgotar o nosso capital de imaginação para prever situações de conflito. Pense-se, desde logo, no convite para formar governo.
Ora, o Rei, por não provir dos partidos, não terá necessidade de saciar as clientelas que à sombra deles descansam. É esta, sem dúvida, a mais evidente vantagem da Instituição Real face ao sistema republicano. É uma vantagem genética. De origem. De proveniência. O Rei faz do supra partidarismo muito mais do que a sua essência a sua razão de ser. E essa confortável posição, que nem sequer carece de demonstração, confere-lhe uma legitimidade incontroversa. Um trunfo agregador capaz de mobilizar a comunidade para aquilo que entende ser o bem comum. O Rei até pode errar. O erro não será monopólio dos republicanos. Contudo, nunca terá a tentação de favorecer uns em detrimento de outros. Nunca terá o censurável desejo de agradar, hoje, a quem permitirá que ele volte a ser o Chefe de Estado amanhã.
Antecipo, como já referi, tempos difíceis na ressaca dos resultados eleitorais. Tempos exigentes. Infelizmente, creio que o presidente da república não conseguirá obter a confiança que mais facilmente o Rei conquistaria. É que o presidente da república, numa altura em que até já se fala nas eleições presidenciais e em putativos candidatos, de uma maneira ou de outra, está refém dos partidos. O Rei, por seu turno, não. O Rei é livre. E, nessa medida, nós somos livres também.
Nuno Pombo * (Set-2009)
terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
A Ètica e a fallta dela

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
Um à Parte... E um convite!

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009
Portugal está preparado para uma Monarquia?
Penso que Portugal está a gritar por Ela há muito tempo.
Passeio, dia 20 de Novembro

