quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Nova Direcção da Juventude Monarquica de Lisboa

Após a demissão da direcção da Juventude Monáruica de Lisboa, a Direcçãoda Real Associação de Lisboa designou nova direcção paara a JML, com a seguinte composição:


Presidente - Duarte Seabra Calado

Vice- Presidente - Francisco Franco de Sousa

Secretário - Pedro Rodrigues de Castro

Tesoureiro: Tomaz de Mello Breyner

Vogais: João Júlio Teixeira, Pedro Lira e Filipa Xavier

Vogais Suplentes: Mariana Guimarâes, Pedro Lopes Martins, Joana Bordalo, Catarina Mattos Correia

terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

Precisamos de Ti

Se és Jovem e Monárquico, inscreve-te na Juventude Monárquica de Lisboa da Real Associação de Lisboa e vem nos ajudar a Fazer um Portugal REALmente Monárquico!
AQUI!

Os Inimigos da Monarquia

Este é um texto que não agradará a alguns monárquicos. Por isso vai ser polémico.Mas é uma análise que tem de ser feita, uma ponderação essencial se queremos ter condições para restaurar o Regime Monárquico em Portugal. Se queremos, assumir a coerência das nossas convicções, que nos leve a ter uma postura determinada e empenhada, teremos primeiro de acreditar no nosso discurso, depois perceber para quem estamos a falar e finalmente perceber que nunca poderemos trair, ou estar sujeitos á traição de alguns.

Começo pelo fim. A traição ou a subalternização se preferirem, do ideal monárquico e do objectivo da restauração do regime monárquico, às ideologias políticas, aos partidos políticos, aos poderosos, aos interesses e às vaidades. A história relata-nos inúmeros factos de traição que originaram as mais críticas entre todas as crises de nacionalidade. Também a história da Revolução Liberal e da Guerra Civil. Também a história do Regicídio e da implantação da República. Ainda toda a história da resistência monárquica da 1ª República e sobretudo a do Estado Novo. Não os vou agora repetir. Eles estão narrados em inúmeros documentos históricos e em inúmeros livros. Heróis á muito poucos, heróis houve muito poucos. O último herói monárquico e nacional, chamou-se Henrique Paiva Couceiro.A regra é outra…a generalidade dos homens são compráveis ou alienáveis. Mais facilmente aqueles que estão sempre nos bicos dos pés para ocuparem lugares de relevo. Também com facilidade aqueles que se assumem pela vaidade ou por desejo de protagonismo.Não tenho ilusões, não quero meter a cabeça debaixo da areia.Não tenho dúvidas que todo aquele que está numa Organização Monárquica com funções de responsabilidade, mas simultaneamente milita numa organização partidária, está mais sujeito a ser comprado, a ser influenciado, a ser controlado, do que um outro que tenha uma exclusiva dedicação a essa Organização ou Causa. Muitos até com inteligência e capacidade de adaptação ao momento actual, para lá entraram e lá estão, esperando por essas tentações partidárias, quando não já ao seu serviço. A permissividade ao controle, à influência, à dominância e aos argumentos de estímulos de natureza social e financeiros dos partidos políticos é assim, a mais fácil e objectiva forma da República combater a Monarquia. É o primeiro inimigo dos monárquicos.O segundo inimigo, também muito grave. A mentalidade dominante dos mais activos. Para eles ser monárquico é uma postura de elevação no seu estatuto social. Uma sobranceria, que os coloca num patamar de arrogância, que pura e simplesmente inibe, muitas vezes até pelo ridículo, a simpatia e aproximação dos humildes. Ainda muito grave, é o terceiro inimigo. A falta de cultura e de experiência política dos dirigentes monárquicos. A mensagem política é inconsistente, muitas vezes incoerente com o seu próprio ideal, as suas estratégias ou a sua ausência, não visa objectivos, as suas acções são inócuas, a sua actividade política não tem expressão. De tudo isto resulta o quarto inimigo dos monárquicos. Muito poucos acreditam na restauração do Regime Monárquico. Entre esses, são ainda muito menos, os que estão disponíveis para a luta. A dominância monárquica é de natureza sentimental, uma nostalgia. Os verdadeiros inimigos da monarquia não são os republicanos, são os próprios monárquicos. As críticas que tão frequentemente se ouvem à Republica, assumem assim um carácter de conforto para as consciências. Os discursos e as mensagens, quantas vezes irrealistas ou contraditórias, são entendidas, como uma forma de desculpabilização da ausência de convicção.Mas perante todos estes inimigos da monarquia, existe e começa a surgir, uma nova mentalidade, uma nova postura, uma mais forte convicção, uma nova geração de monárquicos.Estes estão conscientes que não podem pactuar com os inimigos. Estes sabem que é com o povo e estimulando o sentimento patriótico do povo, que crescerá a dinâmica da restauração do regime monárquico. Estes sabem que o discurso tem de ser coerente e consistente.Estes sabem que não podem ficar a conversar apenas entre eles e a olhar para o umbigo.Estes sabem que só pela coragem de enfrentar o dia e não agir pela calada da noite, se poderá ultrapassar a descrença e passar a Acreditar.Estes não querem estar em privado com o Rei, mas querem que o Rei venha até junto do povo. Pessoalmente, estou de alma e coração com estes últimos e nunca me peçam para lidar com os inimigos e deixar de os combater. Infelizmente há muitos, que são monárquicos ou se afirmam como tal, mas cuja postura, só favorece os republicanos e a actual Oligarquia partidária. E é muito mais fácil combater frontalmente um inimigo ou adversário que se assume como tal, do que aquele que está dissimulado, ou que por inconsciência, insegurança ou inconsistência, é um empecilho de uma luta ou um seu aliado.


José J. Lima Monteiro Andrade

Comunicado Oficial


Esclarecimento Publico

"A natureza do "Jornal Monárquico" que tem sido amplamente publicitado ao longo das últimas semanas: ao contrário da mensagem que alguns têm tentado passar (muitas vezes por simples desconhecimento), este "Jornal Monárquico" não é uma publicação oficial, tratando-se (muito provavelmente) de uma fraude patrocinada por grupos interessados na divisão dos monárquicos e no enfraquecimento da Causa Real. Assim sendo, apelemos a que divulguem esta informação e (por este e outro meios) procurem também contribuir para o esclarecimento desta questão." Publique-se: Nota Interna de Esclarecimento. ]

Deste modo, os Conjurados, não apoia, este mesmo meio de comunicação dito monárquico e realçamos mais uma vez o apoio ao único Rei de Portugal, SAR, Dom Duarte, Duque de Bragança.

Agradecíamos a todos os possíveis a divulgação deste comunicado!

Os Conjurados

terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

É Natal


Feliz Natal e Próspero Ano Novo


Caros Seguidores, Amigos, Inimigos e Simpatizantes,

Os Conjurados XXI vêm desejar a todos os seguidores do blog, um Feliz e Santo Natal!!
Agradecemos também, todo o apoio, mensagens, todos têm mandado para o nosso blog e e-mail, de maneira a dar-nos força para continuar a lutar pela grande Causa!! Por isso, também, muito obrigado!

Um Santo e Feliz Natal e um óptimo 2010!!

Cumprimentos a todos,

Conjurados XXI

sábado, 19 de Dezembro de 2009

A dor de cotovelo do Dr. Louçã


Pedro Quartin Graça

O líder do BE, Francisco Louçã, manifestamente, acusou o “toque” e revela a maior dor de cotovelo por ver outros, que não os seus apaniguados, manifestarem-se na rua pelas ideias e os ideais que defendem. E vai daí botou discurso revelador do seu anti-monarquismo primário.
Louçã realmente não percebe. Não consegue entender como, em pleno séc. XXI, existem larguíssimos milhares de portugueses que discordam do “regime perfeito” que entende ser a República e defendeu hoje que aquela “é a única forma de democracia responsável” e o sistema político que “combate as desigualdades”, assinalando que apenas a “direita reaccionária” deseja regressar ao “atraso” da monarquia.
Discursando na Carregueira, no final de um almoço/comício de apoio à candidatura do BE no concelho da Chamusca, Louçã, inflamado, lançou ataques ao Governo PSD/CDS liderado por Durão Barroso por uma tentativa de alterar a Constituição para que as “futuras constituições pudessem ser ou republicanas ou monárquicas” e também à iniciativa de homenagem ao rei D.Carlos, organizada pela Causa Real – a quem chamou “pequeno grupo patusco” – no domingo à noite. “Hoje pela madrugada fora, um pequeno grupo patusco atrás de um milionário banqueiro [Paulo Teixeira Pinto, antigo administrador do BCP e presidente da Causa Real], que conduziu um dos maiores escândalos da criminalidade económica em Portugal, lá apareceu pelo Tejo a gritar as saudades da monarquia”, afirmou, referindo que “sobretudo na cultura mais reaccionária da direita”, ainda “há gente que reclama o regresso ao passado, o regresso ao atraso, à monarquia e à diferença”. Para o líder bloquista, o princípio republicano, “que é o princípio elementar da democracia, que é o que torna todos iguais, na República todos são iguais em deveres e direitos, é a força da República”. “República e democracia são uma e a mesma coisa”, advogou.
Vincando a sua ideia, Louçã estabeleceu uma oposição entre República e monarquia, considerando que esta última representa “o contrário” da primeira: “Na monarquia há súbditos, o poder não é eleito, o poder do chefe de Estado passa dentro da família, por linhagem familiar e não pela responsabilidade da escolha democrática e o país está dividido em duas classes, os soberanos que têm o poder e os súbditos que têm de obedecer aos soberanos, a monarquia é o contrário da democracia”. Falando para quase duas centenas de apoiantes, numa freguesia onde foi o segundo partido mais votado nas legislativas (com 18 por cento), o bloquista defendeu que a República “é a única forma de uma democracia responsável, em que todos estão em iguais em deveres e em direitos”.
“O grande combate pela República não é o que olha para trás, porque essa monarquia e essa arrogância está vencida para todo o sempre, agora é mero folclore dessa cultura reaccionária dos partidos da direita que ainda agitam de vez em quando a saudade do rei ou da corte ou da aristocracia ou dos privilégios. O que é preciso para a República é olhar para a frente, para o futuro, e ser mais exigente, ser mais republicana e ser mais democrática”, concluiu.
Todos aprendemos com os outros. E da reacção pública do totalitário Dr. Louçã recebemos a lição de que o caminho traçado está correcto e é aquele que deve ser trilhado no futuro. E olhe Dr. Louçã, não vale a pena mandar mais grupos de bloquistas travestidos de pseudo “anarcas” boicotar as manifestações monárquicas porque essa música já nos conhecemos.

UM REI, PARA OS REPUBLICANOS


Arq. Gonçalo Ribeiro Teles

Portugal atravessa um período crucial da sua existência. Os portugueses parecem terem perdido a razão de ser do nosso país como Nação, Estado e Pátria. Para isso, contribuíram, sem dúvida, o desconhecimento da sua história, pela grande maioria dos portugueses, e as dificuldades económicas e de subsistência de parte da população. O anúncio de quais dificuldades se resolveriam com a contribuição financeira vinda da U.E. tarda a resultar em beneficio dos mais necessitados, o que contribui para o desalento dos que esperavam essa ajuda com que um “maná” cáido do céu.
O tempo, no entanto, não pode ser de resignação mas sim de esperança porque ainda são muitos aqueles que acreditam, mesmo sem o traduzir em atitudes, na vontade inabalável do povo português em continuar a querer ser uma Nação e constituir um Estado que mantenha os laços de solidariedade com as muitas comunidades de portugueses e descendentes espalhadas pelo mundo. Da força e vontade do Estado Português depende o desenvolvimento da Lusofonia de que há a esperar um papel relevante na construção do futuro da Humanidade.
A decadência política e social, a dependência económica, a inoperância do Estado e das suas instituições, o pouco prestígio internacional, consentâneo com a real presença de Portugal no Mundo, têm conduzido à diluição gradual da soberania nacional e ao desconhecimento do nosso passado, o que tem contribuído para o desmembrar dos laços culturais e de solidariedade entre os povos que assumem no Mundo a língua e a cultura portuguesas.
A Instituição Real é um instrumento necessário à recuperação do prestígio do país, ao reconhecimento internacional da sua importância e ao reforço dos laços de solidariedade entre Portugal e os povos e comunidades lusófonas.
A restauração da Instituição Real só será possível através da formalização de um consenso nacional.
Os monárquicos são chamados, para se conseguir esse consenso, a travar um diálogo aberto e amigo com todos os Portugueses sobre a Instituição Real. Há que sair dos tradicionais colóquios voltados para dentro, e procurar o encontro com aqueles que, nos mais diversos campos políticos, também temem pela perda gradual da independência do nosso país e, consequentemente, pelo futuro das relações de Portugal com as comunidades portuguesas espalhadas pelo Mundo e com os novos Estatutos lusófonos.
A Instituição Real nasceu com Portugal e presidiu ao seu desenvolvimento e expansão com base numa aliança do Rei com o Povo. Hoje, a maioria dos portugueses esqueceram tal facto e, por isso, criticam o papel que a Instituição Real desempenhou na formação e desenvolvimento de Portugal. Falsos preconceitos vilipendiam ou mesmo ridicularizam a estatura humana Real e da Monarquia.
As razões que a seguir se apresentam a favor da Monarquia, são aquelas que melhor desmascaram os mais vulgares preconceitos sobre a realeza.
Rei e Liberdade
A Liberdade do rei, ao serviço de todos é uma referência que obriga ao reconhecimento de cada um. Por isso, o “servir o Rei” não é mais do que o reconhecimento do serviço que cada um deve prestar à comunidade.
Monarquia e Democracia
A monarquia moderna nos dias de hoje é indissociável da Democracia. A monarquia moderna apoia-se na Democracia e esta só se poderá desenvolver, com total participação dos cidadãos se tiver, como esteio permanente, a Instituição Real.
O governo depende do Parlamento que domina o poder legislativo. O Povo está representado no Parlamento através dos deputados eleitos para as sucessivas legislaturas, pronunciando-se apenasw no acto eleitoral ou se em situações críticas for chamado a pronunciar-se por referendo. Mas, por mais curtas que sejam as legislaturas, a vida política e social corre dia-a-dia. O elo permanente entre o Povo e o Parlamento terá que ser o Rei. Elo independente que permanece na sua função ao lado do Povo durante o tempo de cada legislatura.
Ao Rei compete a supremacia do poder, o que não significa que assuma o absolutismo ou retenha na sua mão a totalidade dos poderes mas, apenas nele reside o poder de, em seu nome e no do Povo, proferir a suprema palavra de Estado. Ele personaliza esse poder e exerce-o como representante da Dinastia, em nome do Povo, e não de qualquer estrato social, poder económico ou partido político, mesmo que maioritário. Deste facto resulta, por um lado, a fragilidade da monarquia perante os totalitarismos das maiorias que geram os ditadores mas, por outro, a sua grandeza, devido à independência, ao lado do Povo, face às contigências e conjunturas temporais da política e dos interesses económicos, sociais e ideológicos.
O rei, sem se ilegitimar, nunca poderá ser o chefe de facções, de movimentos sociais ou de interesses particulares, terá sempre que procurar o bem comum e defender a independência nacional, representando o que é transcendente na ordem política.
O rei simboliza a Nação, personaliza o Povo, na sua dimensão histórica. É, como Chefe de Estado, o defensor das minorias e o garante da continuidade da Nação e do seu futuro.
A continuidade dinástica garante a permanência do essencial para lá da morte.
Monarquia e República
A Instituição Real é ao longo da história, o regime que melhor serve a “res publica” contra a ambição dos interesses particulares, a arbitrariedade dos poderosos e o conluio de privilegiados. Negou-se a si própria sempre que permitiu a ditadura ou a oligarquia. Daí que, recentemente em Espanha, o Rei seja reconhecido pelos “republicanos” que o são por respeito à “res publica”, como seu rei. Assim o refere Philippe Nourry no titulo do seu livro: Juan Carlos. Un rey para los republicanos. Não há portanto, que distinguir uma ética republicana duma ética monárquica.
No sentido profundo dos dois termos não há antagonismo entre Monarquia e Res Publica, ma sim, entre um Chefe de Estado vindo da história, representante dos valores permanentes da comunidade e um Presidente dependente duma eleição periódica, proposta e sustentada por grupos de cidadãos, partidos e diferentes interesses legítimos ou não.
Portugal e o Mundo
Nos últimos tempos a posição do nosso país tem sido ultrapassada, nas instituições internacionais por outros países que nos estão próximos. A Espanha, geograficamente, e a Bélgica e a Holanda, em dimensão territorial e demográfica. Tal facto, resulta, em muito, do prestígio resultante da existência, nesses países, da “Coroa” como alto símbolo do Estado e garantia da continuidade duma presença e da estabilidade duma política.
A Nação Portuguesa e a presença da sua cultura no Mundo, através de povos e comunidades, não deve estar amputada da instituição que melhor prestigiar internacionalmente e servir como instrumento de presença cultural nas comunidades portuguesas e nos novos estados lusófonos.
Na realidade, somos um povo que tem uma língua, uma história e constitui um todo, uma Nação de que a dinastia faz parte como parte integrante essencial.
Sempre defendemos que a integração de Portugal na U.E. é necessária ao actual contexto internacional e para o desenvolvimento do nosso país. No entanto, há que continuar a defender intransigentemente a soberania de Portugal e a ampliar institucionalizar as relações com os Estados lusófonos e s comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.