Feliz Incoerência

De acordo com o Publico.pt uma grávida de 34 semanas vacinada contra a gripe A sexta-feira deu entrada no hospital CUF Descobertas ontem à noite com o feto já sem vida.
Ao jornal terá sido indicada que a mulher grávida não tinha problemas crónicos de saúde e que o parto para remoção do feto ainda não ocorreu.
Trata-se do segundo caso em dois dias e com contornos muito próximos. O anterior foi no domingo em Portalegre.
Como todos sabemos e estamos a par, a Gripe A, essa doença preocupante que faz meter a trabalhar o ministério da Saúde , vem-nos trazer ás noticias, uma outra questão, essa sim, preocupante que mata diariamente sem ser Noticia!
Talvez ninguém tenha visto a noticia da mesma maneira que eu, talvez mau feitio ou revolta minha, mas a verdade é que nunca meti na cabeça que o meu Pais liberalizou o aborto. Ao ler as noticias nos jornais e televisões que nos relata a morte de dois "Fetos", ao que chamaria duas vidas, dois bebes, tal e qual como eu fui, mas tive a sorte de não ter recebido a vacina da gripe A, e de ter uma mãe consciente e respeitadora dos dons de Deus, vejo nessas mesmas TVs, Jornais, conversas de transportes, uma revolta com a morte destes dois bebes, e pergunto a este mesmo Povo Português, que hoje toma as dores de dois bebés que morreram porque receberam uma vacina da gripe, foram os mesmos que votaram em massa, para que diariamente morram muitos mais bebés sem engano médico e em consciência.
A morte destes Bebés preocupa-me, eram duas vidas que foram perdidas por lapsos, mas preocupa-me muito, muitíssimos que morrem diariamente sem lapso, com uns pais em consciência inconsciente do que estão a fazer!
Saber que o Ministério da Saúde deste mesmo Governo que Banalizou os abortos em Portugal e se orgulha disso, está chocado com o sucedido e vai tomar medidas, é algo que me deixa contente, quer dizer que a Gripe A, afinal também abre mentalidades, agora peço a esse mesmo Governo e ao Povo Português que está chocado e revoltado com aquelas duas mortes, preocupe-se com os milhares de abortos feitos no nosso pais, em silencio, sem ser noticia, sem importância!
Se queremos ser um Pais Avançado, Moderno e Inovador, vamos inovar, modernizar e avançar, nos direitos á vida, estar no lado de quem morre por engano medico e por quem morre por engano consciente! Estas duas crianças tinham o direito a vida, para isso se encaminhava o processo dentro da mãe, mas a outras também!
sábado, 14 de Novembro de 2009
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
sábado, 31 de Outubro de 2009
Dois Fadistas Monarquicos
Conhecemo-nos no começo da década de 60, quando ela se fazia acompanhar à guitarra por José Nunes, excepcional guitarrista, que nos apresentou em 1964. Mas foi só em 1966, na Taverna do Embuçado, em Alfama, que ficámos amigos, amizade que se manteve até ao fim dos seus dias.Ter Amália a cantar junto de mim, em redor de uma mesa, com os guitarristas e mais meia dúzia de privilegiados, constituiu uma verdadeira revelação, uma fonte de tal modo inspiradora, que não fora esse fenómeno e jamais teria sido fadista profissional, porque o único fado de que gosto é aquele que ela criou. Sentir a sua emoção bem dentro de mim, encantado pela voz que lhe saía com uma força, uma projecção e uma intenção quase inumanas, com os olhos fixados nos seus, na sua beleza forte, telúrica, bem portuguesa, foi uma sensação absolutamente indescritível, rara e sempre nova de cada vez que se repetiu, em muitas ocasiões, para minha suprema fortuna.
Já quase tudo se disse acerca da pessoa e da artista que Amália foi, vindo de todos os sectores da vida portuguesa, de muitos estrangeiros e dela própria num sem-número de entrevistas que concedeu. Houve, porém, uma sua faceta que me perturbou particularmente, aquela que a fazia meditar recorrentemente na morte e que a fazia dizer coisas tão inesperadas como a que me disse certo dia de 1989, em que veio a minha casa para uma sardinhada tardia. Cumprido o fado das sardinhas teve lugar o outro, com as guitarras a tanger e convidados a cantarolar o que lhes apeteceu, até o mais alto valor presente se levantar e apropriar do Paquito, do Pracana, do Zé Luís ou do Jaime para cantar até ao limite.
Já à noitinha contaram-se anedotas, brejeiras, mas não obscenas (Amália era avessa a palavrões), historietas, ouviu-se música, até que por volta das duas da madrugada ela falou à Lili para lhe trazer a “cassete do Juan Pardo”, que incluía uma canção do conhecido espanhol, “Un fado… Amália”, que ele enviara para a sua editora. Perguntou-me se gostava, disse-lhe que sim, e acrescentei que, sendo um verdadeiro hino à sua pessoa, não lhe ficaria muito bem ser ela a cantá-lo. Concordou e disse-me para eu a decorar, pedido a que acedi sem hesitar, desde que ela obtivesse autorização do Pardo. Ficou então de me enviar uma cópia, o que não sucedeu.
Cinco anos depois, no final de um concerto meu no CCB, desabafou que teria sido a altura ideal para estrear a canção; ripostei-lhe que não recebera a cassete, tendo ela perguntado se a Ana, minha mulher, dissera alguma coisa sobre o assunto. Respondi que não e ela revelou que à saída do tal almoço/jantar/ ceia pedira à Ana que insistisse comigo para eu memorizar os versos, em ordem a cantá-los no dia do seu enterro. Fiquei siderado, disse-lhe que a ideia era tétrica, que eu jamais poderia protagonizar uma tal cena, parecia que não me conhecia, por aí fora. Mas isto diz bem da autêntica obsessão que Amália tinha pela morte, a pontos de encenar o seu próprio funeral…
Como é sabido, existem muitas teorias sobre a origem do Fado, quando, onde, como e com quem nasceu. Resolvi há muito essa questão na minha cabeça: o Fado, tal como o entendemos hoje, apreciamos e cantamos, surgiu na Primavera de 1939, no antigo Retiro da Severa, ali no coração do Bairro Alto, com as guitarras de Armandinho, Jaime Santos e José Marques, e as violas de fado de Santos Moreira, Abel Negrão e Alberto Correia, a acompanharem a voz única e irrepetível de Amália Rodrigues, que então o cantou em público pela vez primeira. Foi uma pena que essa data tenha sido ignorada, apesar de eu ter pugnado pela sua comemoração. Mas não há nada a fazer: no país de Amália gosta-se mais de celebrar a morte e menos a vida.
João Braga
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Meu Querido Sar-Amargo
Josef Stalin
Líder da União Soviética
Duarte Seabra Calado
domingo, 25 de Outubro de 2009
Jantar dos Conjurados
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terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Regresso ao Futuro
Este cinco de Outubro de 2009 vai ficar no filme da História da República! Para além da insípida cerimónia nos Paços do Concelho de Lisboa, onde o milionário proprietário José Relvas proclamou o novo regime a umas dezenas de lisboetas, para além das flores da memória na base da estátua do tribuno carbonário António José de Almeida, que foi presidente, para além, este ano, do discurso nos jardins do palácio presidencial para que não ficassem dúvidas de que o presidente não apoiava nem Santana nem Costa, o que toda a gente já sabia, centenas de monárquicos, na sua maioria esmagadora abaixo dos trinta anos, vieram para a rua aos gritos compassados de vi-va-o rei e por–tu–gal, empunhando bandeiras azuis e brancas e T-Shirts onde se lia “Eu quero um Rei. E tu?”
A repercussão, em todos os jornais e televisões, foi enorme. Na blogosfera enormíssima. Nunca, nesta III República, os monárquicos tinham tido uma tão grande visibilidade e tinham feito falar tão claramente na questão do regime. Para ser justo, devo dizer que esta acção da Causa Real foi antecedida, em pleno verão preguiçoso e ensolarado, pela colocação da bandeira da Monarquia derrubada pelo golpe revolucionário e anti-democrático de 1910, na varanda dos mesmíssimos Paços do Concelho de Lisboa, pelo atrevimento de um grupo independente, que se intitulou Dart Vader’s, a que se seguiram acções semelhantes que os secundaram, um pouco por todo o País.
Quem se deu ao trabalho de ler o que se escreveu nos blogs, a propósito destes episódios e da ousadia de contestar o regime prestes a fazer cem anos (afinal, para alguns republicanos ilustres como o Dr. Mário Soares, parece que não deveriam ser bem cem anos, porque há que lhes subtrair os da ditadura militar e os dos Estado Novo, que rejeitam como república, o que daria pouco mais de meio século, não fosse o Estado republicano os contrariar celebrando oficialmente o centenário), ficou ciente dos argumentos utilizados pelos republicanos irritados, para contestar a Monarquia: os privilégios, a igualdade, a democracia e o “regresso ao passado”. Argumentos estafados em que ninguém de bom senso e letrado acredita, olhando o que se passa nas Monarquias europeias, tão ou mais democráticas do que a nossa república e muito mais desenvolvidas económica, social e culturalmente. E ficou ciente de que, para além de uma cassete estafada de cem anos, grande parte recorreu à ordinarice e ao insulto como armas em defesa da República, à boa maneira republicana aliás, como a leitura da imprensa do primeiro decénio do século XX e dos dezasseis anos seguintes, demonstram largamente.
Entre a colocação da bandeira na Câmara Municipal de Lisboa e o 5 de Outubro, decorreu entretanto a guerra, primeiro de meias palavras e depois de um discurso palavroso e incompreensível do actual “inquilino de Belém”, sobre eventual espionagem por parte do governo à presidência, que só veio dar razão a quem, há cem anos, contesta a independência e supra -partidarismo do presidente da República por força constitucional, quando esses altos magistrados do regime, têm origem nos partidos, são apoiados política e financeiramente pelos partidos nas suas candidaturas e actuam, uma vez eleitos, com o argumento da mesma origem de legitimidade eleitoral que o Parlamento, contra os governos que são de ideologia diferente, para tentar contrariar as suas opções políticas legitimadas pelo voto parlamentar. Este episódio é, aliás, e além do mais, o mais caricato argumento do mais caricato filme de espiões, em que nem os espiões são desvendados nem os espionados vencem a “potência” adversária e todos perdem, acabando a fita numa enorme gargalhada.
Quem não quer ver que esta República e os argumentos a seu favor ficaram uma vez mais feridos de morte, talvez se espante se um dia forem os seus presumíveis cidadãos a dizer basta. E, continuando no paralelismo cinematográfico, a dizer que querem “regressar ao futuro”. O filme já está em rodagem.
* Nota: o texto publicado é da exclusiva responsabilidade do autor.
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Monarquia - Somente uma questao Politica
O ser Monárquico, não é sinonimo de estatuto, de estrato social de nobreza como muitos o utilizam é sim uma obrigação, se sou monárquico e vivo em Republica, há algo que não esta bem, e terá de ser mudado. talvez começar a trabalhar politicamente para essa mudança.
Uma das coisas que mais me impressiona (pela positiva) é que no ano de 2009 não existem em Portugal, Republicanos, existem "alguns" que defendem a Republica dita democrática, alegando ser a única maneira de democracia em Portugal, o que é claramente mentira e demagógico, o único e já conhecido argumento que nos apresentam é, o Presidente da Republica ser eleito pelo Povo. Ora isto não convence ninguém, e aqui talvez se encontre a maior lacuna da lacuna que é a Republica, a falta de alicerce de valores e argumentos.
Pois logo aqui nós Monárquicos, politicamente e somente politicamente estamos superiores, temos os nossos valores mais que alicerçados e bem fundamentados, com 800 anos de historia provada, a única historia que este pais teve, para contrapor! Pois é mesmo com essa historia, valores e raízes que devemos meter no centro politico esta questão Rei ou Presidente? - Monarquia ou Republica?!
Será a única maneira de algum dia Portugal voltar a ser um Portugal Real, Democrático com o Rei e Povo livre, e ai teremos de nos mentalizar que esta questão passa por um trabalho politico de destruição de uma má educação anti-monárquica e não Republicana de 100 anos de historia, o Povo português tem de entender que a Monarquia não é o que vem nos livros e obriga-Los a olhar para os Países mais desenvolvidos do Mundo, que tem como Regime Monárquico, teremos de acabar com o tabu-Monarquia implementado á 100 anos em Portugal. No dia que todo o POVO Português, da Esquerda á Direita, do Branco ao Preto, do Rico ao Pobre estiverem verdadeiramente esclarecidos talvez o resultado seja diferente! e digam como eu! EU QUERO UM REI
Duarte Seabra Calado
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
Republica nega origens!
Já nem a Republica festeja a Republica.
O Presidente da Republica Portuguesa não esteve presente nas habituais cerimonias da implantação da Republica nos Paços do Concelho, alegando não querer interferir na campanha das autárquicas. Isto não é mais que uma prova que o o PR não é neutro, muito menos o representante de todo o Povo Português, se um Presidente da Republica não esta presente nos festejos máximos da casa e instituição que defende porque tem medo de influenciar as eleições a uma Câmara Municipal o que será que acontece nas influencias com governos e partidos. Estamos talvez a descobrir a inutilidade ou a má utilidade da figura - Presidente da Republica.
No dia em que se supostamente comemora a Republica, Pergunto, quem a comemora? O Presidente da Republica com um mini-discurso para não levantar vozes ou as 20 pessoas que se encontravam em frente aos Paços do Concelho nas Cerimonias?
Ontem começamos uma nova era! Estamos juntos na Luta!
A prova disso foi a festa que partiu de barco as 23h de Belém para o Cais do Sodré onde foram centenas de Monárquicos em manifestação até ao largo Camões e ai colocaram a Verdadeira Bandeira Portuguesa e de Todos os Portugueses na sede da Real Associação de Lisboa e Causa Real, retomando a animada festa a bordo do barco S. Jorge pela noite fora!
Será que não estamos a festejar a Implantação e morte da Republica?
Viva o REI!
Viva Portugal!
EU QUERO UM REI!
Noticia do DN
Monárquicos desafiam República a um referendo
por David DinisHoje
Em pleno dia de comemoração da República, um grupo de monárquicos lançou um desafio ao regime: quer uma alteração da Constituição, que permita a realização de um referendo. Os republicanos rejeitam o desafio, garantindo que a República é pacífica em Portugal. E o PS já diz que não muda nada.
Esta madrugada, já em pleno dia de comemoração da República, um grupo de centenas de monárquicos desembarcou simbolicamente perto do Terreiro do Paço, correu em direcção ao Largo Camões, hasteou a bandeira da Casa Real e pediu que se abrissem as portas à realização de um referendo, em Portugal, à República.
O desafio foi preparado com máxima discrição e teve de contornar vários obstáculos, explicou ontem ao DN - ainda antes da iniciativa - Paulo Teixeira Pinto, o ex-governante e ex-presidente do BCP, que agora lidera a Causa Real.
Os obstáculos começaram no sábado, quando o grupo (estavam previstos 500 defensores da causa) recebeu a informação de que não poderiam desembarcar, como o rei D. Carlos há 101 anos, no dia do regicídio, no Terreiro do Paço, mas apenas no Cais do Sodré. Continuaram com um aviso: de que a bandeira monárquica não poderia entrar a bordo - o que não impediu ninguém, nem o próprio Teixeira Pinto, de a usar, assim como de ostentar as T-shirts a dizer "Eu quero um Rei". No início da iniciativa, tudo corria como previsto, com a polícia a acompanhar o grupo.
Mas a aventura nocturna era só simbólica. Antes de entrar no cacilheiro que o levaria ao Cais do Sodré, Paulo Teixeira Pinto garantia ao DN que a sua luta, a da monarquia, "é política". No discurso que preparou para fazer, de uma varanda do Largo Camões, constava uma exigência bem definida: "Queremos suprimir a cláusula da Constituição que diz ser irremovível a República como base do sistema político português."
A questão é polémica. Teixeira Pinto diz que "só" quer trocar a palavra "República" dessa alínea constitucional pela palavra "democracia" - alegando que essa, sim, é a base do sistema político nacional. Porém, a ser aceite pelos deputados, a alteração permitiria um outro passo, que constitui o verdadeiro objectivo da acção desta madrugada: "Fazer um referendo" à República - que hoje faz 99 anos de existência.
A guerra é política e os monárquicos sabem disso. Mas não partidária, alegam. "Eu sou monárquico e nunca votei no PPM", garante. Mas o certo é que, para atingir os objectivos, ela terá sempre de contar com apoio nos partidos.
Agora, depois do discurso - que diz ser o "primeiro passo" de uma luta que quer levar até ao fim - Teixeira Pinto quer que a sua Causa Real vote o passo seguinte: levar ao Parlamento uma proposta, para que lá se discuta a mudança constitucional. É que a legislatura que começa agora é de revisão. E as novas regras da Assembleia já permitem que um grupo de cidadãos apresente propostas para votação.
Porém, nada indica que a iniciativa tenha sucesso dentro de São Bento. Vital Moreira, deputado da Constituinte de 1975 e fiel a José Sócrates, é taxativo na rejeição da proposta. "Ninguém vai mexer nisso. E, em matéria de divertimento, já vi melhor."
À previsível resposta, Teixeira Pinto recorda um debate, na RTP, onde esteve com António Reis e Medeiros Ferreira, dois republicanos e socialistas que, garante, admitiram que a cláusula não fazia sentido, admitindo mudá-la. Ontem, em declarações ao DN, Medeiros Ferreira admite recordar-se desse debate, mas não do "compromisso". "Os monárquicos tiveram uma oportunidade de ouro para participar nessa discussão em 1975, mas afastaram-se. Hoje, essa não é uma questão pendente", remata o ex-deputado.
Na próxima bancada socialista, de resto, reina a desconfiança face à proposta. "A República é um caminho adequado", diz Ricardo Rodrigues. E se a proposta chegar mesmo a São Bento? "São precisos dois terços dos deputados para a aprovar", recorda o socialista.
Se a ideia ficar pelo caminho, o referendo ao regime fica excluído. Mas Teixeira Pinto promete não desistir. Este ano, promete várias acções "surpreendentes". E já se prepara para, de hoje a um ano, contar quantos republicanos e quantos monárquicos estarão nas respectivas cerimónias.
segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
Encomenda a tua t-shirt
domingo, 27 de Setembro de 2009
Bandeira Monárquica hasteada em frente à Câmara das Caldas da Rainha
A bandeira azul e branca foi detectada por populares cerca das 04:00 e retirada esta manhã pela PSP que confirmou à Lusa não ter sido até ao momento apresentada qualquer queixa.
"Não damos importância a este acto porque acreditamos que quem o fez, fê-lo atendendo ao momento eleitoral" disse à Lusa o presidente da Câmara, Fernando Costa (PSD).
Fonte:
© 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
Os nossos Parabéns aos autores deste feito e que acções como estas nunca parem por este Portugal fora!
sábado, 26 de Setembro de 2009
quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
FESTA AZUL E BRANCA
Lisboa já começa a ficar inundada destes flyers! A Festa Azul e Branca promete ser um verdadeiro sucesso. Reserva já o teu lugar na festa do ano. Bilhetes já à venda pelos telefones 916869146 ou 213428115.A bordo de um típico cacilheiro, o "S. Jorge", o primeiro embarque será às 22h no Cais Fluvial de Belém.
Haverá diversas acostagens ao longo da noite, todas no Cais Fluvial de Belém à excepção da primeira que terá lugar no Cais do Terreiro do Paço, onde haverá um segundo embarque pelas 00h30m. A festa termina às 04h do dia 5 de Outubro.
Para mais informações não hesite em contactar os ConjuradosXXI, visitar a página do evento no Facebook em: http://www.facebook.com/home.php?#/event.php?eid=141550031441&ref=mf
Os ConjuradosXXI
segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
domingo, 13 de Setembro de 2009
NÃO FALTES