Fonte: Boletim “Estrada Real”, n.º9-10, Ano 2001. Boletim da Causa Real

Mensagem de Paulo Teixeira Pinto

“IR PARA DIANTE”

Hoje, hoje é o tempo.
Hoje é o ano.
Hoje é a noite do dia.
Hoje é a noite do dia em que resgatámos da terra e agora atiramos ao vento as palavras d’ El Rei D. Carlos sopradas ao mar: “Ir para diante”!
Sim, Senhor, cumpriremos o nosso dever cumprindo o vosso comando: – e iremos para diante!
Olhai Majestade o Vosso e nosso estandarte que de novo flutua no ar, assinalando com as suas cores sem mancha de sangue o advento do tempo novo!
Olhai Majestade, e convosco todos os Reis vossos antepassados e nossos antigos soberanos, e convosco todos os vossos descendentes e nossos futuros Reis, olhai todos Senhores, o Vosso povo aqui presente!
Olhai Senhores o Vosso povo de novo desperto, proclamando o tempo que vem.
Olhai de perto Senhores para os Vossos jovens – para estes jovens que desafiam o passado porque se sabem senhores do futuro.
Hoje começa o futuro.
Hoje, hoje é o tempo.
O tempo em que, outra vez, começamos a restaurar o ideal real feito real ideal.
Hoje é o ano.
Hoje é a noite do dia – do dia que se apresentou em madrugada de nevoeiro e agora se revela como noite iluminada de vésperas.
Hoje, hoje é a hora da hora!
É a hora!
Vamos para diante!
É a hora!
A Vossa hora – a nossa hora!
A hora de um princípio sem fim.
É a hora!
Vamos para diante!
E que viva o Rei!
E que viva Portugal!

A Nossa Rainha


As Unicas Armas de Portugal

«É uma tolice...»

Já dizia o presidente do governo Francês, A. Briand em 1905 ao então Marquês de Lavradio, aquando da primeira visita oficial de El-Rei. D. Manuel, numa conversa sobre uma possível revolução republicana, «É uma tolice; Portugal é um País muito pobre para ter uma República. As Repúblicas são muito mais caras que as Monarquias».

Na maioria das opiniões Republicanas e mal fundamentas, acusam as Famílias Reais de exagerarem em gastos supérfluos, gastos pagos com dinheiros dos contribuentes, algo que supostamente não existe em República. Basta olhar actualmente para o nosso passado republicano e pensar na quantidade de exageros de reformas a Ex-Presidentes da República, que todos eles mantém guarda, e serviços pagos pela Casa Civil, mesmo não estando em exercício! Mas nada melhor que apontar os erros com certezas e números, fazendo uma comparação básica, com o nosso País vizinho, Espanha, tendo um regime Monárquico, e Portugal um regime Republicano: A Monarquia Espanhola, custa a cada espanhol, 0.19€, a Presidência da República Portuguesa custa a cada português 1.58€, o governo Espanhol transfere para a Casa Real 9 milhões de euros e o governo Português transfere para a Presidência da República 16 milhões de euros.

Não podendo esquecer, que a Casa Real Espanhola, tem maiores obrigações protocolares, mais residências a necessitar de constantes restauros, e mais supostas "desprezas". Com estes números, talvez fiquem por terra as acusações mal fundamentadas e demagógicas que as Monarquias são só luxo e exagero de gastos á custa do Povo, e que Briand em 1905 já sabia disso.

Agora pergunto; o que ainda nos falta para querermos sair disto?


Duarte Seabra Calado

quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Duque de Bragança

Chegou a isto!


segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Vila Viçosa - Dia da Padroeira e Rainha de Portugal









sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Os Conjurados no Solar da Rainha

quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

O Presidente da Republica

Isto diz tudo! A figura do Presidente da Republica, NULO!

A liberdade do Rei … é também a nossa

A importância da chefia do Estado não tem sido assinalada. Nem sequer é por todos apreendida. A estabilidade política em que o país tem vivido torna menos nítido o papel que pode caber ao Chefe do Estado, sobretudo em casos de especial emergência.

O cenário governativo que o desenvolvimento da campanha eleitoral permite antecipar está longe de ser tranquilo. Teremos seguramente um parlamento fragmentado e incapaz de oferecer solidez a uma solução de governo. Estes são ingredientes suficientes para que o Chefe do Estado desempenhe um papel mais interventivo. Não afasto a hipótese de poderem (ou deverem) ser tomadas medidas de certo impacto e de eventual ruptura. Medidas de excepção que convocarão desconfianças de uns e protestos de outros. E, por certo, o clima de suspeita será potenciado pelas relações já não muito amistosas entre a presidência da república e certos meios governativos.

É neste ambiente de águas revoltas que melhor se percebe a vantagem que uma genuína independência apresenta face ao que me parece ser um mero reflexo formal dela. Por muito que ambicione a neutralidade, e a procure com afinco, o presidente da república é fruto do jogo partidário. Emerge dessas refregas e é esse o seu pecado original. Ainda que se empenhe em encontrar soluções imparciais, e mesmo que do ponto de vista objectivo elas sejam de facto imparciais, a marca da origem partidária lá está, como mácula que impede que as suas decisões sejam acatadas por todos sem quaisquer reservas mentais. Sempre haverá quem veja na decisão um frete aos amigos de sempre ou uma traição. Não é preciso esgotar o nosso capital de imaginação para prever situações de conflito. Pense-se, desde logo, no convite para formar governo.

Ora, o Rei, por não provir dos partidos, não terá necessidade de saciar as clientelas que à sombra deles descansam. É esta, sem dúvida, a mais evidente vantagem da Instituição Real face ao sistema republicano. É uma vantagem genética. De origem. De proveniência. O Rei faz do supra partidarismo muito mais do que a sua essência a sua razão de ser. E essa confortável posição, que nem sequer carece de demonstração, confere-lhe uma legitimidade incontroversa. Um trunfo agregador capaz de mobilizar a comunidade para aquilo que entende ser o bem comum. O Rei até pode errar. O erro não será monopólio dos republicanos. Contudo, nunca terá a tentação de favorecer uns em detrimento de outros. Nunca terá o censurável desejo de agradar, hoje, a quem permitirá que ele volte a ser o Chefe de Estado amanhã.

Antecipo, como já referi, tempos difíceis na ressaca dos resultados eleitorais. Tempos exigentes. Infelizmente, creio que o presidente da república não conseguirá obter a confiança que mais facilmente o Rei conquistaria. É que o presidente da república, numa altura em que até já se fala nas eleições presidenciais e em putativos candidatos, de uma maneira ou de outra, está refém dos partidos. O Rei, por seu turno, não. O Rei é livre. E, nessa medida, nós somos livres também.


Nuno Pombo * (Set-2009)

terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

Mensagem de S.A.R. O Senhor Dom Duarte parte 1

Mensagem de S.A.R. O Senhor Dom Duarte parte 2

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

AI Cavaco, Cavaco, Já tens a Cama Feita

A Ètica e a fallta dela


Nestes últimos tempos, a entrarmos no centenário da Republica, desdobra-se o leque de actividades ditas "Republicanas", uma delas é uma conferencia que será algures por Lisboa, Como grande convidado, o "Senhor Grande Arquitecto" Mário Soares, tem de seu nome, A ética Republicana.


Eu pensei ir, porque? quero ver o que o nosso antigo chefe de estado e "Pai" da Liberdade e Democracia, tudo palavras muito usadas mas pouco metidas em pratica, pois não nos podemos esquecer da grande liberdade das primeiras Republicas e mesmo actuais nos deram, liberdade religiosa? Ou democracia? Pois a prova que em Republica muito facilmente se acaba com a liberdade é os anos de ditadura, possíveis em Republica!


A ética será para a republica a deontologia por onde se rege a mesma, mas posso transcrever mais especificamente umas afirmaçoes de Jorge Sampaio: "A ética republicana exige competência, devoção ao serviço público, transparência, disponibilidade para abandonar o cargo exercido a outros melhores, nos termos da lei. A ética republicana exige que o funcionário sirva a República e proíbe-o de se servir da República para promover os seus fins pessoais ou os de um determinado grupo..."


Isto é o que nos andam a tentar mentalizar desde 1910, mas será que o Povo Português continua a cair? Não se lembra de Afonso Costa que colocou os Cunhados, Irmão e Amigos em altos cargos da Republica? O mais recentemente, ate com o senhor que faz estas mesmas afirmacoes, manda cair o governo de Pedro Santana Lopes, para beneficiar o partido que o colocou na cadeira?


Será etnicamente correto um regime Assassino? Que tem como grande orgulho e como começo a morte de um Chefe de Estado e de seu Filho, e expulsa de maneira ordinária, reles a Família que tão bem nos Governou e nos deu o Pais que ainda hoje temos! Será etnicamente correcto?


A meu ver esta Republica teria toda a ética, e talvez o tenha, se consideraram a Republica com a Definição de Bananas, uma Republica das Bananas, uma Republica de Fantasia, onde hoje o PR está preocupado com as escutas e fuga de informação e amanha foi um equivoco, onde hoje o partido que conseguir ter a melhor campanha politica ganha e coloca la um PR e daqui a 4 anos vai outro porque é mais simpático e é do Sporting! Meu Deus é este o mau estado do nosso Estado!


É a ética que temos, em pleno 2009, quando se corta principalmente ajudas em instituições sociais e pede-se aos portugueses que apertem o cinto, o nosso Estado vai gastar 155 milhões de euros em actos festivos da Republica? Eu gostaria de Perguntar a todos os Portugueses, de uma forma neutra, se consideram de festejar estes 100 anos? E sim em que mudou para melhor?


Volto a perguntar é ética ou falta dela?
Duarte Seabra Calado

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Um à Parte... E um convite!


O Conjurado Tomás Mello Breyner amanhã dia 20 de Novembro vai iniciar-se numa nova discoteca. A festa vai ser no Konvento do Grupo-K (junto à Kapital em Santos) e vai contar com um ambiente totalmente novo, uma nova gerência de Tomás Mello Breyner que promete trazer noites bastante agradáveis à noite de Lisboa, por isso, os seguidores deste blogue que quiserem aparecer estão à vontade.

Saramago Lança Livro sobre o Deus dele


Ética Républicana


quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Portugal está preparado para uma Monarquia?

“Monarquia” é uma palavra que parece assustar os portugueses. Lembra, aos menos informados, os reinados absolutistas, de reis que mandam e desmandam, sem escrúpulos e sem preocupações para com o seu povo; ilude as pessoas para um sectarismo e snobismo em detrimento de uma minoria da sociedade, para um mundo onde os duques, marqueses e condes têm as suas regalias junto do monarca, onde o povo é oprimido e obrigado a trabalhar... Esta realidade não poderia estar mais longe da actual verdade. Mas na escola é isso que nos ensinam desde pequenos: que a República nos veio salvar das garras malévolas da Monarquia! O ódio por parte dos republicanos dos nossos 800 de História como Monarquia é impressionante. Os portugueses não têm medo de uma realidade, têm medo de uma utopia, de uma era que existiu (se é que existiu em Portugal) há pelo menos 400 anos, têm medo de uma realidade inventada pelos mais acérrimos republicanos. Se olharmos bem para a nossa História veremos que, do sonho de muitos monarcas, saiu o povo livre que somos hoje, veremos o sacrifício que todas as nossas famílias reais fizeram para que nós hoje sejamos quem somos: PORTUGAL.
Em todas as Monarquias da Europa, sejamos sinceros, o Rei não tem poder real absolutamente nenhum. O que o Rei nos trás que um Presidente nunca pode trazer é uma digna representação do nosso país no estrangeiro, uma estabilidade política sem vínculos partidários, uma personificação dos valores da família e de total entrega ao serviço da Nação, uma educação de uma vida inteira para ocupar o cargo de chefe máximo do país. Muita gente poderá afirmar que o Presidente da República preenche muito bem todos estes parâmetros. A esses dir-lhes-ei que não nos podemos esquecer que somos um país periférico, pequeno, que depende da União Europeia para sobreviver, caminhando cada vez mais para uma homogeneidade europeia. Pois tenho a dizer que não sou europeu, sou português! E como português quero um Rei que defenda o meu país, os produtos e a cultura portuguesa, que seja elemento aglutinador da nossa Gente, do Povo português!
O pensamento pequeno de muita gente inteligente de que com uma Monarquia voltaríamos a ter privilégios com uma aristocracia esquece-se que nos dias de hoje continuamos a tê-la com doutores, professores, engenheiros (que algumas vezes até não o são), com dinastias políticas, com barões da economia e uma série de outras personalidades que vivem e que sugam este regime onde vivemos. Oportunistas haverá sempre, e não podemos pensar que é por haver um Rei ou um Presidente que todos os problemas de Portugal se resolverão. Não é por escolhermos um ou outro regime que deixará de haver escândalos sociais e políticos, corrupção, tráfico de influências, lavagem de dinheiro, etc..., porque tudo isto, infelizmente, faz parte da humanidade.
Não tenhamos ilusões! Debatamo-nos pela Monarquia pelas razões certas!
Se Portugal estará preparado para uma Monarquia??

Penso que Portugal está a gritar por Ela há muito tempo.
Bruno Silva

Passeio, dia 20 de Novembro


TRÊS TIROS QUE ABALARAM A MONARQUIA

Lapa: moradores convidados para «Três Tiros na Monarquia». A Junta de Freguesia da Lapa, em Lisboa, está a convidar os moradores do bairro a participar na visita «Três Tiros que Abalaram a Monarquia», a decorrer dia 20 de Novembro, as partir das 14:30.Trata-se de uma visita guiada pedestre aos locais onde ocorreram os acontecimentos históricos associados ao regicídio, segundo o divulgado em comunicado.O percurso começa no Café Gelo (local escolhido pelos regicidas para os últimos preparativos), seguindo para Praça do Comercio (onde ocorreu o regicídio), Capela de S. Roque do Arsenal da Marinha (onde permanecem os corpos reais em “camara-ardente”) e Paços do Concelho (onde foram acolhidos os corpos regicidas).Para participar, é necessário fazer inscrição prévia na Junta de Freguesia da Lapa.