Os ConjuradosXXI, juntamente com a Causa Real e a Real Associação de Lisboa, tem o Prazer de Convidar todos os Portugueses a participarem na maior festa alguma vez organizada em pleno Rio Tejo.
A festa decorrerá a bordo do Barco São Jorge, com animação pela noite fora!
Informação:
Dia 04 de Outubro
22h00 no Cais Fluvial de Belém
20 coroas* - 2 bebidas e cocktail de boas vindas
Contactos: 916869146 / 213428115 (RAL)
Animação garantida
Vem de Azul e Branco e deixa o fato em casa!
Querem República? Paguem-na!
O Rei de todos os Portugueses
Acabou, da forma morna e sensaborana como começou, a eleição presidencial. Como se previa, os portugueses votaram massivamente no não candidato, recusando o seu voto neste específico acto eleitoral. O não candidato que, queira-se ou não, agrega todos aqueles que não se revêm na necessidade desta eleição, teve praticamente o dobro dos votos do candidato mais votado, aquele que acabará por exercer a magistratura presidencial.Da campanha eleitoral retive dois episódios que me parecem exemplares da forma como evoluiu o pensamento da própria classe politica em relação à eleição presidencial.No primeiro, passado no novel canal SIC noticias, dois altos responsáveis de dois dos maiores partidos portugueses entendiam-se quanto a um único ponto. A necessidade de se alargar para 7-8 anos o período do mandato presidencial, no sentido de se dispensar o Chefe de Estado de sufragar a sua legitimidade novamente nas urnas, sujeitando-se ao sufrágio popular. Esta perpectiva foi defendida não como uma inovação individual dos entrevistados, mas antes como uma convicção que começava a fazer caminho dentro das respectivas forças politicas. O fundamento principal desta já alargada convicção parecia residir no facto de todos os presidentes, na história da terceira república, terem renovado e até aumentado na segunda eleição o apoio popular que lograram receber quando, pela primeira vez, se apresentaram a votos.É já um bom principio que a nossa classe politica, em nome do valor da continuidade para a chefia de Estado, vá reconhecendo que pode abrir mão do principio electivo, dispensando para já o Chefe de Estado eleito a apresentar-se novamente a sufrágio. Fica, claro está, a questão de saber, em nome do mesmo principio, porque é que são sete anos e não catorze, setenta, ou a vida inteira. Ou alguém tem dúvidas que os presidentes que têm sido eleitos continuariam a ganhar reforçadamente, se não existissem impedimentos constitucionais à sua reeleição. A classe politica reconhece assim crescentemente o valor de um dos principais atributos da instituição real e vai mesmo ao ponto de o considerar mais importante que os reforços de legitimidade que apregoava no passado, satifazendo-se com uma legitimidade originária, também ela afinal caracterizadora da instituição real.O segundo episódio passou na própria noite eleitoral pela voz do penetrante Dr Marcelo Rebelo de Sousa. Admitia o reputado analista que não havia votado afirmando, no entanto, com veemência que se considerava perfeitamente representado a este nível pelo presidente eleito que entendia como seu e de todos os portugueses. Também aqui me parece ter havido uma evolução positiva. O Prof. Rebelo de Sousa não precisou de votar para reconhecer como seu o Chefe de Estado. Na linha, de resto, do próprio discurso de campanha do próprio Presidente eleito que afirmou que se consideraria legitimo se ganhasse as eleições nem que fosse com o voto de um único cidadão. A conclusão que podemos tirar é a de que o principio electivo deixa de ser o elemento substantivamente caracterizador da chefia de Estado republicana, para passar a ser apenas uma mero dispositivo formal, justificado por uma certa estética que o regime ainda não dispensa.Estes dois episódios são bem ilustrativos da dinâmica conceptual a que se assiste na Chefia de Estado. Com mais ou menos funções constitucionais, o que parece hoje importante é que o Chefe de Estado assegure as caracteristicas fundamentais de um País moderno e progressivo - isenção, suprapartidarismo, continuidade, coesão e identidade nacional, ligação permanente entre a Nação e o Estado, etc ,etc. Todas as caracteristicas que, afinal, decorrem da própria natureza da instituição real e que serão crescentemente valorizadas, em prejuizo do único elemento verdadeiramente caracterizador do regime republicano - o principio electivo, como uma das formas de garantir a legitimidade do Chefe de Estado.Temos hoje um Chefe de Estado de todos os Portugueses. Porque o partido do Governo o decidiu apoiar e propor; Porque um em cada quatro portugueses decidiu escolhê-lo, através do voto. O que é que isto tem de mais legitimo que um Rei que terá sempre de ser reconhecido pelos partidos e aclamado pelo povo?Uma diferença sabemos que existe - O Rei porque dispensa esta artificial forma de legitimidade, nunca será refém do partido que o apoiou, nem chefe de Estado de cidadãos que contra ele votaram.E a verdade é que Portugal tem um Rei, disponível e preparado para assumir a chefia de Estado. E será, por certo, o único Chefe de Estado que, na sua legitimidade originária, se pode assumir, sem artificialismos, como o Rei de todos os Portugueses.sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
terça-feira, 8 de Setembro de 2009
Tratar mal o que é Portugues, o que é Portugal!
Actualmente em Portugal impera a era da modernidade, da tecnologia, o dito avançar, muito utilizado pelo nosso primeiro ministro!Mas será que tem avanço? quem tem crescimento? Talvez sim, mas nem sempre o avançar e o crescer são positivos, e muitas das vezes o avancar mal levanos á beira do precipício!
E tratar do Futuro nao respeitando o passado, é avancar mal!
A historia repete-se! Aprendemos com os erros!
São duas frases já feitas e tao utilizadas por nos! Mas porque não meter em pratica?