Feliz Incoerência




De acordo com o Publico.pt uma grávida de 34 semanas vacinada contra a gripe A sexta-feira deu entrada no hospital CUF Descobertas ontem à noite com o feto já sem vida.
Ao jornal terá sido indicada que a mulher grávida não tinha problemas crónicos de saúde e que o parto para remoção do feto ainda não ocorreu.
Trata-se do segundo caso em dois dias e com contornos muito próximos. O anterior foi no domingo em Portalegre.


Como todos sabemos e estamos a par, a Gripe A, essa doença preocupante que faz meter a trabalhar o ministério da Saúde , vem-nos trazer ás noticias, uma outra questão, essa sim, preocupante que mata diariamente sem ser Noticia!

Talvez ninguém tenha visto a noticia da mesma maneira que eu, talvez mau feitio ou revolta minha, mas a verdade é que nunca meti na cabeça que o meu Pais liberalizou o aborto. Ao ler as noticias nos jornais e televisões que nos relata a morte de dois "Fetos", ao que chamaria duas vidas, dois bebes, tal e qual como eu fui, mas tive a sorte de não ter recebido a vacina da gripe A, e de ter uma mãe consciente e respeitadora dos dons de Deus, vejo nessas mesmas TVs, Jornais, conversas de transportes, uma revolta com a morte destes dois bebes, e pergunto a este mesmo Povo Português, que hoje toma as dores de dois bebés que morreram porque receberam uma vacina da gripe, foram os mesmos que votaram em massa, para que diariamente morram muitos mais bebés sem engano médico e em consciência.
A morte destes Bebés preocupa-me, eram duas vidas que foram perdidas por lapsos, mas preocupa-me muito, muitíssimos que morrem diariamente sem lapso, com uns pais em consciência inconsciente do que estão a fazer!

Saber que o Ministério da Saúde deste mesmo Governo que Banalizou os abortos em Portugal e se orgulha disso, está chocado com o sucedido e vai tomar medidas, é algo que me deixa contente, quer dizer que a Gripe A, afinal também abre mentalidades, agora peço a esse mesmo Governo e ao Povo Português que está chocado e revoltado com aquelas duas mortes, preocupe-se com os milhares de abortos feitos no nosso pais, em silencio, sem ser noticia, sem importância!
Se queremos ser um Pais Avançado, Moderno e Inovador, vamos inovar, modernizar e avançar, nos direitos á vida, estar no lado de quem morre por engano medico e por quem morre por engano consciente! Estas duas crianças tinham o direito a vida, para isso se encaminhava o processo dentro da mãe, mas a outras também!


Duarte Seabra Calado

sábado, 14 de Novembro de 2009

A Presença de Portugal em Roma





terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Saramago Merece?



sábado, 31 de Outubro de 2009

Eles andam ai...

Nesta Republica

Precisamos de mais deputados assim...

A Vergonha Nacional


O Podre da Monarquia Portuguesa


O TRAIDOR!

Em Guimarães

Dois Fadistas Monarquicos

Conhecemo-nos no começo da década de 60, quando ela se fazia acompanhar à guitarra por José Nunes, excepcional guitarrista, que nos apresentou em 1964. Mas foi só em 1966, na Taverna do Embuçado, em Alfama, que ficámos amigos, amizade que se manteve até ao fim dos seus dias.
Ter Amália a cantar junto de mim, em redor de uma mesa, com os guitarristas e mais meia dúzia de privilegiados, constituiu uma verdadeira revelação, uma fonte de tal modo inspiradora, que não fora esse fenómeno e jamais teria sido fadista profissional, porque o único fado de que gosto é aquele que ela criou. Sentir a sua emoção bem dentro de mim, encantado pela voz que lhe saía com uma força, uma projecção e uma intenção quase inumanas, com os olhos fixados nos seus, na sua beleza forte, telúrica, bem portuguesa, foi uma sensação absolutamente indescritível, rara e sempre nova de cada vez que se repetiu, em muitas ocasiões, para minha suprema fortuna.
Já quase tudo se disse acerca da pessoa e da artista que Amália foi, vindo de todos os sectores da vida portuguesa, de muitos estrangeiros e dela própria num sem-número de entrevistas que concedeu. Houve, porém, uma sua faceta que me perturbou particularmente, aquela que a fazia meditar recorrentemente na morte e que a fazia dizer coisas tão inesperadas como a que me disse certo dia de 1989, em que veio a minha casa para uma sardinhada tardia. Cumprido o fado das sardinhas teve lugar o outro, com as guitarras a tanger e convidados a cantarolar o que lhes apeteceu, até o mais alto valor presente se levantar e apropriar do Paquito, do Pracana, do Zé Luís ou do Jaime para cantar até ao limite.
Já à noitinha contaram-se anedotas, brejeiras, mas não obscenas (Amália era avessa a palavrões), historietas, ouviu-se música, até que por volta das duas da madrugada ela falou à Lili para lhe trazer a “cassete do Juan Pardo”, que incluía uma canção do conhecido espanhol, “Un fado… Amália”, que ele enviara para a sua editora. Perguntou-me se gostava, disse-lhe que sim, e acrescentei que, sendo um verdadeiro hino à sua pessoa, não lhe ficaria muito bem ser ela a cantá-lo. Concordou e disse-me para eu a decorar, pedido a que acedi sem hesitar, desde que ela obtivesse autorização do Pardo. Ficou então de me enviar uma cópia, o que não sucedeu.
Cinco anos depois, no final de um concerto meu no CCB, desabafou que teria sido a altura ideal para estrear a canção; ripostei-lhe que não recebera a cassete, tendo ela perguntado se a Ana, minha mulher, dissera alguma coisa sobre o assunto. Respondi que não e ela revelou que à saída do tal almoço/jantar/ ceia pedira à Ana que insistisse comigo para eu memorizar os versos, em ordem a cantá-los no dia do seu enterro. Fiquei siderado, disse-lhe que a ideia era tétrica, que eu jamais poderia protagonizar uma tal cena, parecia que não me conhecia, por aí fora. Mas isto diz bem da autêntica obsessão que Amália tinha pela morte, a pontos de encenar o seu próprio funeral…
Como é sabido, existem muitas teorias sobre a origem do Fado, quando, onde, como e com quem nasceu. Resolvi há muito essa questão na minha cabeça: o Fado, tal como o entendemos hoje, apreciamos e cantamos, surgiu na Primavera de 1939, no antigo Retiro da Severa, ali no coração do Bairro Alto, com as guitarras de Armandinho, Jaime Santos e José Marques, e as violas de fado de Santos Moreira, Abel Negrão e Alberto Correia, a acompanharem a voz única e irrepetível de Amália Rodrigues, que então o cantou em público pela vez primeira. Foi uma pena que essa data tenha sido ignorada, apesar de eu ter pugnado pela sua comemoração. Mas não há nada a fazer: no país de Amália gosta-se mais de celebrar a morte e menos a vida.


João Braga

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Meu Querido Sar-Amargo

Este senhor "Espanhol" que digo claramente que em nada me orgulha ser Português, muito pelo contrario, orgulho teria se ele fosse Espanhol. A única coisa em comum que tenho com o senhor escritor é o ser Monárquico, José Saramago como é Publico é a favor de uma união Ibérica, eu ,não, mas admiro por isso, vive e bem, orgulha-se disso, de viver em Monarquia, isso também lhe invejo, não gostaria de o fazer em Espanha mas em Portugal!

Orgulha-me saber que um Marxista-Leninista adora viver em Monarquia, a prova que viver em Monarquia é bom, ainda vou ver um livro dele com o nome, Eu gosto de ter um Rei e tu?
De resto não me revejo em nada com este senhor, tenho somente pena. Chegar a idoso não é fácil, muito mais difícil será chegar em boas condições, a prova disso é ele, não conseguiu! E como não gosta de viver em casas de repouso, jogar as cartas, ver telenovelas etc... Escreve Livros. Vê-se claramente que é uma pessoa revoltada com alguma coisa, e como o próprio nome diz José "Amargo", é uma pessoa que tem problemas interiores, e que sofre, mas eu como católico e tenho fé naquele Senhor "que matou milhares de pessoas..." Vou Lhe pedir que o Ajude e Salve.
E agora alguém me diz, mas ganhou um "Óscar", e eu respondo e esse globo quase de ouro, não vale o que vale?

Desde quando ser escritor e bom, que ganha um Prémio "Móvel" da Literatura torna-se quase um dogma?

Tem de ser Respeitado e ouvido por tal, e Deus? os Cristãos? que são milhares, com historia no mundo? Não merecem?

Um homem que se diz pela Liberdade, pela igualdade, que é comunista, é o primeiro a ofender, milhares de Cristãos merece o meu respeito e importância? Sim porque eu Católico, convicto da minha fé não posso nunca respeitar quem não me respeita e senti-me claramente tocado e ofendido, quando uma das grandes bandeiras da Revolução de Abril, Tao defendida pelos VERMELHOS (ele inclusive), que é a liberdade religiosa está a ser ofendida da maneira mais baixa!
Este Espanhol que critica Portugal, mas é cá que vem fazer ondas e receber condecorações...
É a republica que temos condecoramos os piores portugueses de sempre, sim, porque pode escrever lindamente, que faço questão de nunca vir a comprovar, mas condecorar um homem que tem vergonha e envergonha terras lusas é demais! Triste será pensar que "um dia que se vá", ainda tenha de assistir a um belíssimo funeral de estado, com estadia em Panteão Nacional, que qualquer dia mudará de nome, para: Panteão da Traição e Vergonha Nacional!
É o Portugal que estamos a Construir (destruir)...
Gostaria de fazer somente uma pergunta ao zézinho amargo,


O Deus que falas não será ESTE? (É que a idade não perdoa), é que este sim matou milhares...


Para te ajudar, como se diz, uma imagem vale mais que mil palavras...

Josef Stalin

Líder da União Soviética

Duarte Seabra Calado

Isabel Alçada Lança Novo Livro


Ele Era Assim!


domingo, 25 de Outubro de 2009

Jantar dos Conjurados


Já estão abertas as inscrições para o Jantar anual dos Conjurados, no Convento do Beato, dia 30 de Novembro
Os primeiros 100 Jovens a inscrever pagam apenas 10euros.
Toca a inscrever!
Inscrições:
Sede Praça Luís de Camões, 46 2o. Dto.1200-243 Lisboa
Telf (+ 351) 213 428 115Telf (+ 351) 213 429 702Fax (+ 351) 213 428 116
Email info @ reallisboa.pt

Compra já a tua T-shirt - Quero um Rei


T-shirt - Quero um Rei
Vamos fazer conversa! Colocar o Rei na questão do Dia!
Por apenas 5euros
Podes encomendar pelo Blogue, e-mail ou:
Sede Praça Luís de Camões, 46 2o. Dto.1200-243 Lisboa
Telf (+ 351) 213 428 115Telf (+ 351) 213 429 702Fax (+ 351) 213 428 116
Email info @ reallisboa.pt


Ponta Delgada (S.Miguel-Acores)

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

A Nossa Ultima Rainha

Regresso ao Futuro

João Mattos e Silva *


Este cinco de Outubro de 2009 vai ficar no filme da História da República! Para além da insípida cerimónia nos Paços do Concelho de Lisboa, onde o milionário proprietário José Relvas proclamou o novo regime a umas dezenas de lisboetas, para além das flores da memória na base da estátua do tribuno carbonário António José de Almeida, que foi presidente, para além, este ano, do discurso nos jardins do palácio presidencial para que não ficassem dúvidas de que o presidente não apoiava nem Santana nem Costa, o que toda a gente já sabia, centenas de monárquicos, na sua maioria esmagadora abaixo dos trinta anos, vieram para a rua aos gritos compassados de vi-va-o rei e por–tu–gal, empunhando bandeiras azuis e brancas e T-Shirts onde se lia “Eu quero um Rei. E tu?”

A repercussão, em todos os jornais e televisões, foi enorme. Na blogosfera enormíssima. Nunca, nesta III República, os monárquicos tinham tido uma tão grande visibilidade e tinham feito falar tão claramente na questão do regime. Para ser justo, devo dizer que esta acção da Causa Real foi antecedida, em pleno verão preguiçoso e ensolarado, pela colocação da bandeira da Monarquia derrubada pelo golpe revolucionário e anti-democrático de 1910, na varanda dos mesmíssimos Paços do Concelho de Lisboa, pelo atrevimento de um grupo independente, que se intitulou Dart Vader’s, a que se seguiram acções semelhantes que os secundaram, um pouco por todo o País.

Quem se deu ao trabalho de ler o que se escreveu nos blogs, a propósito destes episódios e da ousadia de contestar o regime prestes a fazer cem anos (afinal, para alguns republicanos ilustres como o Dr. Mário Soares, parece que não deveriam ser bem cem anos, porque há que lhes subtrair os da ditadura militar e os dos Estado Novo, que rejeitam como república, o que daria pouco mais de meio século, não fosse o Estado republicano os contrariar celebrando oficialmente o centenário), ficou ciente dos argumentos utilizados pelos republicanos irritados, para contestar a Monarquia: os privilégios, a igualdade, a democracia e o “regresso ao passado”. Argumentos estafados em que ninguém de bom senso e letrado acredita, olhando o que se passa nas Monarquias europeias, tão ou mais democráticas do que a nossa república e muito mais desenvolvidas económica, social e culturalmente. E ficou ciente de que, para além de uma cassete estafada de cem anos, grande parte recorreu à ordinarice e ao insulto como armas em defesa da República, à boa maneira republicana aliás, como a leitura da imprensa do primeiro decénio do século XX e dos dezasseis anos seguintes, demonstram largamente.

Entre a colocação da bandeira na Câmara Municipal de Lisboa e o 5 de Outubro, decorreu entretanto a guerra, primeiro de meias palavras e depois de um discurso palavroso e incompreensível do actual “inquilino de Belém”, sobre eventual espionagem por parte do governo à presidência, que só veio dar razão a quem, há cem anos, contesta a independência e supra -partidarismo do presidente da República por força constitucional, quando esses altos magistrados do regime, têm origem nos partidos, são apoiados política e financeiramente pelos partidos nas suas candidaturas e actuam, uma vez eleitos, com o argumento da mesma origem de legitimidade eleitoral que o Parlamento, contra os governos que são de ideologia diferente, para tentar contrariar as suas opções políticas legitimadas pelo voto parlamentar. Este episódio é, aliás, e além do mais, o mais caricato argumento do mais caricato filme de espiões, em que nem os espiões são desvendados nem os espionados vencem a “potência” adversária e todos perdem, acabando a fita numa enorme gargalhada.

Quem não quer ver que esta República e os argumentos a seu favor ficaram uma vez mais feridos de morte, talvez se espante se um dia forem os seus presumíveis cidadãos a dizer basta. E, continuando no paralelismo cinematográfico, a dizer que querem “regressar ao futuro”. O filme já está em rodagem.

* Nota: o texto publicado é da exclusiva responsabilidade do autor.

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Monarquia - Somente uma questao Politica

Discutir e defender a Causa Monárquica, é entrar claramente na politica. A Monarquia tem de ser apresentada ao Povo Português como uma solução Politica, uma mudança de regime, moderna actual, alegando os benefícios da mesma, respondo as outras Monarquias Munidas, e a maneira como a democracia nesses Países Tao desenvolvidos ou mais que o Nosso se encontra.
O ser Monárquico, não é sinonimo de estatuto, de estrato social de nobreza como muitos o utilizam é sim uma obrigação, se sou monárquico e vivo em Republica, há algo que não esta bem, e terá de ser mudado. talvez começar a trabalhar politicamente para essa mudança.

Uma das coisas que mais me impressiona (pela positiva) é que no ano de 2009 não existem em Portugal, Republicanos, existem "alguns" que defendem a Republica dita democrática, alegando ser a única maneira de democracia em Portugal, o que é claramente mentira e demagógico, o único e já conhecido argumento que nos apresentam é, o Presidente da Republica ser eleito pelo Povo. Ora isto não convence ninguém, e aqui talvez se encontre a maior lacuna da lacuna que é a Republica, a falta de alicerce de valores e argumentos.
Pois logo aqui nós Monárquicos, politicamente e somente politicamente estamos superiores, temos os nossos valores mais que alicerçados e bem fundamentados, com 800 anos de historia provada, a única historia que este pais teve, para contrapor! Pois é mesmo com essa historia, valores e raízes que devemos meter no centro politico esta questão Rei ou Presidente? - Monarquia ou Republica?!

Será a única maneira de algum dia Portugal voltar a ser um Portugal Real, Democrático com o Rei e Povo livre, e ai teremos de nos mentalizar que esta questão passa por um trabalho politico de destruição de uma má educação anti-monárquica e não Republicana de 100 anos de historia, o Povo português tem de entender que a Monarquia não é o que vem nos livros e obriga-Los a olhar para os Países mais desenvolvidos do Mundo, que tem como Regime Monárquico, teremos de acabar com o tabu-Monarquia implementado á 100 anos em Portugal. No dia que todo o POVO Português, da Esquerda á Direita, do Branco ao Preto, do Rico ao Pobre estiverem verdadeiramente esclarecidos talvez o resultado seja diferente! e digam como eu! EU QUERO UM REI


Duarte Seabra Calado

quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Grande Festa Azul e Branca!

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Grande Noite de Festa pelo Rei!











Republica nega origens!

Dia de Luto Nacional para os Monárquicos e pelos vistos para os ditos Republicanos, a Republica já viu melhores dias!

Já nem a Republica festeja a Republica.

O Presidente da Republica Portuguesa não esteve presente nas habituais cerimonias da implantação da Republica nos Paços do Concelho, alegando não querer interferir na campanha das autárquicas. Isto não é mais que uma prova que o o PR não é neutro, muito menos o representante de todo o Povo Português, se um Presidente da Republica não esta presente nos festejos máximos da casa e instituição que defende porque tem medo de influenciar as eleições a uma Câmara Municipal o que será que acontece nas influencias com governos e partidos. Estamos talvez a descobrir a inutilidade ou a má utilidade da figura - Presidente da Republica.

No dia em que se supostamente comemora a Republica, Pergunto, quem a comemora? O Presidente da Republica com um mini-discurso para não levantar vozes ou as 20 pessoas que se encontravam em frente aos Paços do Concelho nas Cerimonias?

Ontem começamos uma nova era! Estamos juntos na Luta!

A prova disso foi a festa que partiu de barco as 23h de Belém para o Cais do Sodré onde foram centenas de Monárquicos em manifestação até ao largo Camões e ai colocaram a Verdadeira Bandeira Portuguesa e de Todos os Portugueses na sede da Real Associação de Lisboa e Causa Real, retomando a animada festa a bordo do barco S. Jorge pela noite fora!

Será que não estamos a festejar a Implantação e morte da Republica?

Viva o REI!
Viva Portugal!

EU QUERO UM REI!


Duarte Seabra Calado

Noticia do DN

Monárquicos desafiam República a um referendo
por David DinisHoje
Em pleno dia de comemoração da República, um grupo de monárquicos lançou um desafio ao regime: quer uma alteração da Constituição, que permita a realização de um referendo. Os republicanos rejeitam o desafio, garantindo que a República é pacífica em Portugal. E o PS já diz que não muda nada.
Esta madrugada, já em pleno dia de comemoração da República, um grupo de centenas de monárquicos desembarcou simbolicamente perto do Terreiro do Paço, correu em direcção ao Largo Camões, hasteou a bandeira da Casa Real e pediu que se abrissem as portas à realização de um referendo, em Portugal, à República.
O desafio foi preparado com máxima discrição e teve de contornar vários obstáculos, explicou ontem ao DN - ainda antes da iniciativa - Paulo Teixeira Pinto, o ex-governante e ex-presidente do BCP, que agora lidera a Causa Real.
Os obstáculos começaram no sábado, quando o grupo (estavam previstos 500 defensores da causa) recebeu a informação de que não poderiam desembarcar, como o rei D. Carlos há 101 anos, no dia do regicídio, no Terreiro do Paço, mas apenas no Cais do Sodré. Continuaram com um aviso: de que a bandeira monárquica não poderia entrar a bordo - o que não impediu ninguém, nem o próprio Teixeira Pinto, de a usar, assim como de ostentar as T-shirts a dizer "Eu quero um Rei". No início da iniciativa, tudo corria como previsto, com a polícia a acompanhar o grupo.
Mas a aventura nocturna era só simbólica. Antes de entrar no cacilheiro que o levaria ao Cais do Sodré, Paulo Teixeira Pinto garantia ao DN que a sua luta, a da monarquia, "é política". No discurso que preparou para fazer, de uma varanda do Largo Camões, constava uma exigência bem definida: "Queremos suprimir a cláusula da Constituição que diz ser irremovível a República como base do sistema político português."
A questão é polémica. Teixeira Pinto diz que "só" quer trocar a palavra "República" dessa alínea constitucional pela palavra "democracia" - alegando que essa, sim, é a base do sistema político nacional. Porém, a ser aceite pelos deputados, a alteração permitiria um outro passo, que constitui o verdadeiro objectivo da acção desta madrugada: "Fazer um referendo" à República - que hoje faz 99 anos de existência.
A guerra é política e os monárquicos sabem disso. Mas não partidária, alegam. "Eu sou monárquico e nunca votei no PPM", garante. Mas o certo é que, para atingir os objectivos, ela terá sempre de contar com apoio nos partidos.
Agora, depois do discurso - que diz ser o "primeiro passo" de uma luta que quer levar até ao fim - Teixeira Pinto quer que a sua Causa Real vote o passo seguinte: levar ao Parlamento uma proposta, para que lá se discuta a mudança constitucional. É que a legislatura que começa agora é de revisão. E as novas regras da Assembleia já permitem que um grupo de cidadãos apresente propostas para votação.
Porém, nada indica que a iniciativa tenha sucesso dentro de São Bento. Vital Moreira, deputado da Constituinte de 1975 e fiel a José Sócrates, é taxativo na rejeição da proposta. "Ninguém vai mexer nisso. E, em matéria de divertimento, já vi melhor."
À previsível resposta, Teixeira Pinto recorda um debate, na RTP, onde esteve com António Reis e Medeiros Ferreira, dois republicanos e socialistas que, garante, admitiram que a cláusula não fazia sentido, admitindo mudá-la. Ontem, em declarações ao DN, Medeiros Ferreira admite recordar-se desse debate, mas não do "compromisso". "Os monárquicos tiveram uma oportunidade de ouro para participar nessa discussão em 1975, mas afastaram-se. Hoje, essa não é uma questão pendente", remata o ex-deputado.
Na próxima bancada socialista, de resto, reina a desconfiança face à proposta. "A República é um caminho adequado", diz Ricardo Rodrigues. E se a proposta chegar mesmo a São Bento? "São precisos dois terços dos deputados para a aprovar", recorda o socialista.
Se a ideia ficar pelo caminho, o referendo ao regime fica excluído. Mas Teixeira Pinto promete não desistir. Este ano, promete várias acções "surpreendentes". E já se prepara para, de hoje a um ano, contar quantos republicanos e quantos monárquicos estarão nas respectivas cerimónias.

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Encomenda a tua t-shirt

FRENTE

COSTAS


Já podes comprar a tua t-shirt, pelo preço simbólico de 5euros
Está a venda na Real Associação de Lisboa, vai estar na Festa Azul e Branca, ou pelo contacto, 918656322.
DIVULGA ESTA CAMPANHA!
HOJE SOMOS POUCOS, AMANHA SEREMOS MILHARES!

domingo, 27 de Setembro de 2009

Bandeira Monárquica hasteada em frente à Câmara das Caldas da Rainha

Caldas da Rainha, Leiria, 27 Set (Lusa) - Uma bandeira monárquica foi esta madrugada hasteada num poste em frente aos Paços do Concelho das Caldas da Rainha, mas o presidente da Câmara, Fernando Costa, garantiu à Lusa que não apresentará queixa às autoridades.
A bandeira azul e branca foi detectada por populares cerca das 04:00 e retirada esta manhã pela PSP que confirmou à Lusa não ter sido até ao momento apresentada qualquer queixa.
"Não damos importância a este acto porque acreditamos que quem o fez, fê-lo atendendo ao momento eleitoral" disse à Lusa o presidente da Câmara, Fernando Costa (PSD).

Fonte:
© 2009 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.


Os nossos Parabéns aos autores deste feito e que acções como estas nunca parem por este Portugal fora!

sábado, 26 de Setembro de 2009

A não perder!


Inscreve-te!

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

FESTA AZUL E BRANCA

Lisboa já começa a ficar inundada destes flyers! A Festa Azul e Branca promete ser um verdadeiro sucesso. Reserva já o teu lugar na festa do ano. Bilhetes já à venda pelos telefones 916869146 ou 213428115.

A bordo de um típico cacilheiro, o "S. Jorge", o primeiro embarque será às 22h no Cais Fluvial de Belém.

Haverá diversas acostagens ao longo da noite, todas no Cais Fluvial de Belém à excepção da primeira que terá lugar no Cais do Terreiro do Paço, onde haverá um segundo embarque pelas 00h30m. A festa termina às 04h do dia 5 de Outubro.

Para mais informações não hesite em contactar os ConjuradosXXI, visitar a página do evento no Facebook em: http://www.facebook.com/home.php?#/event.php?eid=141550031441&ref=mf

Os ConjuradosXXI

Dias de Luta, Dias de Glória!




segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

A Não Perder!

domingo, 13 de Setembro de 2009

NÃO FALTES


Não faltes! Vem defender as cores de Portugal!
Dia 4 todos os caminhos vão dar ao Tejo!

Os ConjuradosXXI, juntamente com a Causa Real e a Real Associação de Lisboa, tem o Prazer de Convidar todos os Portugueses a participarem na maior festa alguma vez organizada em pleno Rio Tejo.


A festa decorrerá a bordo do Barco São Jorge, com animação pela noite fora!



Informação:


Dia 04 de Outubro


22h00 no Cais Fluvial de Belém


20 coroas* - 2 bebidas e cocktail de boas vindas


Contactos: 916869146 / 213428115 (RAL)


Animação garantida


Vem de Azul e Branco e deixa o fato em casa!


Querem República? Paguem-na!

O colapso da Europa está em curso, curiosamente, na pátria da república e em parte por causa dela. Pasme-se! Os tumultos nos arredores de Paris não foram pronta e firmemente reprimidos pelo Estado de Direito, porque o Presidente em final de mandato está sem poder real e o Ministro do Interior do Governo é um dos pré-candidatos à sucessão, contra o actual Primeiro-Ministro. Assim, quanto pior for o desempenho deste, mais hipóteses terá o outro. Quanto a ética, estamos conversados.Em Espanha, nasceu uma princesa. Para quem, como eu, ainda não esqueceu os Filipes que por cá reinaram, Leonor é uma boa notícia, não vá a História repetir-se.Cá pelo burgo, apesar do pânico da gripe das aves, entrámos em pré-campanha para eleger mais um presidente. A previsível opção será entre o "profissional" que sabe de humanidades e tem a inegável vantagem da experiência, mas já tinha direito a reforma, mesmo ao abrigo da nova legislação socrática, ou o não profissional assumido, que sabe de finanças, seja lá para o que tais atributos nos venham a servir. Mas ao pensar que, com o mesmo orçamento, os Espanhóis têm uma Família Real e com menos, têm os Belgas outra, pergunto-me se, constantemente forçados a apertar o cinto pela escassez de meios, não teremos escolhido (?) o sistema errado. Se ao orçamento juntarmos as despesas eleitorais e os custos políticos da divisão que ocorre em cada cinco anos, entre os portugueses, o valor agrava-se. "Last but not least", a tudo isto somam-se as reformas pagas a ex-chefes de Estado, mais as respectivas instalações (para o Dr. Sampaio já está em obras o atelier de pintura da Rainha D. Amélia, no Jardim das Necessidades), Secretárias, carro com motorista e seguranças.Alguém nos explica que contrapartidas dão estes ilustres reformados à Nação, pelas regalias de que auferem? Não seria mais barato pagar-se-lhes um subsídio de reintegração, a reforma que já recebem e devolvê-los em paz para donde vieram?Como é que podemos pagar tão variados e elevados custos, com uma instituição que nos divide e cujo exercício nos tem demonstrado, como temos abundantemente verificado, que serve alternadamente de força de bloqueio ou de válvula de protecção à actuação dos governos, conforme eles sejam ou não do partido que os elegeu?A estas perguntas, respondem os políticos com uma blindagem da Constituição, que nos obriga à forma republicana de governo, quer queiramos, quer não.Querem república? Então paguem-na!