Valorizar a historia que temos, é uma mais valia!
Há uns dias falava com uma criança de 13 anos e aproveitei para fazer umas perguntas. Nunca tinha ido aos Jerónimos, não sabe quem é Rei Dom Manuel, não dá valor a historia de uma Nação com 900 anos! Mas de quem é a culpa?
Dos pais? Também, Mas culpo essencialmente o estado Português pelo mau estado do que é Português!
Entrega-se aos alunos Magalhães como se dá pastilhas elásticas e não se entrega aos alunos os monumentos e a historia que é pertença dos mesmos!
Fico irritado quando pergunto a uma criança se já foi a Sé de Lisboa e responde, o que é isso?Mas entendo, se eu perguntar ao "Estado Português" se já la foi, a resposta só pode ser não! porque se a resposta for contraria é ainda pior! O estado deste monumento é um exemplo da vergonha Nacional!
Se formos a Espanha, há orgulho nos museus, na historia, nas tradições, nos toiros, no flamenco! Na Republica Portuguesa não!
Há actualmente um vazio de história na maioria dos Portugueses! A maioria dos jovens da minha idade, não tem noção do que já fomos! isso preocupa-me, será que uma pessoa que nunca teve noção do que fomos, pode vir a ter noção do que podemos ser?
Será que uma Republica que não consegue motivar os Portugueses a terem orgulho no que é nosso, nas nossas raízes na nossa historia, conseguem motivar os estrangeiros? Não, ou até talvez sim, já vi estrangeiros a darem mais valor a monumentos do que nos próprios, talvez pela educação e formação que receberam!
Um Presidente da Republica que supostamente é a mais alta figura deste Mau Estado, não consegue ter uma intervenção relevante na motivação das raízes de um Pais, será que não é mais uma razão para dizer EU QUERO UM REI?
Esta é mais uma razão para eu dizer que sou Monárquico, pode-se achar uma razão pouco relevante actualmente, mas é mais uma, muito importante, nos só podemos avançar olhando para um passado, principalmente Portugal, que tem uma historia vasta e rica de bons acontecimentos cá e no mundo!
Só o Rei consegue manter viva essas raízes de um Povo, porque Ele faz parte dessa raiz, ele mantém viva a chama da historia. Só assim se pode dizer que é o representante de todos os Portugueses!
A republica faz questão de não citar a historia ou quando o faz, faz de maneira suja! Convém falar do Futuro de maneira a atirar areia para os olhos e não dar aos Portugueses a oportunidade de ver o passado e avaliar o quanto já fomos importantes no mundo com um Portugal Monárquico que fez Historia!
Por estes motivos e muitos mais, digo, EU QUERO UM REI!
segunda-feira, 7 de Setembro de 2009
Entrevista a João Mattos e Silva, Presidente da RAL
João Mattos e Silva é o novo Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa. Eleito no passado dia 18 de Abril, promete um novo rumo para a maior Real Associação de Portugal.Iniciou a sua militância política aos dezassete anos na Causa Monárquica, em 1961, onde foi presidente da Comissão de Juventude, vogal da Junta Distrital de Lisboa e membro da Comissão Doutrinária, presidida por Henrique Barrilaro Ruas. Coordenou no semanário monárquico o Debate a “Página de Juventude”. Foi um dos subscritores, a convite de Henrique Barrilaro Ruas, do manifesto “Renovação Portuguesa”, em 1969. Em 1987 foi candidato independente a deputado à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu pelo PPM, presidido então por Gonçalo Ribeiro Telles. Entre 1992 e 1995 foi presidente da Mesa da Assembleia – Geral da Real Associação de Lisboa. Em 1993 foi eleito como primeiro Presidente da Causa Real – Federação das Reais Associações. É membro do Conselho Monárquico, órgão da Causa Real.
1- Foi, no passado dia 18 de Abril, eleito Presidente da Real Associação de Lisboa. Que análise faz à História recente da Real Associação de Lisboa?
A Real Associação de Lisboa passou por um período conturbado, fruto de desinteligências entre a direcção cessante, que resultou na total inactividade durante um ano. O que foi mau. Ultrapassada essa fase, pela qual muitas vezes passam as associações, em que amores próprios e vaidades se sobrepõem ao objectivo para que foram criadas, julgo que a minha direcção está suficientemente legitimada pela Assembleia – Geral, que nela votou expressivamente, para poder virar a página.
2- Enquanto Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa, quais são os seus objectivos para este mandato que agora inicia?
Em primeiro lugar, arrumar a casa e em segundo lugar, mas em simultâneo, desenvolver uma série de acções que constam do programa que apresentámos, tendentes a alargar o âmbito de actuação junto dos monárquicos dos concelhos que compõem o Distrito de Lisboa, com relevo para formação e informação e para, usando todos os meios disponíveis de comunicação, marcar presença, tomando posições sobre todos os assuntos de interesse para os portugueses que vivem neste espaço geográfico, desde os políticos aos do ambiente ou aos de defesa do património.
3- Ao nível da Causa Real, acredita que, como muitos monárquicos, que é tempo da criação de uma nova dinâmica, passando naturalmente por melhorar os meios para aproximação aos Portugueses?
Claro que acredito. E esse passo está em vias de ser dado.
4- Que análise faz ao trabalho dos Voluntários da Causa, nomeadamente no que toca à expansão do Ideal Monárquico na Blogosfera, em Sítios da Internet e Fóruns?
Penso que a blogosfera é um espaço de informação e de diálogo muito importante que, não podendo ser desprezado, pelo contrário, tem de ser valorizado. São cada vez mais as pessoas que navegam na Net e frequentam sítios e Blogues em procura de informação, de esclarecimento ou de pura diversão e que podem ser sensibilizados pelos conteúdos. Por isso o trabalho que os monárquicos, a título individual ou em grupos mais restritos, têm vindo a fazer é importantíssimo e altamente louvável. Há que apoiá-los e criar sinergias, não só entre eles – o que já sucede – como com as estruturas do movimento monárquico.
5- Especificamente falando do Projecto Democracia Real. Que ideia tem do nosso Projecto?
Acho sinceramente que é muito interessante e muito importante porque, para além de outros aspectos relevantes, como a afirmação da legitimidade dinástica do Senhor Dom Duarte, duque de Bragança, revela a defesa de uma Monarquia democrática, que é o regime que a maioria dos monárquicos prefere e deseja para Portugal.
6- Foi lançado há dias o livro “Aqui D´El-Rei”, do qual é um dos autores. O que é que se tem que fazer mais para que, efectivamente a “divulgação seja a chave da restauração” ?
O livro é uma colectânea de textos publicados na comunicação social, escrita e virtual, ao longo de nove anos, ininterruptamente. Foi publicado em livro porque um editor, por sinal monárquico, os descobriu a navegar na Net e por eles se interessou. É um contributo para divulgar a posição de monárquicos que, fazendo crónicas ao sabor dos acontecimentos, também fazem a divulgação da doutrina. A divulgação da posição dos monárquicos é, mesmo, a chave da restauração, como diz. Só chegando a cada vez mais portugueses poderemos criar um movimento da sociedade no sentido de “forçar” os políticos republicanos acantonados nos seus poderes a rever a Constituição que impede a escolha do regime.
7- Estamos a passos largos a chegar ao Centenário da Republica. Que resposta deve a Causa Real e as Reais Associações, já para não falar também dos Voluntários, como o PDR, para mostrar que a chama monárquica continua ainda bem viva e que deve ser vista pelos Portugueses como uma esperança, tendo em consideração a crise que estamos a passar a todos os níveis?
Acho o movimento monárquico irá dar uma prova de que está vivo e actuante, cada vez mais actuante, e que não se conforma com o regime mesmo que ele faça cem anos. A contribuição de todos é fundamental. Agora tenhamos em atenção que a Monarquia não é uma panaceia para todos os males do País, podendo sem dúvida contribuir mais fortemente, pela superioridade da Instituição Real, para criar um ambiente de coesão nacional que potencie a sua resolução por quem tem que o fazer: os governos e as forças políticas e sociais.
8- Acredita que algum dia a esquerda parlamentar irá aceitar alterar a alínea b) do artigo 288.º da Constituição, que nos impõe, a “forma republicana de governo”?
Acho que não será toda, porque a mais radical sabe que só navega bem e consegue fazer-se ouvir, num clima conflitual que a república facilita. Mas creio que o ciclo geracional, que tem gerido o PS, eivado de preconceitos e herdeiro dos “valores” da I República, está a chegar ao fim e que entre as gerações mais novas, sobretudo, há já muitos militantes que são monárquicos e não vêem nenhuma incompatibilidade entre o socialismo e a social – democracia e a forma monárquica de regime. Os mais novos forçarão os mais velhos a perceber que até para o PS, a Monarquia é mais favorável.
9- Em 2011, chegaremos ao centenário do falecimento da Rainha Dona Maria Pia. Fala-se que está para breve (ou não) a sua transladação para Portugal. Acha que a Republica tem medo desta transladação, tendo em consideração que se pode tratar de uma Cerimónia de Estado, que implique a participação das Forças Armadas, tal como aconteceu com Dom Manuel II e a Rainha Dona Amélia?
Acho que o regime tem vindo a protelar a transladação dos restos mortais da Rainha Dona Maria Pia porque tem receio de dar um sinal errado ao Pais, a pouco tempo do centenário da República. Em 2011, já passou esse período e não vejo porque não o fará, tendo sido afirmado pelos principais dirigentes actuais que considerava esse acto como desejável e possível, com dignidade, mas eventualmente sem tanto realce como o dos Rei Dom Manuel e Dona Amélia. Salazar achava que a II República estava de pedra e cal, por força do carácter autoritário do regime que inventou. A III República sabe, que mesmo com truques constitucionais, em democracia “ o povo é quem mais ordena”.
10- Que futuro deseja para Portugal? A Monarquia é a única solução e esperança para os Portugueses?
Que Portugal ganhe confiança em si próprio, que saiba olhar para a sua História e orgulhando-se do que fizeram os nossos antepassados, saiba que pode ir mais longe, e de que perceba que, adptando Camões, “ um fraco regime faz fraca a forte gente”. Portugal só terá sucesso com a Instituição Real.
11- Deseja acrescentar algo?
Sim. Fazer uma apelo aos monárquicos para que não temam dar a cara e lutem, nas estruturas da Causa Real e neste caso particular da Real Associação de Lisboa, ou informalmente por outros meios, pela Instituição Real, conscientes de que é essencial para Portugal e para a sua modernidade. Nenhum regime é eterno e os cem anos que a Republica vai comemorar, gastando milhões de euros dos nossos impostos, é perecível e quase nada quando comparada com os oitocentos anos de Monarquia. Se todos os que são monárquicos convictos a combaterem, democraticamente mas com firmeza, e se pela sua palavra e pela sua acção, trouxerem “mais cinco”!
Fonte : http://fdrojornal.wordpress.com/
domingo, 6 de Setembro de 2009
"Tudo pode e deve ser discutido" - Manuel Alegre sobre a Monarquia