Dom Vasco Telles da Gama

O Rei de todos os Portugueses

Acabou, da forma morna e sensaborana como começou, a eleição presidencial. Como se previa, os portugueses votaram massivamente no não candidato, recusando o seu voto neste específico acto eleitoral. O não candidato que, queira-se ou não, agrega todos aqueles que não se revêm na necessidade desta eleição, teve praticamente o dobro dos votos do candidato mais votado, aquele que acabará por exercer a magistratura presidencial.Da campanha eleitoral retive dois episódios que me parecem exemplares da forma como evoluiu o pensamento da própria classe politica em relação à eleição presidencial.No primeiro, passado no novel canal SIC noticias, dois altos responsáveis de dois dos maiores partidos portugueses entendiam-se quanto a um único ponto. A necessidade de se alargar para 7-8 anos o período do mandato presidencial, no sentido de se dispensar o Chefe de Estado de sufragar a sua legitimidade novamente nas urnas, sujeitando-se ao sufrágio popular. Esta perpectiva foi defendida não como uma inovação individual dos entrevistados, mas antes como uma convicção que começava a fazer caminho dentro das respectivas forças politicas. O fundamento principal desta já alargada convicção parecia residir no facto de todos os presidentes, na história da terceira república, terem renovado e até aumentado na segunda eleição o apoio popular que lograram receber quando, pela primeira vez, se apresentaram a votos.É já um bom principio que a nossa classe politica, em nome do valor da continuidade para a chefia de Estado, vá reconhecendo que pode abrir mão do principio electivo, dispensando para já o Chefe de Estado eleito a apresentar-se novamente a sufrágio. Fica, claro está, a questão de saber, em nome do mesmo principio, porque é que são sete anos e não catorze, setenta, ou a vida inteira. Ou alguém tem dúvidas que os presidentes que têm sido eleitos continuariam a ganhar reforçadamente, se não existissem impedimentos constitucionais à sua reeleição. A classe politica reconhece assim crescentemente o valor de um dos principais atributos da instituição real e vai mesmo ao ponto de o considerar mais importante que os reforços de legitimidade que apregoava no passado, satifazendo-se com uma legitimidade originária, também ela afinal caracterizadora da instituição real.O segundo episódio passou na própria noite eleitoral pela voz do penetrante Dr Marcelo Rebelo de Sousa. Admitia o reputado analista que não havia votado afirmando, no entanto, com veemência que se considerava perfeitamente representado a este nível pelo presidente eleito que entendia como seu e de todos os portugueses. Também aqui me parece ter havido uma evolução positiva. O Prof. Rebelo de Sousa não precisou de votar para reconhecer como seu o Chefe de Estado. Na linha, de resto, do próprio discurso de campanha do próprio Presidente eleito que afirmou que se consideraria legitimo se ganhasse as eleições nem que fosse com o voto de um único cidadão. A conclusão que podemos tirar é a de que o principio electivo deixa de ser o elemento substantivamente caracterizador da chefia de Estado republicana, para passar a ser apenas uma mero dispositivo formal, justificado por uma certa estética que o regime ainda não dispensa.Estes dois episódios são bem ilustrativos da dinâmica conceptual a que se assiste na Chefia de Estado. Com mais ou menos funções constitucionais, o que parece hoje importante é que o Chefe de Estado assegure as caracteristicas fundamentais de um País moderno e progressivo - isenção, suprapartidarismo, continuidade, coesão e identidade nacional, ligação permanente entre a Nação e o Estado, etc ,etc. Todas as caracteristicas que, afinal, decorrem da própria natureza da instituição real e que serão crescentemente valorizadas, em prejuizo do único elemento verdadeiramente caracterizador do regime republicano - o principio electivo, como uma das formas de garantir a legitimidade do Chefe de Estado.Temos hoje um Chefe de Estado de todos os Portugueses. Porque o partido do Governo o decidiu apoiar e propor; Porque um em cada quatro portugueses decidiu escolhê-lo, através do voto. O que é que isto tem de mais legitimo que um Rei que terá sempre de ser reconhecido pelos partidos e aclamado pelo povo?Uma diferença sabemos que existe - O Rei porque dispensa esta artificial forma de legitimidade, nunca será refém do partido que o apoiou, nem chefe de Estado de cidadãos que contra ele votaram.E a verdade é que Portugal tem um Rei, disponível e preparado para assumir a chefia de Estado. E será, por certo, o único Chefe de Estado que, na sua legitimidade originária, se pode assumir, sem artificialismos, como o Rei de todos os Portugueses.



António de Sousa-Cardoso

O Futuro!


Eu Quero um Rei!
E tu?

sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

GRANDE FESTA AZUL E BRANCA



Divulga

Festa azul e branca aberta a todos!

terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Tratar mal o que é Portugues, o que é Portugal!

Actualmente em Portugal impera a era da modernidade, da tecnologia, o dito avançar, muito utilizado pelo nosso primeiro ministro!
Mas será que tem avanço? quem tem crescimento? Talvez sim, mas nem sempre o avançar e o crescer são positivos, e muitas das vezes o avancar mal levanos á beira do precipício!
E tratar do Futuro nao respeitando o passado, é avancar mal!

A historia repete-se! Aprendemos com os erros!

São duas frases já feitas e tao utilizadas por nos! Mas porque não meter em pratica?


Valorizar a historia que temos, é uma mais valia!

Há uns dias falava com uma criança de 13 anos e aproveitei para fazer umas perguntas. Nunca tinha ido aos Jerónimos, não sabe quem é Rei Dom Manuel, não dá valor a historia de uma Nação com 900 anos! Mas de quem é a culpa?
Dos pais? Também, Mas culpo essencialmente o estado Português pelo mau estado do que é Português!


Entrega-se aos alunos Magalhães como se dá pastilhas elásticas e não se entrega aos alunos os monumentos e a historia que é pertença dos mesmos!

Fico irritado quando pergunto a uma criança se já foi a Sé de Lisboa e responde, o que é isso?

Mas entendo, se eu perguntar ao "Estado Português" se já la foi, a resposta só pode ser não! porque se a resposta for contraria é ainda pior! O estado deste monumento é um exemplo da vergonha Nacional!

Se formos a Espanha, há orgulho nos museus, na historia, nas tradições, nos toiros, no flamenco! Na Republica Portuguesa não!

Há actualmente um vazio de história na maioria dos Portugueses! A maioria dos jovens da minha idade, não tem noção do que já fomos! isso preocupa-me, será que uma pessoa que nunca teve noção do que fomos, pode vir a ter noção do que podemos ser?

Será que uma Republica que não consegue motivar os Portugueses a terem orgulho no que é nosso, nas nossas raízes na nossa historia, conseguem motivar os estrangeiros? Não, ou até talvez sim, já vi estrangeiros a darem mais valor a monumentos do que nos próprios, talvez pela educação e formação que receberam!

Um Presidente da Republica que supostamente é a mais alta figura deste Mau Estado, não consegue ter uma intervenção relevante na motivação das raízes de um Pais, será que não é mais uma razão para dizer EU QUERO UM REI?

Esta é mais uma razão para eu dizer que sou Monárquico, pode-se achar uma razão pouco relevante actualmente, mas é mais uma, muito importante, nos só podemos avançar olhando para um passado, principalmente Portugal, que tem uma historia vasta e rica de bons acontecimentos cá e no mundo!

Só o Rei consegue manter viva essas raízes de um Povo, porque Ele faz parte dessa raiz, ele mantém viva a chama da historia. Só assim se pode dizer que é o representante de todos os Portugueses!

A republica faz questão de não citar a historia ou quando o faz, faz de maneira suja! Convém falar do Futuro de maneira a atirar areia para os olhos e não dar aos Portugueses a oportunidade de ver o passado e avaliar o quanto já fomos importantes no mundo com um Portugal Monárquico que fez Historia!

Por estes motivos e muitos mais, digo, EU QUERO UM REI!


Duarte Seabra Calado

A não perder, Monarquia Vs Republica

segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

A Rainha que Aguarda o Retorno a Portugal

Rainha Dona Maria Pia de Saboia, Rainha de Portugal

Viva o Rei!!!


Entrevista a João Mattos e Silva, Presidente da RAL

Entrevista a João Mattos e Silva, Presidente da RAL




João Mattos e Silva é o novo Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa. Eleito no passado dia 18 de Abril, promete um novo rumo para a maior Real Associação de Portugal.Iniciou a sua militância política aos dezassete anos na Causa Monárquica, em 1961, onde foi presidente da Comissão de Juventude, vogal da Junta Distrital de Lisboa e membro da Comissão Doutrinária, presidida por Henrique Barrilaro Ruas. Coordenou no semanário monárquico o Debate a “Página de Juventude”. Foi um dos subscritores, a convite de Henrique Barrilaro Ruas, do manifesto “Renovação Portuguesa”, em 1969. Em 1987 foi candidato independente a deputado à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu pelo PPM, presidido então por Gonçalo Ribeiro Telles. Entre 1992 e 1995 foi presidente da Mesa da Assembleia – Geral da Real Associação de Lisboa. Em 1993 foi eleito como primeiro Presidente da Causa Real – Federação das Reais Associações. É membro do Conselho Monárquico, órgão da Causa Real.

1- Foi, no passado dia 18 de Abril, eleito Presidente da Real Associação de Lisboa. Que análise faz à História recente da Real Associação de Lisboa?

A Real Associação de Lisboa passou por um período conturbado, fruto de desinteligências entre a direcção cessante, que resultou na total inactividade durante um ano. O que foi mau. Ultrapassada essa fase, pela qual muitas vezes passam as associações, em que amores próprios e vaidades se sobrepõem ao objectivo para que foram criadas, julgo que a minha direcção está suficientemente legitimada pela Assembleia – Geral, que nela votou expressivamente, para poder virar a página.

2- Enquanto Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa, quais são os seus objectivos para este mandato que agora inicia?

Em primeiro lugar, arrumar a casa e em segundo lugar, mas em simultâneo, desenvolver uma série de acções que constam do programa que apresentámos, tendentes a alargar o âmbito de actuação junto dos monárquicos dos concelhos que compõem o Distrito de Lisboa, com relevo para formação e informação e para, usando todos os meios disponíveis de comunicação, marcar presença, tomando posições sobre todos os assuntos de interesse para os portugueses que vivem neste espaço geográfico, desde os políticos aos do ambiente ou aos de defesa do património.

3- Ao nível da Causa Real, acredita que, como muitos monárquicos, que é tempo da criação de uma nova dinâmica, passando naturalmente por melhorar os meios para aproximação aos Portugueses?

Claro que acredito. E esse passo está em vias de ser dado.


4- Que análise faz ao trabalho dos Voluntários da Causa, nomeadamente no que toca à expansão do Ideal Monárquico na Blogosfera, em Sítios da Internet e Fóruns?

Penso que a blogosfera é um espaço de informação e de diálogo muito importante que, não podendo ser desprezado, pelo contrário, tem de ser valorizado. São cada vez mais as pessoas que navegam na Net e frequentam sítios e Blogues em procura de informação, de esclarecimento ou de pura diversão e que podem ser sensibilizados pelos conteúdos. Por isso o trabalho que os monárquicos, a título individual ou em grupos mais restritos, têm vindo a fazer é importantíssimo e altamente louvável. Há que apoiá-los e criar sinergias, não só entre eles – o que já sucede – como com as estruturas do movimento monárquico.

5- Especificamente falando do Projecto Democracia Real. Que ideia tem do nosso Projecto?

Acho sinceramente que é muito interessante e muito importante porque, para além de outros aspectos relevantes, como a afirmação da legitimidade dinástica do Senhor Dom Duarte, duque de Bragança, revela a defesa de uma Monarquia democrática, que é o regime que a maioria dos monárquicos prefere e deseja para Portugal.

6- Foi lançado há dias o livro “Aqui D´El-Rei”, do qual é um dos autores. O que é que se tem que fazer mais para que, efectivamente a “divulgação seja a chave da restauração” ?

O livro é uma colectânea de textos publicados na comunicação social, escrita e virtual, ao longo de nove anos, ininterruptamente. Foi publicado em livro porque um editor, por sinal monárquico, os descobriu a navegar na Net e por eles se interessou. É um contributo para divulgar a posição de monárquicos que, fazendo crónicas ao sabor dos acontecimentos, também fazem a divulgação da doutrina. A divulgação da posição dos monárquicos é, mesmo, a chave da restauração, como diz. Só chegando a cada vez mais portugueses poderemos criar um movimento da sociedade no sentido de “forçar” os políticos republicanos acantonados nos seus poderes a rever a Constituição que impede a escolha do regime.

7- Estamos a passos largos a chegar ao Centenário da Republica. Que resposta deve a Causa Real e as Reais Associações, já para não falar também dos Voluntários, como o PDR, para mostrar que a chama monárquica continua ainda bem viva e que deve ser vista pelos Portugueses como uma esperança, tendo em consideração a crise que estamos a passar a todos os níveis?

Acho o movimento monárquico irá dar uma prova de que está vivo e actuante, cada vez mais actuante, e que não se conforma com o regime mesmo que ele faça cem anos. A contribuição de todos é fundamental. Agora tenhamos em atenção que a Monarquia não é uma panaceia para todos os males do País, podendo sem dúvida contribuir mais fortemente, pela superioridade da Instituição Real, para criar um ambiente de coesão nacional que potencie a sua resolução por quem tem que o fazer: os governos e as forças políticas e sociais.

8- Acredita que algum dia a esquerda parlamentar irá aceitar alterar a alínea b) do artigo 288.º da Constituição, que nos impõe, a “forma republicana de governo”?

Acho que não será toda, porque a mais radical sabe que só navega bem e consegue fazer-se ouvir, num clima conflitual que a república facilita. Mas creio que o ciclo geracional, que tem gerido o PS, eivado de preconceitos e herdeiro dos “valores” da I República, está a chegar ao fim e que entre as gerações mais novas, sobretudo, há já muitos militantes que são monárquicos e não vêem nenhuma incompatibilidade entre o socialismo e a social – democracia e a forma monárquica de regime. Os mais novos forçarão os mais velhos a perceber que até para o PS, a Monarquia é mais favorável.

9- Em 2011, chegaremos ao centenário do falecimento da Rainha Dona Maria Pia. Fala-se que está para breve (ou não) a sua transladação para Portugal. Acha que a Republica tem medo desta transladação, tendo em consideração que se pode tratar de uma Cerimónia de Estado, que implique a participação das Forças Armadas, tal como aconteceu com Dom Manuel II e a Rainha Dona Amélia?

Acho que o regime tem vindo a protelar a transladação dos restos mortais da Rainha Dona Maria Pia porque tem receio de dar um sinal errado ao Pais, a pouco tempo do centenário da República. Em 2011, já passou esse período e não vejo porque não o fará, tendo sido afirmado pelos principais dirigentes actuais que considerava esse acto como desejável e possível, com dignidade, mas eventualmente sem tanto realce como o dos Rei Dom Manuel e Dona Amélia. Salazar achava que a II República estava de pedra e cal, por força do carácter autoritário do regime que inventou. A III República sabe, que mesmo com truques constitucionais, em democracia “ o povo é quem mais ordena”.

10- Que futuro deseja para Portugal? A Monarquia é a única solução e esperança para os Portugueses?

Que Portugal ganhe confiança em si próprio, que saiba olhar para a sua História e orgulhando-se do que fizeram os nossos antepassados, saiba que pode ir mais longe, e de que perceba que, adptando Camões, “ um fraco regime faz fraca a forte gente”. Portugal só terá sucesso com a Instituição Real.

11- Deseja acrescentar algo?

Sim. Fazer uma apelo aos monárquicos para que não temam dar a cara e lutem, nas estruturas da Causa Real e neste caso particular da Real Associação de Lisboa, ou informalmente por outros meios, pela Instituição Real, conscientes de que é essencial para Portugal e para a sua modernidade. Nenhum regime é eterno e os cem anos que a Republica vai comemorar, gastando milhões de euros dos nossos impostos, é perecível e quase nada quando comparada com os oitocentos anos de Monarquia. Se todos os que são monárquicos convictos a combaterem, democraticamente mas com firmeza, e se pela sua palavra e pela sua acção, trouxerem “mais cinco”!