Pouca gente sabe e poucos foram os historiadores que se deram ao trabalho de investigar o assunto, mas o primeiro partido socialista a existir em Portugal (o Partido Socialista Português) tinha imensos monárquicos (a maioria dos militantes) e existem relatos da época que comprovam que o mesmo foi apoiado pelo Rei D. Manuel II. Os socialistas tinham na época por certo de que o regime era uma questão secundária e que as condições de vida dos operários iriam piorar se a república fosse implantada. Não é que tiveram razão?
Mas podemos ir mais longe. Quantas pessoas é que se deram ao trabalho de investigar e estudar os imensos monárquicos que foram oposicionistas do Estado Novo? Querem exemplos? Que tal o Henrique Barrilaro Ruas, que no I Congresso da Oposição Democrática foi o primeiro orador a exigir "a entrega imediata das colónias aos seus povos"? Ou então o advogado João Camossa, que num processo em que defendia oposicionistas ao regime salazarista foi o primeiro e único caso em que um advogado passou da sua condição a arguído. Confrontado com o problema foi até à casa de banho e apresentou-se perante o juíz fascista a dizer que por baixo da toga estava completamente nu e que se fosse constituído arguído a teria que despir - o juíz fascista não teve coragem de o constituir arguído.
Então e o Francisco Sousa Tavares e a Sophia de Mello Breyner? E o pai de Sottomayor Cardia? E o pai de Jaime Gama? E o Gonçalo Ribeiro Teles? E o Sá Carneiro? E o Henrique de Paiva Couceiro? E a Amália Rodrigues? E os outros, tantos outros que eram de esquerda uns, de direita os outros, mas que tiveram como marca comum a luta, de peito aberto ou na clandestinidade, pela democracia em Portugal? Só os republicanos são herdeiros da resistência ao Estado Novo? Só? Chega de demagogia. A Liberdade quando nasceu foi fruto de todos e nasceu para todos.
Se perguntarmos a qualquer socialista ou pessoa de esquerda quais são os líderes políticos em que mais se revêm, as repostas vão ser óbvias e vão aparecer de certeza estes quatro nomes: Olof Palme, Felipe Gonzales, Tony Blair e José Luís Zapatero. O que têm em comum? Todos governaram em monarquia e nunca a contestaram.
Então e não será óbvio que qualquer militante do Bloco de Esquerda se revê no modelo social liberal do Reino da Holanda? E o afamado modelo económico escândinavo defendido à boca cheia pelo PS? Os países escandinavos também são monarquias.
É por estes motivos que Manuel Alegre tem razão, "tudo pode e deve ser debatido". Por isso está na hora da esquerda abandonar os dogmas. Por isso está na hora de passarem a palavra ao povo, que eu acredito ainda é quem mais ordena.
sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Foi a vez do Norte! - Bandeira monárquica colocada na Câmara do Porto

«Foi colocada nos postes que estão na praça General Humberto Delgado», explicou à Lusa o director municipal dos Serviços da Presidência da autarquia, Manuel Cabral.
Os postes em causa são, contudo, utilizados para hastear as bandeiras oficiais da autarquia.
O símbolo monárquico esteve no local até às 6:00, altura em que foi retirado pelo segurança responsável por hastear as bandeiras do município todas as manhãs.
O cabeça de lista do Partido Popular Monárquico (PPM) pelo distrito do Porto, Alfredo Corte-Real, negou qualquer envolvimento neste acto por parte do partido, embora tenha salientado, em declarações à agência Lusa, que «a vontade seja efectivamente essa: hastear algumas bandeiras azuis no país».
Em Agosto registaram-se incidentes semelhantes em Lisboa, levado a cabo por elementos ligados ao blogue 31 da Armada , e na cidadela de Cascais, um momento que foi exibido em vídeo num blogue «Os Conjurados» .
quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
Let's Talk - falou-se de facto!
Aconteceu ontem em Lisboa a primeira reunião Let's Talk.A todos que estiveram presentes muito obrigado!
Viva o Rei!
Em breve let's talk... again!
quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
terça-feira, 1 de Setembro de 2009
Carta ao André:
As palavras são como as cerejas e sinto que num vis-a-vis tínhamos aqui pano para mangas. Vamos por partes começando pelo meio: Existe nos regimes ocidentais, e Portugal não é excepção, uma subversão democrática grave que ao André, já percebi, não é estranha: Oposição partidária.
Como sabemos, e passando a redundância, as nações são governadas por Governos e não por Chefes de Estado. Esses Governos são eleitos por mim, por si e por todo o colectivo de indíviduos a que chamamos “Povo”. A subversão, contudo, surge quando um Governo legalmente estabelecido e apoiado pela maioria desse Povo é, durante os 4 anos da sua vigência, permanentemente alvo de oposição política. Cada Governo que toma posse deverá, dentro do mandato que obteve, ser o Governo de Todos os Portugueses. O sucesso de uma governação advem da serenidade em que é desempenhada e criando uma alegoria “Em aguas turbulentas qualquer navio sai da rota”. Passado porém esse período, caberá ao Povo renovar ao Governo estabelecido o visto ou, pelo contrário, manda-lo porta fora. Não sendo alheio a noções de livre ideologia e autodeterminação a minha concepção de democracia é a seguinte: O Governo das nações, dentro dos prazos legais e constitucionais, está na mão do Partido que o povo escolheu e que não se sujeita a pareceres dos partidos derrotados em eleição. Em caso de mau desempenho, não esquecer, está constitucionalmente a figura do Chefe de Estado para dissolver o Governo malvado. O Estado Novo, ou se tivermos pudor, II Republica, pecou gravemente pela falta de horas marcadas na hora de renovar governos... e nesse ponto fez ruir a democracia pela base. O Estado quer-se forte mas não-autoritário. Não basta vigiar as peças... é necessário olear o mecanismo!
Do meio salto para baixoe vou-lhe explicar em modos simplórios, que tão bem combinam comigo, porque é que não me rala nada a fórmula hereditária da Monarquia: Portugal é um país velho, com perto de 900 anos e o Mundo, nesta nossa era, mescla-se e androgeniza-se, o que não é mau nem bom. O meu enorme prazer em viajar centra-se no enriquecimento que faço com habitos e modus vivendi de outras culturas. Com o esbater das referências e elementos únicos de povos e nacionalidades, receio, vou perder o gosto de viajar. Um Rei, por via de uma história-familiar-histórica é o porta-estandarte mais que perfeito da nacionalidade. A história desta corre-lhe no sangue e está dispersa entre pais e avôs. As figuras não só do Rei mas de toda uma Família Real, fazem equilibrio entre passado e futuro. Um Presidente da Republica será sempre, admitamos, um indivuduo anónimo e obscurecido pela história. Em súmula: Sendo democrata quero uma comunicação eficaz e entre pagar por um seviço constante ou por um que de 5 em 5 anos (em portugal tende a 10 em 10) necessita substituição, opto, claro, pelo primeiro. Não enquadro aqui a mão da Divindade porque afinal sou mesmo laico...
Para terminar, vou ao príncipio das suas palavras. Ora bem, se um Rei se revela inapto ( não esquecer que em certas monarquias modernas a pessoa do monarca é, ainda antes da aclamação, referendada para atestar da sua legitimidade e capacidades) saltam imediatamente as disposições constitucionais para o afastar da sucessão e fazer o cargo saltar-um-posto. Não se esqueça André que no século XIX ( uma era mais próxima de nós, que as de Sancho II e Afonso VI ) perante a incapacidade de governar de uma certa monarca que havia enlouquecido, se afastou a própria da governação sendo substituda por um quem de direito se lhe seguia na linha sucessória e que, na minha opinião pessoal, foi um Chefe de Estado brilhante, notavél pelo espírito conciliador e pelas linhas de estratégia adoptadas (logo calha que está aqui ao lado). Não nos afligemos porque a Monarquia não se fará encabeçar por loucos nem por individuos diminuídos. Os mecanismos de substituição do regime não o permitiriam.
Não poderá uma mudança regimental constituir para os Portugueses um convite para que se procurem espelhar doutra maneira enquanto Nação?
Acho q o reflexo do actual regime nos deixa todos muito deprimidos!
Diogo de Figueiredo Mayo