Fonte : http://fdrojornal.wordpress.com/

domingo, 6 de Setembro de 2009

"Tudo pode e deve ser discutido" - Manuel Alegre sobre a Monarquia




É verdade, a frase é mesmo de Manuel Alegre sobre a hipótese de restauração da monarquia em Portugal, e foi dita ao O Diabo, que saiu ontem (dia 18 de Agosto). Existe um mito enorme, criado pelos republicanos, de que a monarquia é de direita e a república é de esquerda - mais do que um mito estamos perante um dogma. Basta termos bom senso e lermos um pouco da História do nosso país, para percebermos que isto é mentira. A monarquia só pode existir, como o Sr. D. Duarte está farto de referir, em democracia - e a democracia não é da esquerda nem da direita, é de todos e para todos, como o Rei.
Pouca gente sabe e poucos foram os historiadores que se deram ao trabalho de investigar o assunto, mas o primeiro partido socialista a existir em Portugal (o Partido Socialista Português) tinha imensos monárquicos (a maioria dos militantes) e existem relatos da época que comprovam que o mesmo foi apoiado pelo Rei D. Manuel II. Os socialistas tinham na época por certo de que o regime era uma questão secundária e que as condições de vida dos operários iriam piorar se a república fosse implantada. Não é que tiveram razão?
Mas podemos ir mais longe. Quantas pessoas é que se deram ao trabalho de investigar e estudar os imensos monárquicos que foram oposicionistas do Estado Novo? Querem exemplos? Que tal o Henrique Barrilaro Ruas, que no I Congresso da Oposição Democrática foi o primeiro orador a exigir "a entrega imediata das colónias aos seus povos"? Ou então o advogado João Camossa, que num processo em que defendia oposicionistas ao regime salazarista foi o primeiro e único caso em que um advogado passou da sua condição a arguído. Confrontado com o problema foi até à casa de banho e apresentou-se perante o juíz fascista a dizer que por baixo da toga estava completamente nu e que se fosse constituído arguído a teria que despir - o juíz fascista não teve coragem de o constituir arguído.
Então e o Francisco Sousa Tavares e a Sophia de Mello Breyner? E o pai de Sottomayor Cardia? E o pai de Jaime Gama? E o Gonçalo Ribeiro Teles? E o Sá Carneiro? E o Henrique de Paiva Couceiro? E a Amália Rodrigues? E os outros, tantos outros que eram de esquerda uns, de direita os outros, mas que tiveram como marca comum a luta, de peito aberto ou na clandestinidade, pela democracia em Portugal? Só os republicanos são herdeiros da resistência ao Estado Novo? Só? Chega de demagogia. A Liberdade quando nasceu foi fruto de todos e nasceu para todos.
Se perguntarmos a qualquer socialista ou pessoa de esquerda quais são os líderes políticos em que mais se revêm, as repostas vão ser óbvias e vão aparecer de certeza estes quatro nomes: Olof Palme, Felipe Gonzales, Tony Blair e José Luís Zapatero. O que têm em comum? Todos governaram em monarquia e nunca a contestaram.
Então e não será óbvio que qualquer militante do Bloco de Esquerda se revê no modelo social liberal do Reino da Holanda? E o afamado modelo económico escândinavo defendido à boca cheia pelo PS? Os países escandinavos também são monarquias.
É por estes motivos que Manuel Alegre tem razão, "tudo pode e deve ser debatido". Por isso está na hora da esquerda abandonar os dogmas. Por isso está na hora de passarem a palavra ao povo, que eu acredito ainda é quem mais ordena.



sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

A Nossa Familia Real

Noticia de ultima hora!

A base de dados de apoiantes dos ConjuradosXXI chegou aos 100!!!

Restauração da Monarquia do Norte

Foi a vez do Norte! - Bandeira monárquica colocada na Câmara do Porto


Esteve a meia haste, durante a madrugada, uma bandeira monárquica em frente da Câmara do Porto, na praça General Humberto Delgado. Não se sabe, até ao momento, quem foi responsável pelo acto.
«Foi colocada nos postes que estão na praça General Humberto Delgado», explicou à Lusa o director municipal dos Serviços da Presidência da autarquia, Manuel Cabral.
Os postes em causa são, contudo, utilizados para hastear as bandeiras oficiais da autarquia.
O símbolo monárquico esteve no local até às 6:00, altura em que foi retirado pelo segurança responsável por hastear as bandeiras do município todas as manhãs.
O cabeça de lista do Partido Popular Monárquico (PPM) pelo distrito do Porto, Alfredo Corte-Real, negou qualquer envolvimento neste acto por parte do partido, embora tenha salientado, em declarações à agência Lusa, que «a vontade seja efectivamente essa: hastear algumas bandeiras azuis no país».
Em Agosto registaram-se incidentes semelhantes em Lisboa, levado a cabo por elementos ligados ao blogue 31 da Armada , e na cidadela de Cascais, um momento que foi exibido em vídeo num blogue «Os Conjurados» .


quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Let's Talk - falou-se de facto!

Aconteceu ontem em Lisboa a primeira reunião Let's Talk.
Ao chamamento acorreram muitos monárquicos prontos a arregaçar as mangas e a empunhar ( literalmente se preciso ) a bandeira com as cores do Reino. É bom ver que a família monárquica portuguesa está de boa saúde!


A todos que estiveram presentes muito obrigado!


Viva o Rei!


Em breve let's talk... again!




DFM

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

MAIS!!!!


terça-feira, 1 de Setembro de 2009

A Questão da Hereditariedade das Monarquias por Salvador Dalí:

Monarquia Genética?

Carta ao André:

Li com agrado o comentário inteligente e fundamentado com que o André M. "atacou" o meu último post "Eu Também Quero um Rei!". Tentei responder ao comentário do André (que abaixo reproduzo) mas como escrevo que me desunho o meu novo comentário não coube nas 4000 letras máximas permitidas. Pois bem: "O Reino ( não o Império ) contra-ataca" neste post:

"Caro Diogo,
A grande questão acerca das vantagens da monarquia passa realmente pelo facto de um rei ser, teoricamente, educado desde jovem para desempenhar uma função 'arbitral' no jogo político-institucional e diplomático e de, não estando o seu mandato limitado cronologicamente por mais que as leis da vida e da morte, permitir uma linha de continuidade nessas mesmas políticas. Um PR está actualmente limitado a, no máximo, dois mandatos consecutivos de 5 anos (esse período já foi maior na II República).No entanto o que aparentemente é uma vantagem para a Mon. e uma desvantagem para a Rep. pode mudar de feição se supusermos que o rei afinal era inapto para tal serviço à nação. Já sucedeu isso mesmo na História de Portugal, com um dos reis que estão aí no lado, D. Afonso VI, ou mesmo D. Sancho II, (já agora, gostei de ver D. António I como rei, embora seja uma questão que levanta alguma celeuma porque afinal ele foi aclamado mas não conseguiu impor o seu poder, do mesmo modo que D. Beatriz e D. João I de Castela ou D. Afonso V e D. Joana em Castela)terem sido 'depostos' por golpes palacianos por terem ou por ter sido considerado na altura que tivessem, poucos dotes políticos e militares. Como se resolveria a situação se um D. Duarte de Bragança subisse ao trono e mostrasse que não tinha jeito para aquilo? Outro regicídio? O homem é tão simpático!Prefiro ter a hipótese de eleger regularmente quem quero para chefe de estado, embora defenda que se deve, neste caso, recuperar um modelo próximo do da II República (que tenho evitado chamar de Estado Novo para não dar azo a confusões).Outra questão ainda. Se se diz laico e democrata, como justifica então que seja somente uma família a deter o direito sobre um determinado 'cargo', de forma hereditária e vitalícia? É que as justificações tradicionais apontavam para questões como vontade ou direito divino e privilégio... sendo que nem uma nem outra me parecem encaixar numa visão laica e democrática da sociedade.Para terminar resta-me dizer que, não sou nem Monárquico nem Republicano por ideologia. Apenas quero que o regime em que nos governamos resulte. Neste momento, analisando os prós e os contras de um e outro regime, não vejo qualquer vantagem numa mudança regimental porque não é o 'tecido' que está mal, são antes os 'fios' que o tecem..."
André M.
________________________________________________________
Caro André,

As palavras são como as cerejas e sinto que num vis-a-vis tínhamos aqui pano para mangas. Vamos por partes começando pelo meio: Existe nos regimes ocidentais, e Portugal não é excepção, uma subversão democrática grave que ao André, já percebi, não é estranha: Oposição partidária.
Como sabemos, e passando a redundância, as nações são governadas por Governos e não por Chefes de Estado. Esses Governos são eleitos por mim, por si e por todo o colectivo de indíviduos a que chamamos “Povo”. A subversão, contudo, surge quando um Governo legalmente estabelecido e apoiado pela maioria desse Povo é, durante os 4 anos da sua vigência, permanentemente alvo de oposição política. Cada Governo que toma posse deverá, dentro do mandato que obteve, ser o Governo de Todos os Portugueses. O sucesso de uma governação advem da serenidade em que é desempenhada e criando uma alegoria “Em aguas turbulentas qualquer navio sai da rota”. Passado porém esse período, caberá ao Povo renovar ao Governo estabelecido o visto ou, pelo contrário, manda-lo porta fora. Não sendo alheio a noções de livre ideologia e autodeterminação a minha concepção de democracia é a seguinte: O Governo das nações, dentro dos prazos legais e constitucionais, está na mão do Partido que o povo escolheu e que não se sujeita a pareceres dos partidos derrotados em eleição. Em caso de mau desempenho, não esquecer, está constitucionalmente a figura do Chefe de Estado para dissolver o Governo malvado. O Estado Novo, ou se tivermos pudor, II Republica, pecou gravemente pela falta de horas marcadas na hora de renovar governos... e nesse ponto fez ruir a democracia pela base. O Estado quer-se forte mas não-autoritário. Não basta vigiar as peças... é necessário olear o mecanismo!
Do meio salto para baixoe vou-lhe explicar em modos simplórios, que tão bem combinam comigo, porque é que não me rala nada a fórmula hereditária da Monarquia: Portugal é um país velho, com perto de 900 anos e o Mundo, nesta nossa era, mescla-se e androgeniza-se, o que não é mau nem bom. O meu enorme prazer em viajar centra-se no enriquecimento que faço com habitos e modus vivendi de outras culturas. Com o esbater das referências e elementos únicos de povos e nacionalidades, receio, vou perder o gosto de viajar. Um Rei, por via de uma história-familiar-histórica é o porta-estandarte mais que perfeito da nacionalidade. A história desta corre-lhe no sangue e está dispersa entre pais e avôs. As figuras não só do Rei mas de toda uma Família Real, fazem equilibrio entre passado e futuro. Um Presidente da Republica será sempre, admitamos, um indivuduo anónimo e obscurecido pela história. Em súmula: Sendo democrata quero uma comunicação eficaz e entre pagar por um seviço constante ou por um que de 5 em 5 anos (em portugal tende a 10 em 10) necessita substituição, opto, claro, pelo primeiro. Não enquadro aqui a mão da Divindade porque afinal sou mesmo laico...
Para terminar, vou ao príncipio das suas palavras. Ora bem, se um Rei se revela inapto ( não esquecer que em certas monarquias modernas a pessoa do monarca é, ainda antes da aclamação, referendada para atestar da sua legitimidade e capacidades) saltam imediatamente as disposições constitucionais para o afastar da sucessão e fazer o cargo saltar-um-posto. Não se esqueça André que no século XIX ( uma era mais próxima de nós, que as de Sancho II e Afonso VI ) perante a incapacidade de governar de uma certa monarca que havia enlouquecido, se afastou a própria da governação sendo substituda por um quem de direito se lhe seguia na linha sucessória e que, na minha opinião pessoal, foi um Chefe de Estado brilhante, notavél pelo espírito conciliador e pelas linhas de estratégia adoptadas (logo calha que está aqui ao lado). Não nos afligemos porque a Monarquia não se fará encabeçar por loucos nem por individuos diminuídos. Os mecanismos de substituição do regime não o permitiriam.
Para terminar, porque este post já está um tijolo, Deixo uma questão:

Não poderá uma mudança regimental constituir para os Portugueses um convite para que se procurem espelhar doutra maneira enquanto Nação?

Acho q o reflexo do actual regime nos deixa todos muito deprimidos!

Diogo de Figueiredo Mayo

SOBRE A REPÚBLICA
por Jaime Nogueira Pinto, Publicado em 01 de Setembro de 2009 no Jornal i



Para o ano a República completa um século. Nasceu do ódio contra a monarquia e viveu num ambiente de ódio até ao 28 de Maio

É já para o ano que a República faz cem anos. Por pertinentes razões ideológicas fala-se da "república" como a I República. Os antifascistas excluíram o Estado Novo do conceito de república, pelo que a periodização é I República (1910-1926), Estado Novo (1926-1974), II República (1974 - por diante...). Se o Estado Novo for república, estamos na III República. Não faz grande diferença, mas é bom saber.O regicídio, que abriu a porta à república, foi para acabar com o governo forte e pessoal de João Franco, que se tornara o homem a abater, pois jogava no terreno dos revolucionários, apelando às classes urbanas, num estilo popular ou populista, quando toda a gente estava farta dos partidos monárquicos tradicionais.O clima de ódio - contra o rei, contra a dinastia, contra Franco - ficou registado num romance do qual toda a vida ouvi falar mas só agora li, "O Marquês da Bacalhoa", de António de Albuquerque. O livro não deve nada ao estilo, é um panfleto de política - ficção que pinta uma corte libertina, corrupta, de maus costumes. O marquês da Bacalhoa (o rei) usa a mulher (a rainha) para controlar D. Álvaro de Luna, o personagem que encarna Mouzinho de Albuquerque, o herói "africano" que se suicidou. No romance, o rei e a corte são os responsáveis por este suicídio.Este ódio cresceu e frutificou. A República não foi de brandos costumes: mataram-se padres logo no primeiro dia e, apesar das amplas liberdades, o regime foi expedito, através dos bandos "populares", para dar cabo dos adversários - partidos e jornais monárquicos, católicos e mesmo republicanos e conservadores. Criou um modelo "à mexicana" ou "à Chávez", em que as eleições eram concorrenciais, mas o governo - os democráticos - ganhava sempre.
Isto fez da tropa, dos militares, os únicos agentes possíveis da mudança. Quer entre facções republicanas, quer da parte dos vencidos de 1910, com o permanente protagonismo de Paiva Couceiro, das incursões, até à Monarquia do Norte.
O regime defendia-se com uma classe de "cidadãos vigilantes" - carbonários, "formigas brancas" e polícias oficiais ou oficiosos. A violência era livre. Daí episódios como o da enigmática "camioneta fantasma" que, na noite de 19 de Outubro de 1921, foi de porta em porta para capturar e assassinar republicanos, entre eles os heróis do 5 de Outubro - Machado Santos e Carlos da Maia- que se tinham passado para o sidonismo.Muito do que veio depois, o resto do século XX português - o 28 de Maio e o autoritarismo salazarista - é incompreensível sem se perceber que a República foi (também) assim. A ver se nas celebrações se lembram destes detalhes...
Professor universitário

Apoia esta Causa!

ConjuradosXXI


Como era de esperar o Movimento ConjuradosXXI não vai parar e tem já algumas actividades preparadas, mas como qualquer movimento precisamos de “apoios”

Como tal estamos a criar uma base de dados individual para cada Monárquico ou interessado nos conjuradosXXI, para facilitar na divulgação...

Para isso basta nos enviar por e-mail ou mesmo pelo Blogue, deixando a informaçao em comentario neste topico, (nao sera publicada).


Nome:

Morada:

E-mail:

Telefone:

Telemóvel:

Web Site: (facebook, site, forum ou blogue)

Data de nascimento:

Profissão: (se é estudante especificar o curso)

Movimentos, Associações a que pertence:

“Em que posso ser útil?” (especificar ajudas que poderá dar aos ConjuradosXXI, por exemplo: escrever textos para o blogue, apoiar na divulgação, apoiar nas campanhas de rua, etc...

Ideias: (se tem ideias para actividades)

------------------------------------------------------------------------------------

P.S. se possível enviar uma Fotografia, OPTIMO!

Obrigado,

Os ConjuradosXXI

Viva o Rei!

segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

Eu Também Quero um Rei!

Porquê um Rei?Ao fim e ao íncio dos séculos corresponderam em toda a História do Homem períodos de mudança e novas espectativas. Se o século xx português deu os seus primeiros passos sob o "toque-de-caixa" da República, eu, nascido em 1985, espero que, cem anos volvidos, neste novo ínicio de século e de milénio, a Questão Regimental possa reacender e provocar um clarão de iluminamento e esclarecimento sobre aquilo que Monarquia é afinal .
Por o País que teremos em 2010 ser muito diferente do que havia em 1910 esta deverá ser uma discussão feita de bola-para-a-frente e de olhar no futuro.
No nosso tempo, Democracia é a parede-mestra de todos os Regimes do Mundo Ocidental. Em Portugal porém, que malgré tout faz ainda parte desse Mundo, o Regime Republicano faz uma apropriação descabida da palavra Democracia.
A fundamentar esses "direitos de autor" os opositores da Monarquia disparam a não-elegibilidade do Chefe de Estado nas Monarquias e portanto a perda de poder de escolha por parte do povo sobre "quem manda". Ora como quem "manda" não é o Chefe de Estado, (Rei ou Presidente da República) mas sim um colectivo de ministros que governa liderado por um Primeiro-Ministro, este argumento morre à nascença
Ao Chefe de Estado ( de todo confundível com Chefe de Governo ) competem as funções de Diplomata Número 1 do seu país, de Símbolo Vivo da Nação e Elemento de Equilibrio e Estabilidade. Um Rei, pela vantagem de tomar posse ad mortem "até à morte", desempenhará estas tarefas naturalmente e com facilidade: Um longo Reinado permite a consolidação duma forte carreira diplomática através do prestígio pessoal do Monarca; o Rei, garante de tradição e valores da nação, institucionaliza-se como Símbolo do Legado e da História nacional e, "reinando-não-governando", durante 20, 30, 40 ou 50 anos, vigia a rotação dos governos cujas acções e políticas, tal qual um gestor experiente, refreia ou estimula. Judices nascuntur, Advocaci fiunt - "Juízes nascem, advogados fazem-se". Um Presidente da República, por melhor que seja, jamais presta grandes serviços. A limitação cronológica do cargo permite-lhe apenas aquecer a cadeira. As provas ficam sempre por dar!


Sou Democrata, Monárquico e Laico e agora posso responder:

"Porquê um Rei?"

Porque Sim!


Diogo de Figueiredo Mayo

A bandeira da ignorância e do fanatismo


A bandeira da ignorância e do fanatismo. “Tomemos um outro exemplo, não mediterrânico, mas pertencente, também a ele, à Europa Meridional, o de Portugal. Até 1910 as armas e a bandeira articulam-se, também aqui, à volta do azul e do branco, cores heráldicas dos reis de Portugal desde o século XII. Sobrevém a Revolução, e põe-se a questão da bandeira do regime republicano. Que cores escolher? O azul e o branco, que fariam recordar excessivamente a monarquia derrubada, são excluídos. Ao amarelo acontece o mesmo, pois evoca de maneira excessivamente o poderoso e temido inimigo espanhol. Restam portanto o verde, o vermelho e o preto. Em 1911, em circunstâncias mal elucidadas, e por motivos que ainda se discutem, a jovem república portuguesa adopta uma bandeira verde e vermelha, divida a meio. Essa é, ainda hoje, a bandeira de Portugal, e é uma das raras bandeiras europeias que infringe a regra das cores heráldicas: o verde (sinople) e o vermelho (goles) tocam-se, o que é estritamente contrário aos princípios da heráldica (de resto, a escolha do preto, justaposto ao verde ou ao vermelho, não teria laterado nada no que diz respeito à transgressão desses princípios). Depois da adopção desta bandeira, de algum modo por dedução, pois escolheram-se as cores “que restavam”, foram avançadas diferentes explicações de ordem histórica ou simbólica, para justificar a escolha destas cores. O verde, cor da Marinha portuguesa, sublinharia o papel desta no derrube do Antigo Regime. (Avançou-se mesmo que a nova bandeira retomava totalmente o pavilhão verde e vermelho, dividido a meio, do navio Adamastor, que tinha tido um papel decisivo no sinal de partida da Revolução.) Ou então, o verde seria a cor da Liberdade e o vermelho proclamaria a maneira como ela tinha sido conquistada: pelo sangue. Banal simbólica de cores, solicitada fora de tempo e que evidentemente nada explica. (…) [verbete "BANDEIRA"]. PASTOREAU, Michel – Dicionário das cores do nosso tempo: simbólica e sociedade. Lisboa: editorial Estampa, 1997, pp. 34-35 Numa análise sucinta, mas extremamente bem documentada, o medievalista e especialista em simbologia Michel Pastoreau, caracteriza a bandeira forjada na revolução portuguesa de 1910 «à pressa e na confusão» (p. 35). Ela é, sem dúvida, um dos grandes exemplos de como os republicanos temiam a força histórica presente do simbolismo das instituições monárquicas. Não bastava arrancar do pano a coroa, havia que tingi-lo com outras cores. Os tons escolhidos evidenciam o pânico e acrescentam-lhe violência, conflito e agressividade. Vermelho de sangue (sangue do antes e do devir, sangue do regicídio, de La Lys, da noite sangrenta) que empurra um verde cínico, seiva nova da nova aristocracia: os políticos de carreira, ociosos comendadores e ditadores de oportunidade. A República não desejava apenas um novo regime. Queria um novo país e a bandeira positivista, assimilada graças ao futebol (que é, como sabemos, a melhor maneira de electrizar as massas), auxiliou essa refundação. Publicada por Nuno Resende
Fonte: Blogue Centenário da República

Porque não te calas?


E nos EUA

Viva a Familia Real Portuguesa

E já chegou a Ceuta!


Castelo mais bonito!


Armas sem Coroa

O extraordinário mundo da cobardia


Ficámos hoje todos a saber que o site do Centenário da República foi a seguinte vítima política da recente (e apanicada) reacção republicana às movimentações monarquicas dos últimos meses, que têm dado que falar e prometem reacender uma discussão inevitável e fundamental na sociedade. Discussão tão desconfortável para quem vive à décadas encostado a uma república tão propícia a ... Subsídios! (mais ou menos legais)...

Lá está, uma república que nasceu no seio da mais vil cobardia depois de assassinar gratuitamente dois monarcas e retirar a todos os portugueses aquilo que deveria ser seu desde sempre: o respeito, a estabilidade e o amor pela pátria a que pertencem; sustituída agora por uma teia de interesses partidarizados, ocos de ideias, rectidão e carácter, que não faz a mínima ideia do que significam as palavras Honra e Carácter, muito menos Sentido de Estado.

É portanto tristemente previsível que algum republicano mais "coerente" àquilo que sempre foram as premissas de uma república sanguinária e cobarde tenha julgado evidentemente correcto acabar de vez com a voz contrária... Pois claro, caro(s) senhor(es), sinta-se à vontade para demonstrar a quem ainda tem dúvidas aquilo de que são feitos os republicanos... Se dúvidas havia da prepotência, cobardia e acima de tudo falta de quaisquer princípios dos nossos republicanos ficou hoje bem claro que continuamos a lutar contra um inimigo ... "cristalizado".

E ainda nos apontam eles o dedo para nos acusar de anacrónicos e saudosistas...
Os Conjurados

Quero um Rei

Quero viver em Monarquia, quero ter um Rei como verdadeiro e único representante do Povo Português, é essa a grande diferença entre um Rei e um Presidente da Republica, o Rei é o único que consegue representar Portugal, enquanto um PR representa os partidos políticos e os barões do dinheiro que o lançaram para esse Cargo Politico e o apoiaram quando era Ministro, Primeiro-Ministro ou Presidente da Câmara de Lisboa. A ideia que qualquer um de nós pode ser PR é mentira!

Nos livros da escola é nos ensinado que Republica é a única possível democracia, talvez a mais velha democracia do mundo que tem uma Rainha como chefe de estado não viva em democracia! É esse o grande problema, foi criado por esta Republica uma educação anti-monárquica, onde a Monarquia é só castelos, palácios, condes, viscondes, tudo a custa do povo, o que é mentira, estes mesmos atributos estão nas mãos dos comendadores e políticos da Republica!


A ideia que a Monarquia está fora de questão em Portugal, e que é uma coisa só para alguns "bem nascidos" esta acabar, já ta a ter o seu fim!

29% dos portugueses preferia ter um Rei e não um Presidente da Republica, mas já não querem viver em Monarquia, isto deve-se mesmo a essa educação anti-monárquica onde as pessoas pensam que ter um Rei como Espanha é óptimo, mas ter uma Monarquia já é diferente, é voltar andar de coche e peruca, e não querem como é óbvio, mas se forem esclarecidas e confrontadas com a realidade ficam a pensar e muitas deles diziam como eu, Quero um Rei!

Mas para isso teríamos de viver numa verdadeira democracia, onde não houvesse medo de falar em outras hipóteses de regime, que não tivéssemos medo-vergonha do nosso passado, onde não houvesse revolta quando é colocada uma bandeira Portuguesa e não uma bandeira Monárquica como se diz, Fico contente ao ver jurássicos desta Republica furiosos quando se faz alguma iniciativa Monárquica, por exemplo a colocação das bandeiras, mostra que a medo, a Republica nasceu podre e esta podre, sem bases, facilmente cai, se o povo for verdadeiramente esclarecido, ter um Rei não está de todo fora de questão, mas para isso tem que haver a dita liberdade, que uns alegam como um dos grandes símbolos desta Republica para se poder falar nisso!

Vamos entrar no Centenário da Republica, é esta a hora de acabar com o branqueamento da historia, é a data certa para relembrar que esta Republica democrática onde vivemos, começou com sangue, com a morte de um Rei e de um filho, começou com o peso da Carbonaria e da Maçonaria que nos obrigaram a ter este regime sem perguntar ao Povo se queria viver com nele! São 100 anos sem historia, são 100 anos parados e congelados no tempo! É hoje, a hora de nós jovens sairmos para a rua e falar abertamente do Rei que reina e não governa, do Rei que é livre e não tem cor politica! Do Rei que não é Rei de Portugal mas Rei dos Portugueses! Um Rei que faz parte da historia de um povo, e é a continuidade viva da historia de um Povo!

Acredito seriamente que daqui a uns anos teremos um referendo, mas para lutar por um referendo, temos de lutar primeiro pela justiça e liberdade de um referendo, nunca poderá ser uma pergunta como a da questão do aborto, que claramente obrigava a votar sim, terá de ser uma pergunta justa e acima de tudo terá de haver uma preparação, o povo tem que estar verdadeiramente esclarecido, tem que saber as diferenças entre a Republica e a Monarquia, uma discussão sem tabus!

Eu quero um Rei e quero que o meu povo possa dizer livremente, queremos um Rei!

Viva o Rei!

Viva Portugal!


Duarte Seabra Calado


domingo, 30 de Agosto de 2009

A FEBRE DAS BANDEIRAS ALASTRA-SE!!!


Memorabilia

Os 9 reis da Europa em Londres:
Em pé: Haakon VII da Noruega, Fernando I da Bulgaria, Manuel II de Portugal, Guilherme II da Alemanha, Jorge I da Grécia e Alberto I da Bélgica.
Sentados: Afonso XIII de Espanha, Jorge V de Inglaterra e Frederico VIII da Dinamarca
Londres, Cerimónia da Ordem da Jarreteira:
Em segundo o Príncipe de Gales ( mais tarde Duque de Windsor), El Rei Dom Manuel II e o Duque de Connaught
pormenor
El Rei em Grande Traje da Ordem da Jarreteira. A Coroa Real Pontifica.

Wimbledon Championship, 1922

El-Rei Dom Manuel II e a Rainha Dona Augusta

Últimas Palavras Antes do Exílio:

“Forçado pelas circunstâncias, vejo-me obrigado a embarcar no iate Real “Amélia”. Sou Português e se-lo-ei sempre. Tenho a convicção de ter sempre cumprido o meu dever de Rei em todas as circunstâncias e de ter posto o meu coração e a minha vida ao serviço do meu País. Espero que ele, convicto dos meus direitos e da minha dedicação, o saberá reconhecer

VIVA PORTUGAL!"

por Manuel II, Rei de Portugal, em 5 de Outubro de 1910

sábado, 29 de Agosto de 2009

Let's Talk - Jantar Pró-Monarquia, dia 2

Aproveitando a boleia dos Conjurados XXI relembramos que na próxima 4a feira, dia 2, pelas 20h30 na Cervejaria Sol Dourado na Rua Jardim do Regedor, 19 ( perto dos Restauradores)vai ser feito um jantar para monárquicos e simpatizantes (e republicanos também, se assim quiserem).
O objectivo é criar uma mesa de diálogo descontraída sobre o tema "UMA MONARQUIA PARA O FUTURO" , discutir o estado actual da Causa Monárquica e delinear projectos para curto prazo. Será um jantar muuuuiiito informal para criar uma agenda de actividades eficazes no sentido de dar maior visibilidade à Causa em vésperas do Centenário da República e criar estratégias para o futuro breve.
.
Mais info e inscrições em:
e façam o favor de escolher a comezaina que querem, senão a malta da cozinha dá-nos cabo do canastro!
.
A adesão a este jantar, que pretende ser o primeiro de muitos, é importante. Vamos mostrar que MONARQUIA e REI não são palavras mortas. Isso só se consegue se nos juntarmos e soubermos mostrar que existimos! um homem sonha, mil homens mudam o mundo!
.
PS: ( de post scryptum... não alude a Partido Socialista..!)
Constou-nos que ali a zona dos Restauradores é terreno fértil
para conspirações monárquicas. Diz que já em 1640 uma malta dali saiu nesse intento... Parece que tiveram sucesso!

sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Entrevista a S. A. R. D. Duarte de Bragança há um ano: TOTALMENTE NA ORDEM DO DIA














Clicar nas imagens para ampliar


COMUNICADO OFICIAL

Caros seguidores do nosso blog, em primeiro lugar os "Conjurados XXI" querem agradecer todas as mensagens de apoio e de força que todos vocês nos têm dado ao longo destes dias. É muito importante que estas chamadas de atenção sejam bem aproveitadas para pormos o País a falar e a pensar seriamente numa mudança de regime. Prometemos que não vamos descansar até vermos mudanças no panorama político nacional. Apoiamos e ajudamos quaisquer campanhas ou acções que queiram fazer, basta contactarem-nos para o e-mail conjuradosxxi@gmail.com . Pedimos também a TODOS que, ao hastear as vossas bandeiras em casa nos mandem as fotografias das mesmas para as colocarmos aqui no blog. Para quem não tem bandeiras e gostaria de comprar existe a Loja das Bandeiras ao pé da Igreja de Santa Madalena em Lisboa perto da Sé.

Vamos mudar este país!!

VIVA O REI! VIVA A BANDEIRA AZUL E BRANCA!

Conjurados XXI

E MAIS UMA!!! NÃO PAREM!!


quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

E O NÚMERO DE BANDEIRAS NÃO PÁRA DE AUMENTAR!


E mais uma!


Trafaria - Almada

quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

Reportagem - jantar da liberdade

http://www.videos.iol.pt/consola.php?projecto=27&pagina_actual=1&mul_id=13159695&tipo_conteudo=1&tipo=2&referer=1

MAIS UMA...!


terça-feira, 25 de Agosto de 2009

JOÃO FERREIRA-ROSA "Portugal foi-nos roubado, há que dizê-lo a cantar" e a falar:


Ainda os rapazes do site ‘31 da Armada’ não eram nascidos – e já o fadista João Ferreira Rosa hasteava todos os dias a bandeira azul e branca no mastro de sua casa. “O Diabo” foi ouvir um dos mais destacados defensores da Monarquia em Portugal.

“O Diabo” – A Monarquia é fácil de explicar ao povo, 99 anos depois da instauração da República?