por Jaime Nogueira Pinto, Publicado em 01 de Setembro de 2009 no Jornal i
Para o ano a República completa um século. Nasceu do ódio contra a monarquia e viveu num ambiente de ódio até ao 28 de Maio
Apoia esta Causa!
Como era de esperar o Movimento ConjuradosXXI não vai parar e tem já algumas actividades preparadas, mas como qualquer movimento precisamos de “apoios”
Como tal estamos a criar uma base de dados individual para cada Monárquico ou interessado nos conjuradosXXI, para facilitar na divulgação...
Para isso basta nos enviar por e-mail ou mesmo pelo Blogue, deixando a informaçao em comentario neste topico, (nao sera publicada).
Nome:
Morada:
E-mail:
Telefone:
Telemóvel:
Web Site: (facebook, site, forum ou blogue)
Data de nascimento:
Profissão: (se é estudante especificar o curso)
Movimentos, Associações a que pertence:
“Em que posso ser útil?” (especificar ajudas que poderá dar aos ConjuradosXXI, por exemplo: escrever textos para o blogue, apoiar na divulgação, apoiar nas campanhas de rua, etc...
Ideias: (se tem ideias para actividades)
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P.S. se possível enviar uma Fotografia, OPTIMO!
Obrigado,
Os ConjuradosXXI
Viva o Rei!
segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Eu Também Quero um Rei!
Ao fim e ao íncio dos séculos corresponderam em toda a História do Homem períodos de mudança e novas espectativas. Se o século xx português deu os seus primeiros passos sob o "toque-de-caixa" da República, eu, nascido em 1985, espero que, cem anos volvidos, neste novo ínicio de século e de milénio, a Questão Regimental possa reacender e provocar um clarão de iluminamento e esclarecimento sobre aquilo que Monarquia é afinal .A bandeira da ignorância e do fanatismo

Fonte: Blogue Centenário da República
O extraordinário mundo da cobardia

Lá está, uma república que nasceu no seio da mais vil cobardia depois de assassinar gratuitamente dois monarcas e retirar a todos os portugueses aquilo que deveria ser seu desde sempre: o respeito, a estabilidade e o amor pela pátria a que pertencem; sustituída agora por uma teia de interesses partidarizados, ocos de ideias, rectidão e carácter, que não faz a mínima ideia do que significam as palavras Honra e Carácter, muito menos Sentido de Estado.
É portanto tristemente previsível que algum republicano mais "coerente" àquilo que sempre foram as premissas de uma república sanguinária e cobarde tenha julgado evidentemente correcto acabar de vez com a voz contrária... Pois claro, caro(s) senhor(es), sinta-se à vontade para demonstrar a quem ainda tem dúvidas aquilo de que são feitos os republicanos... Se dúvidas havia da prepotência, cobardia e acima de tudo falta de quaisquer princípios dos nossos republicanos ficou hoje bem claro que continuamos a lutar contra um inimigo ... "cristalizado".
E ainda nos apontam eles o dedo para nos acusar de anacrónicos e saudosistas...
Quero um Rei
Quero viver em Monarquia, quero ter um Rei como verdadeiro e único representante do Povo Português, é essa a grande diferença entre um Rei e um Presidente da Republica, o Rei é o único que consegue representar Portugal, enquanto um PR representa os partidos políticos e os barões do dinheiro que o lançaram para esse Cargo Politico e o apoiaram quando era Ministro, Primeiro-Ministro ou Presidente da Câmara de Lisboa. A ideia que qualquer um de nós pode ser PR é mentira!Nos livros da escola é nos ensinado que Republica é a única possível democracia, talvez a mais velha democracia do mundo que tem uma Rainha como chefe de estado não viva em democracia! É esse o grande problema, foi criado por esta Republica uma educação anti-monárquica, onde a Monarquia é só castelos, palácios, condes, viscondes, tudo a custa do povo, o que é mentira, estes mesmos atributos estão nas mãos dos comendadores e políticos da Republica!
A ideia que a Monarquia está fora de questão em Portugal, e que é uma coisa só para alguns "bem nascidos" esta acabar, já ta a ter o seu fim!
29% dos portugueses preferia ter um Rei e não um Presidente da Republica, mas já não querem viver em Monarquia, isto deve-se mesmo a essa educação anti-monárquica onde as pessoas pensam que ter um Rei como Espanha é óptimo, mas ter uma Monarquia já é diferente, é voltar andar de coche e peruca, e não querem como é óbvio, mas se forem esclarecidas e confrontadas com a realidade ficam a pensar e muitas deles diziam como eu, Quero um Rei!
Mas para isso teríamos de viver numa verdadeira democracia, onde não houvesse medo de falar em outras hipóteses de regime, que não tivéssemos medo-vergonha do nosso passado, onde não houvesse revolta quando é colocada uma bandeira Portuguesa e não uma bandeira Monárquica como se diz, Fico contente ao ver jurássicos desta Republica furiosos quando se faz alguma iniciativa Monárquica, por exemplo a colocação das bandeiras, mostra que a medo, a Republica nasceu podre e esta podre, sem bases, facilmente cai, se o povo for verdadeiramente esclarecido, ter um Rei não está de todo fora de questão, mas para isso tem que haver a dita liberdade, que uns alegam como um dos grandes símbolos desta Republica para se poder falar nisso!
Vamos entrar no Centenário da Republica, é esta a hora de acabar com o branqueamento da historia, é a data certa para relembrar que esta Republica democrática onde vivemos, começou com sangue, com a morte de um Rei e de um filho, começou com o peso da Carbonaria e da Maçonaria que nos obrigaram a ter este regime sem perguntar ao Povo se queria viver com nele! São 100 anos sem historia, são 100 anos parados e congelados no tempo! É hoje, a hora de nós jovens sairmos para a rua e falar abertamente do Rei que reina e não governa, do Rei que é livre e não tem cor politica! Do Rei que não é Rei de Portugal mas Rei dos Portugueses! Um Rei que faz parte da historia de um povo, e é a continuidade viva da historia de um Povo!
Acredito seriamente que daqui a uns anos teremos um referendo, mas para lutar por um referendo, temos de lutar primeiro pela justiça e liberdade de um referendo, nunca poderá ser uma pergunta como a da questão do aborto, que claramente obrigava a votar sim, terá de ser uma pergunta justa e acima de tudo terá de haver uma preparação, o povo tem que estar verdadeiramente esclarecido, tem que saber as diferenças entre a Republica e a Monarquia, uma discussão sem tabus!
Eu quero um Rei e quero que o meu povo possa dizer livremente, queremos um Rei!
Viva o Rei!
Viva Portugal!
Duarte Seabra Calado
domingo, 30 de Agosto de 2009
Memorabilia
Os 9 reis da Europa em Londres:


Últimas Palavras Antes do Exílio:
“Forçado pelas circunstâncias, vejo-me obrigado a embarcar no iate Real “Amélia”. Sou Português e se-lo-ei sempre. Tenho a convicção de ter sempre cumprido o meu dever de Rei em todas as circunstâncias e de ter posto o meu coração e a minha vida ao serviço do meu País. Espero que ele, convicto dos meus direitos e da minha dedicação, o saberá reconhecersábado, 29 de Agosto de 2009
Let's Talk - Jantar Pró-Monarquia, dia 2
Aproveitando a boleia dos Conjurados XXI relembramos que na próxima 4a feira, dia 2, pelas 20h30 na Cervejaria Sol Dourado na Rua Jardim do Regedor, 19 ( perto dos Restauradores)vai ser feito um jantar para monárquicos e simpatizantes (e republicanos também, se assim quiserem). sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
COMUNICADO OFICIAL
Vamos mudar este país!!
VIVA O REI! VIVA A BANDEIRA AZUL E BRANCA!
Conjurados XXI
quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
terça-feira, 25 de Agosto de 2009
JOÃO FERREIRA-ROSA "Portugal foi-nos roubado, há que dizê-lo a cantar" e a falar:

segunda-feira, 24 de Agosto de 2009
sábado, 22 de Agosto de 2009
Entrevista de Dom Duarte de Bragança - i online

D. Duarte de Bragança teme ver o país entregue a uma comissão estrangeira. Sobre escutas é claro: “Não me importo que me escutem. Nada tenho a esconder”.
A causa monárquica voltou à ribalta com a polémica da bandeira hasteada na Câmara Municipal de Lisboa (CML). O chefe da Casa Real, D. Duarte de Bragança, desvaloriza o incidente e defende que o episódio até pode ter “um aspecto positivo” se “despertar a atenção para as bandeiras portuguesas”. Sobre a actualidade do país, assume que o caso das escutas em Belém não o preocupa. “Não me importo nada que me escutem. Nada tenho a esconder. E também deve ser esse o caso do Presidente da República”.
Como reagiu à notícia de que Lisboa tinha acordado com uma bandeira monárquica na CML?
É claro que nunca iria apoiar algo de ilegal e considero que se tratou de uma irreverência de juventude que não me parece condenável, porque a bandeira retirada foi devolvida e não houve nenhum desrespeito a símbolos nacionais, ao contrário do que disseram as pessoas que reagiram aborrecidas.
Então não aceita que isto seja tratado como um caso de polícia?
Não foi cometido nenhum estrago ou acto violento, portanto não me parece que exista aqui um caso.
Mas tem simpatia por esta iniciativa?
Nos países que prezam a sua história, as bandeiras históricas são todas consideradas com a mesma dignidade e colocadas muitas vezes em conjunto. Nas academias militares de Portugal, Brasil ou Estados Unidos, há esse culto. Faz parte da cultura cívica do povo. Se este episódio serve para despertar a atenção para as bandeiras portuguesas, pode ser um aspecto positivo. Mas claro que não é legal entrar num lugar público e mudar coisas que estejam lá expostas. É uma pequena ilegalidade, não me parece que se possa levantar um grande problema.
Esta acção também significa que a causa monárquica está viva?
A vitalidade do movimento monárquico em Portugal mede-se de outra maneira: por sondagens de opinião pública, pelas cerca de dez mil pessoas na Reais Associações e muitos outros grupos organizados de monárquicos em grupos de actividades diversas. Não têm é expressão eleitoral, no sentido em que os monárquicos que temos no Parlamento estão dispersos por muitos partidos.
Gostava de fazer uma consulta aos portugueses para saber se preferiam ter um rei como chefe de Estado?
Já foi feita, mas não foi divulgada. E tem resultados muito curiosos: 29% dos portugueses acha que um rei seria melhor do que um PR. Mas a maioria não tem opinião. Era bom que os portugueses tivessem liberdade para exprimir-se sobre esse assunto, mas num contexto honesto e não fazendo uma pergunta como a pergunta do aborto, que era totalmente direccionada para votar sim.
Cem anos depois da implantação da República, que balanço faz à situação actual da democracia portuguesa?
O que me preocupa mais é que ao haver 60% de abstenção numas eleições, damos uma importância excessiva a minorias muito militantes. Isto põe em causa o significado da democracia. Se as pessoas não votam por estarem desiludidas com a política, estão a deixar que alguns falem por eles. Se a política é tomada como um campeonato de futebol, em que se vota num partido por ser “o seu”, então não interessam as medidas que se defendem. A democracia não pode resumir-se a colocar um voto numa caixa de quatro em quatro anos. Tem de haver mais participação cívica, opinião, referendos.
Acha que isso acontece pelo descrédito da classe política junto dos eleitores?
Há gente muito boa e decente a fazer política. O problema é a própria instituição da democracia e o sistema em que estamos a viver, que gera esta situação. Temos um excelente Presidente da Republica (PR), deputados muito bons e pessoas muito decentes no governo. Mas não há uma cultura de participação cívica ou de raciocínio lógico.
Como assim?
Surgiu um movimento para as pessoas comprarem produtos portugueses, e acho muito bem. Mas a maioria das pessoas cujo emprego está em risco, que sabem que as empresas estão a fechar ou que a agricultura está a falir, insistem em comprar tudo estrangeiro. Em todo o Estado ou na administração pública não vejo um único carro fabricado em Portugal. Os alfas pendulares foram todos importados de Itália e depois os ministros vêm chorar porque o capitalismo é horroroso e deixa fechar a fábrica da Bombardier? É uma incoerência chocante e revoltante. E os portugueses deviam revoltar-se contra isso. Não faz sentido estarmos a pagar impostos para sustentar indústrias noutros países.
Está preocupado com a crise económica que vivemos e com o défice do país?
Parece-me perfeitamente claro que isto assim não pode continuar. Qualquer família que gaste mais do que aquilo que ganha vai à falência e isso também acontece com os Estados. Nós estamos a endividar os nossos netos, que vão ter de pagar os desperdícios e disparates que estamos a fazer hoje. O povo português ficou contente com a Expo, o CCB ou as auto-estradas em todos os cantos do país, mas essas coisas pagam-se. E depois falha-nos o dinheiro noutras coisas, como no sistema de saúde, que é fraco.
Como é que avalia a justiça portuguesa?
Os deputados fizeram uma legislação que torna muito difícil a aplicação da justiça, por causa dos procedimentos, recursos e picuinhices que empatam a justiça e dificultam o seu exercício. E depois não funciona para ninguém. Nem nos grandes casos nem nos pequenos
Que comentário faz ao caso Freeport?
Nenhum. Não foi julgado, portanto não posso dar opiniões. Não quero ser injusto com ninguém.
Acompanhou a recente polémica sobre as alegadas escutas no Palácio de Belém?
O Presidente da República é uma pessoa de bem sob todos os aspectos, portanto não se deve importar nada que lhe façam escutas.
Mas acha normal que o Palácio de Belém possa estar a ser vigiado?
Depende de quem faça as escutas. Se tivermos um serviço de segurança bom e eficiente – e temos, como se prova por não haver terrorismo em Portugal – é preferível escutas e vigilância a mais do que a menos. Onde as escutas são inconvenientes é quando servem para espiar, por exemplo entre empresas ou indústrias, ou para saber escândalos da vida privada que possam ser utilizados em chantagens. O importante em democracia é que tenhamos confiança nos serviços que suportam a nossa segurança. Não me importo nada que me escutem, porque não tenho nada a esconder. E acho que também deve ser esse o caso do PR. Mas não sei se é escutado ou não. O que acho é que quem tem cargos públicos de responsabilidade deve aceitar que a sua vida seja transparente.
Não sei dizer. Acho é que há um pouco a tendência dos partidos no poder, sobretudo se tiverem maioria, para acharem que têm o direito a privilégios, lugares e vantagens. Isso é muito perigoso. Devíamos seguir mais o modelo inglês, em que a administração é uma coisa e a política outra: as pessoas competentes que estão na administração ficam, independentemente dos partidos no poder.
Não. Um governo de coligação é benéfico, no sentido em que se cria uma maior dinâmica de diálogo e participação. Mas o importante é que tem de haver um acordo entre as principais forças políticas para que se tomem as medidas difíceis que têm de ser tomadas. Se não houver esse acordo, os partidos que estiverem no poder não tomam medidas duras com medo de se queimarem eleitoralmente. Se essas medidas forem tomadas por consensos, todos se responsabilizam.
É favorável a um Bloco Central?
Não faz diferença se é Bloco Central ou aliança com os pequenos partidos. Quanto mais forças políticas participarem, mais se pode mobilizar o país para que um governo possa governar a sério. Quanto mais tarde forem tomadas medidas, pior, e se não forem tomadas corre-se o risco de ser uma ditadura a tomar conta do poder para fazer o que é preciso. E falo de uma ditadura que não é necessariamente militar. Se o país entrar em bancarrota, o BCE ou o FMI podem dizer que ajudam a salvar o país, com a condição de nos governarmos de determinada maneira, com uma comissão de gestão estrangeira. E caminhamos para aí: se não fizermos o caminho certo, alguém vai ter de tomar conta de nós.
Que opinião tem sobre os dois principais candidatos a primeiro-ministro?
Nunca tomo posições partidárias. Não posso fazê-lo devido à minha condição de chefe da Casa Real portuguesa.
Não vota nas legislativas?
Voto nas eleições autárquicas, porque é uma democracia mais directa, conheço as pessoas. Votar mas legislativas seria tomar uma posição partidária que não posso tomar.
sexta-feira, 21 de Agosto de 2009
Comunicado Oficial
Os conjurados informam, que estão todos de bela saúde, contentes com os resultados e o impacto da primeira actividade! O nosso objectivo foi conseguido com glórias, hoje fala-se mais em Monarquia que ontem! Dentro em breve não se vai falar mas querer viver com Ela!
Viva o Rei
Viva Portugal de Azul e Branco!
Vamos Mudar?
Bandeiras/Cascais: ConjuradosXXI apelam aos cidadãos para "não terem medo" de ser monárquicos
Lusa
10:26 Sexta-feira, 21 de Ago de 2009
Cascais, 21 Ago (Lusa) - Os jovens que colocaram bandeiras da Monarquia na Cidadela de Cascais defendem que um rei pode trazer a Portugal "estabilidade" e "orgulho de pertencer à pátria", apelando aos cidadãos para que "não tenham medo" de ser monárquicos.
Numa entrevista à Lusa, quatro dos cinco autores do blogue ConjuradosXXI que hastearam uma bandeira azul e branca na porta principal da fortaleza e outras quatro em postes junto da estátua de Dom Carlos, na madrugada de quinta-feira, mostraram-se orgulhosos pela acção e comprometeram-se a continuar a dar voz à sua causa.
"Muitas pessoas têm medo e não assumem que são monárquicos, porque acham que não é possível, que não é concretizável. Quisemos mostrar que é possível ter estas ideologias e fazer estas acções. Não estamos sozinhos, há muita gente em Portugal que que também é monárquico, as pessoas nem têm noção", afirmou um dos jovens.
"Há ideias erradas: se somos monárquicos, vamos andar todos de peruca, ter um grande anel no dedo, andar de coche, mas com certeza há monárquicos na Amadora, em Cascais e em Almada" ,acrescentou um colega, que também preferiu o anonimato.
Apesar de o grupo não se importar de ser filmado ou fotografado de costas, nenhum dos elementos quer dar a cara ou o nome, por acreditarem que podem vir a sofrer "represálias".
Para os ConjuradosXXI, o importante não é identificar os defensores da Monarquia, mas colocar a discussão sobre uma reimplantação do regime "na agenda do dia", até porque nas próprias escolas é ensinado que "o rei era o mau da fita".
"Como todos os regimes e ideologias, tem todos os lados da medalha, mas uma Monarquia traz acima de tudo uma estabilidade, uma serenidade, uma paz que uma República, que é por natureza rotativa e que está mais ligada a facções políticas, a interesses políticos e muitas vezes económicos", explicou um terceiro bloguista.
Segundo o jovem, que lembrou que a ditadura mais longa ocorreu em plena República, a formação de um futuro rei é direccionada desde cedo para "governar e representar a nação, uma pátria a que ele pertence: "O Presidente da República promove-se a uma elite, o rei entrega-se de alma e coração porque foi educado para isso".
A ideia foi corroborada pelo quarto elemento do grupo (o único que subiu à muralha da fortaleza de Cascais), para quem a aprendizagem de funções por um primeiro-ministro ou um presidente da República diminui as suas capacidades de governação se comparado a um rei, que consegue fazer alastrar um "orgulho de pertencer à pátria".
"Em Espanha há o orgulho de pertencer àquela nação, aqui não", lamenta.
A iniciativa de quinta-feira dos ConjuradosXXI requereu, segundo os próprios, uma pequena escada e algum "treino ninja".
Durante a acção, o grupo que aguardava pelo elemento que tinha subido ao forte viu passar dois carros da PSP e um da GNR, mas não chegou a ser abordado.
ROC.
Lusa/fim
quinta-feira, 20 de Agosto de 2009
Comunicado Oficial
Estamos de óptima saúde, agradecemos a todos os que nos apoiaram e aos que não o fizeram, paciência...
VIVA O REI
Comunicado Oficial
Os conjurados vem por este meio comunicar e desmentir parte da noticia avançada pela TVI, que comunica que existe ligação do "nosso movimento" (Conjurados do sec. XXI) ao movimento 31 da armada.
A nossa ligação a este movimente é uma ligação de valores e de apoio a todo o tipo de actividades Monárquicas.
VIVA O REI!
Os conjurados do sec. XXI
O Pretendente ao Trono e Vasco Pulido Valente
Fiquei espantado pela forma como o Vasco Pulido Valente reagiu à iniciativa do 31 da armada de hastear a bandeira monárquica na varanda da Câmara Municipal de Lisboa. Antes de mais gostava de fazer uma declaração de interesses, eu gosto do VPV, eu leio o VPV e acho que o próprio VPV deu uma enorme contribuição, enquanto historiador, para desmistificar muitos dos mitos da república - na verdade o povo não queria a república, ninguém ouviu o povo sobre o assunto e nunca o partido republicano teve força para ser governo - VPV ajuda-nos a perceber isso nas suas obras. Mais do que isso, VPV é autor da última biografia de Henrique de Paiva Couceiro, o qual apelida de "o herói português". Por estes motivos e muitos outros, merece a minha estima e consideração.
No entanto, gostava de contar uma história ao VPV. Pelo que vou tentar ser breve, pelo menos tão breve como me permite o facto de ter que contar uma história, a um historiador, vejam lá. Não sei se vou ter sucesso - mas pelo menos tentei. Nunca fui um monárquico de meia-tigela.
Algures em Sintra vive uma família. O pai chama-se Duarte, nome herdado de seu pai Duarte Nuno, a mãe chama-se Isabel, têm três filhos, dois rapazes e uma rapariga. O mais velho é o Afonso, depois há o Dinis e por fim a Maria Francisca, nomes tipicamente portugueses.
Duarte nasceu com uma responsabilidade acrescida sobre os ombros, diziam-lhe que era pretendente ao trono, herdeiro da História de um povo, o povo português. Duarte não teve uma infância fácil, nasceu no exílio na Suíça - exilado da república e exilado da ditadura. Os seus padrinhos de nascimento foram o Papa Pio XII e a Rainha D. Amélia, mulher do Rei D. Carlos. Na década de 50 volta a Portugal, estudou em colégios privados e depois no colégio militar. Cumpriu o serviço militar em Angola, tal como muitos outros portugueses, infelizmente alguns lá ficaram.
Ainda antes do 25 de Abril Duarte, tal como muitos jovens da sua geração, apoiou vários movimentos que reclamavam a autodeterminação das colónias. Mais tarde, já em liberdade, foi um activista decisivo, e de reconhecido mérito, na campanha Timor 87. Enquanto ser humano teve a oportunidade de privar e ter como amigos importantes figuras, de todas as áreas e espectros políticos, importantes para Portugal. Duarte dedicou a sua vida a ser uma pessoa séria e coerente.
Vivemos actualmente num país em que o Primeiro-Ministro mandou fechar a faculdade onde andou, o mesmo Primeiro-Ministro que é investigado pelas autoridades inglesas num escândalo sobre corrupção. O Presidente da República também já foi Primeiro-Ministro, e teve como seu Ministro um ex-banqueiro que agora está preso e nesse mesmo banco, um outro Ministro havia, que está a ser investigado e que o Presidente da República colocou como Conselheiro de Estado. Isto é a república, supostamente investida de poderes equalitários e de ética, a chamada ética republicana.
É preciso lembrar que igualdade é o chefe de estado ser o primeiro entre os iguais, ser o verdadeiro árbitro e moderador do sistema, independente e imparcial - ser do povo, pelo povo e de todo o povo. Cavaco Silva foi eleito por cerca de dois milhões e setessentos mil portugueses - somos cerca de dez milhões.
Quando o VPV diz que é preciso um pretendente está errado. O pretendente existe e vive como qualquer português médio, em Sintra, com a família - estudou, esteve na tropa e até foi à guerra. Leu, informou-se e tem opiniões políticas. Mas mais do que isso tem uma enorme vantagem relativamente aos políticos, classe à qual nunca ambicionou pertencer, é sério e é reconhecido por isso. Como Chefe de Estado seria imparcial, sem ter que fazer favores às empresas que lhe deram emprego, ao partido que o ajudou a eleger, aos comentadores políticos que o bajularam e aos grupos económicos que pagaram a sua campanha.
Como um amigo me disse ontem, "o sistema democrático estará sempre seguro, nem que para isso tenhamos que ir às três da manhã entregar uma coroa a uma criança em Sintra". Pois é, D. Duarte de Bragança tem um filho.
João Gomes de Almeida in Amor em Tempos de Blogosfera
quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
Missão Cumprida
Às 04:o0 da madrugada a Cidadela de Cascais capitulou, não sendo oferecida resistência, imediatamente, se deram VIVAS AO REI e á NAÇÃO! Cinco Bandeiras do Reino orgulhosamente desfraldadas, marcaram o feliz histórico momento!
Orgulho Portugueses, Portugal é grande outra vez!!
Viva Portugal, Viva o Rei!



































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E NADA A FARÁ PARAR!