João Ferreira Rosa – Facílima. Há doutores que podem fazê-lo com grandes tratados. Mas sabe quem pode explicá-la melhor? Os portugueses (e são mais de um milhão) que vivem e trabalham nos países onde há Monarquia: na Holanda, no Canadá, na Austrália, na Suécia, na Inglaterra, no Luxemburgo, em Espanha, na Bélgica. Só que esses não passam na televisão. Dantes havia uma censura, agora parece que cada qual tem a sua…

“O Diabo” – Porque é que é monárquico?

J.F.R. – Não quero ter um Chefe de Estado eleito. O Rei não é de facção nenhuma nem lhe sobe a importância à cabeça: é importante desde que nasce e representa todos. O Rei é o chefe natural da nossa família comum.

“O Diabo” – Acha que os monárquicos têm conseguido “fazer passar a mensagem”?

J.F.R. – Há por aí alguns condes e viscondes, falsos monárquicos, que dizem que o povo não está preparado. O único que está preparado é o povo. O povo está preparadíssimo! Eles é que não querem Rei. São uns snobs. Acham que ser monárquico é ser nobre. Nobre? Mas querem gente mais nobre do que o povo? A esses condes e viscondes, o Senhor D. Carlos não dava confiança. Queixavam-se de que o Rei não tinha Corte! Pois não: a Corte do Rei era o povo! Ele ia para Vila Viçosa e era com o povo que queria estar.

“O Diabo” – Quais são as desvantagens de um Presidente eleito?

J.F.R. – Desde logo, só se pode concorrer à Presidência apoiado por muito, muito dinheiro e um partido político. Portanto, ganha quem tem mais dinheiro e representa uma facção. Sabendo como a República foi feita, só uma pessoa desonesta pode querer candidatar-se a Presidente. A República foi feita por meia-dúzia de traidores, assassinos e ladrões. Quando assassinaram o Senhor D. Carlos e o Príncipe, em 1908, até os republicanos franceses disseram: ‘Mataram o Rei mais culto da Europa’. No dia 5 de Outubro, aquela Câmara Municipal de Lisboa, onde agora estes rapazes hastearam a bandeira nacional, era uma galeria de gente horrível. O José Relvas e todos os outros. Uns criminosos. Mataram gente. Não eles, pessoalmente: mandaram a Carbonária. São figuras sinistras. A instauração da República é um filme de terror. Por isso nunca a referendaram. Nenhum país no mundo tem uma ditadura com 100 anos, como nós temos. E não se pode dizer isto. Ninguém me convida para ir à televisão dizer isto. E quando me convidam para cantar, querem sempre que cante ‘O Embuçado’ e umas coisas inocentes. É tenebroso. Ainda no outro dia me fizeram uma entrevista para uma televisão e estiveram a gravar mais de uma hora. Eu só lhes dizia: ‘Mas para quê gravar tanto tempo, se não vai sair nada do que eu estou a dizer?’. Claro: saíram três frasesinhas, a respeito de Fado…

“O Diabo” – Portugal tinha uma boa Monarquia?

J.F.R. – Tinha uma Monarquia exemplar, comparada com as outras. Ainda há tempos estiveram aqui uns noruegueses e disseram a quem os quis ouvir: ‘Vocês, com a História que têm e com os Reis que tiveram, tinham obrigação se ser monárquicos’. A República assenta num lago de sangue. É um crime que nunca foi julgado. Não foi o povo que matou o Rei. Os maiores democratas que nós tínhamos eram o Senhor D. Carlos e a Família Real. O Alfredo Marceneiro contava isso. Ele era operário, nessa altura, vivia em Santa Isabel e assistiu ao 5 de Outubro. Houve um dia um programa de fados na televisão, feito em Pintéus, e gravaram uma conversa minha com o Marceneiro. Como era 5 de Outubro, eu perguntei-lhe: ‘Tio Alfredo, o que é que esta data lhe diz?’. E ele respondeu: ‘Sim, filho. Eles, primeiro, mataram o Rei e o Príncipe. Em Lisboa, o povo ficou a chorar. Passados dois anos, andaram grupos pelas ruas, aos tiros e aos gritos, a dizer ‘não saiam de casa, é uma revolução’. O povo acobardou-se e eles fizeram a República’. E foi mesmo assim. A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso. E ainda hoje eu vejo muito pouca gente a intitular-se republicana. São raros.

“O Diabo” – O povo é monárquico?

J.F.R. – Aqui em Alcochete, por exemplo, muito povo é monárquico. Depois do 5 de Outubro, o barco de ligação a Lisboa continuou durante anos a içar a bandeira real. E só acabaram por desistir porque, quando chegavam a Lisboa, tinham a Guarda Republicana em cima deles.

“O Diabo” – E continuam monárquicos?

J.F.R. – Eu até tenho amigos comunistas monárquicos!

“O Diabo” – O facto é que vivemos em República…

J.F.R. – Pois se a Constituição nem sequer permite que se ponha em causa o regime! É uma vergonha. E agora, na próxima Assembleia, que terá poderes constituintes, não acredito que tenham a coragem de mudar. O Medina Carreira é que os topa! Esse grande senhor daria um grande conselheiro do Rei de Portugal. Diz as verdades. Só que depois nada acontece. Ele chama-lhes ladrões, chama-lhes tudo, mas eles não têm a coragem de levar o senhor a tribunal. Se isto não levar uma volta, eu não vou morrer cidadão da República Portuguesa. Não há ninguém mais português do que eu. Mas morrer debaixo da bandeira da República, isso não. Mais vale ir morrer longe.

“O Diabo” – A República vai fazer 100 anos. Que acha que deviam os monárquicos fazer em 2010?

J.F.R. – Devíamos exigir o referendo. A melhor comemoração era fazer-se o referendo sobre o regime no dia 5 de Outubro de 2010. Isso é que era.

“O Diabo” – Acompanhou os casos dos jovens monárquicos que substituíram a bandeira republicana pela bandeira azul e branca…

J.F.R. – A mim nasceu-me uma alma nova com esta gente. Fiquei orgulhoso. Senti-me recuar aos 20 anos. O que incomoda ainda mais a corja republicana é que são jovens. Porque isto desmente a propaganda republicana de que a Monarquia é uma coisa de velhos. Eu sou monárquico desde que comecei a pensar, desde rapazinho. Sou monárquico por pensamento, não por herança de sangue.

“O Diabo” – Acha que este caso vai ter consequências?

J.F.R. – É preciso que estes bravos sejam julgados! É preciso fazer coisas, como eles fizeram, para sermos julgados e podermos dizer em tribunal o que se impõe que se diga! É uma infâmia não nos deixarem falar. Eu, com 72 anos, não me importo nada de ser preso como monárquico! Teria o maior orgulho! A República é um crime que continua por julgar.

segunda-feira, 24 de Agosto de 2009

E MAIS...!

Largo dos Duques de Cadaval, Rossio, Lisboa


Hino Constitucional Português

Dom Manuel II - Parte 1

Dom Manuel II - Parte 2

A ONDA AZUL E BRANCA COMEÇOU...

E NADA A FARÁ PARAR!


Que sejam 100... 1000... 10 milhões!


APELAMOS A QUE COLOQUE TAMBÉM UMA BANDEIRA NA SUA JANELA E NA SUA VARANDA! MANDE-NOS A FOTOGRAFIA. FAÇAMOS UMA LISTA SEM FIM!

VIVA PORTUGAL!

Desta feita... Alcântara!

Portugal começa-se a vestir de azul e branco!

sábado, 22 de Agosto de 2009

Entrevista de Dom Duarte de Bragança - i online


Corre-se o risco de uma ditadura tomar o poder” – vídeopor Adriano Nobre, Publicado em 22 de Agosto de 2009
D. Duarte de Bragança teme ver o país entregue a uma comissão estrangeira. Sobre escutas é claro: “Não me importo que me escutem. Nada tenho a esconder”.

A causa monárquica voltou à ribalta com a polémica da bandeira hasteada na Câmara Municipal de Lisboa (CML). O chefe da Casa Real, D. Duarte de Bragança, desvaloriza o incidente e defende que o episódio até pode ter “um aspecto positivo” se “despertar a atenção para as bandeiras portuguesas”. Sobre a actualidade do país, assume que o caso das escutas em Belém não o preocupa. “Não me importo nada que me escutem. Nada tenho a esconder. E também deve ser esse o caso do Presidente da República”.


Como reagiu à notícia de que Lisboa tinha acordado com uma bandeira monárquica na CML?


É claro que nunca iria apoiar algo de ilegal e considero que se tratou de uma irreverência de juventude que não me parece condenável, porque a bandeira retirada foi devolvida e não houve nenhum desrespeito a símbolos nacionais, ao contrário do que disseram as pessoas que reagiram aborrecidas.


Então não aceita que isto seja tratado como um caso de polícia?


Não foi cometido nenhum estrago ou acto violento, portanto não me parece que exista aqui um caso.


Mas tem simpatia por esta iniciativa?


Nos países que prezam a sua história, as bandeiras históricas são todas consideradas com a mesma dignidade e colocadas muitas vezes em conjunto. Nas academias militares de Portugal, Brasil ou Estados Unidos, há esse culto. Faz parte da cultura cívica do povo. Se este episódio serve para despertar a atenção para as bandeiras portuguesas, pode ser um aspecto positivo. Mas claro que não é legal entrar num lugar público e mudar coisas que estejam lá expostas. É uma pequena ilegalidade, não me parece que se possa levantar um grande problema.


Esta acção também significa que a causa monárquica está viva?


A vitalidade do movimento monárquico em Portugal mede-se de outra maneira: por sondagens de opinião pública, pelas cerca de dez mil pessoas na Reais Associações e muitos outros grupos organizados de monárquicos em grupos de actividades diversas. Não têm é expressão eleitoral, no sentido em que os monárquicos que temos no Parlamento estão dispersos por muitos partidos.


Gostava de fazer uma consulta aos portugueses para saber se preferiam ter um rei como chefe de Estado?


Já foi feita, mas não foi divulgada. E tem resultados muito curiosos: 29% dos portugueses acha que um rei seria melhor do que um PR. Mas a maioria não tem opinião. Era bom que os portugueses tivessem liberdade para exprimir-se sobre esse assunto, mas num contexto honesto e não fazendo uma pergunta como a pergunta do aborto, que era totalmente direccionada para votar sim.


Cem anos depois da implantação da República, que balanço faz à situação actual da democracia portuguesa?


O que me preocupa mais é que ao haver 60% de abstenção numas eleições, damos uma importância excessiva a minorias muito militantes. Isto põe em causa o significado da democracia. Se as pessoas não votam por estarem desiludidas com a política, estão a deixar que alguns falem por eles. Se a política é tomada como um campeonato de futebol, em que se vota num partido por ser “o seu”, então não interessam as medidas que se defendem. A democracia não pode resumir-se a colocar um voto numa caixa de quatro em quatro anos. Tem de haver mais participação cívica, opinião, referendos.


Acha que isso acontece pelo descrédito da classe política junto dos eleitores?


Há gente muito boa e decente a fazer política. O problema é a própria instituição da democracia e o sistema em que estamos a viver, que gera esta situação. Temos um excelente Presidente da Republica (PR), deputados muito bons e pessoas muito decentes no governo. Mas não há uma cultura de participação cívica ou de raciocínio lógico.


Como assim?


Surgiu um movimento para as pessoas comprarem produtos portugueses, e acho muito bem. Mas a maioria das pessoas cujo emprego está em risco, que sabem que as empresas estão a fechar ou que a agricultura está a falir, insistem em comprar tudo estrangeiro. Em todo o Estado ou na administração pública não vejo um único carro fabricado em Portugal. Os alfas pendulares foram todos importados de Itália e depois os ministros vêm chorar porque o capitalismo é horroroso e deixa fechar a fábrica da Bombardier? É uma incoerência chocante e revoltante. E os portugueses deviam revoltar-se contra isso. Não faz sentido estarmos a pagar impostos para sustentar indústrias noutros países.


Está preocupado com a crise económica que vivemos e com o défice do país?


Parece-me perfeitamente claro que isto assim não pode continuar. Qualquer família que gaste mais do que aquilo que ganha vai à falência e isso também acontece com os Estados. Nós estamos a endividar os nossos netos, que vão ter de pagar os desperdícios e disparates que estamos a fazer hoje. O povo português ficou contente com a Expo, o CCB ou as auto-estradas em todos os cantos do país, mas essas coisas pagam-se. E depois falha-nos o dinheiro noutras coisas, como no sistema de saúde, que é fraco.


Como é que avalia a justiça portuguesa?


Os deputados fizeram uma legislação que torna muito difícil a aplicação da justiça, por causa dos procedimentos, recursos e picuinhices que empatam a justiça e dificultam o seu exercício. E depois não funciona para ninguém. Nem nos grandes casos nem nos pequenos


Que comentário faz ao caso Freeport?


Nenhum. Não foi julgado, portanto não posso dar opiniões. Não quero ser injusto com ninguém.


Acompanhou a recente polémica sobre as alegadas escutas no Palácio de Belém?


O Presidente da República é uma pessoa de bem sob todos os aspectos, portanto não se deve importar nada que lhe façam escutas.


Mas acha normal que o Palácio de Belém possa estar a ser vigiado?


Depende de quem faça as escutas. Se tivermos um serviço de segurança bom e eficiente – e temos, como se prova por não haver terrorismo em Portugal – é preferível escutas e vigilância a mais do que a menos. Onde as escutas são inconvenientes é quando servem para espiar, por exemplo entre empresas ou indústrias, ou para saber escândalos da vida privada que possam ser utilizados em chantagens. O importante em democracia é que tenhamos confiança nos serviços que suportam a nossa segurança. Não me importo nada que me escutem, porque não tenho nada a esconder. E acho que também deve ser esse o caso do PR. Mas não sei se é escutado ou não. O que acho é que quem tem cargos públicos de responsabilidade deve aceitar que a sua vida seja transparente.

Concorda com a ideia de Ferreira Leite de que o país vive um clima de asfixia e retaliação criado pelo governo?


Não sei dizer. Acho é que há um pouco a tendência dos partidos no poder, sobretudo se tiverem maioria, para acharem que têm o direito a privilégios, lugares e vantagens. Isso é muito perigoso. Devíamos seguir mais o modelo inglês, em que a administração é uma coisa e a política outra: as pessoas competentes que estão na administração ficam, independentemente dos partidos no poder.


Acha que um governo minoritário pode ser prejudicial ao país?


Não. Um governo de coligação é benéfico, no sentido em que se cria uma maior dinâmica de diálogo e participação. Mas o importante é que tem de haver um acordo entre as principais forças políticas para que se tomem as medidas difíceis que têm de ser tomadas. Se não houver esse acordo, os partidos que estiverem no poder não tomam medidas duras com medo de se queimarem eleitoralmente. Se essas medidas forem tomadas por consensos, todos se responsabilizam.


É favorável a um Bloco Central?


Não faz diferença se é Bloco Central ou aliança com os pequenos partidos. Quanto mais forças políticas participarem, mais se pode mobilizar o país para que um governo possa governar a sério. Quanto mais tarde forem tomadas medidas, pior, e se não forem tomadas corre-se o risco de ser uma ditadura a tomar conta do poder para fazer o que é preciso. E falo de uma ditadura que não é necessariamente militar. Se o país entrar em bancarrota, o BCE ou o FMI podem dizer que ajudam a salvar o país, com a condição de nos governarmos de determinada maneira, com uma comissão de gestão estrangeira. E caminhamos para aí: se não fizermos o caminho certo, alguém vai ter de tomar conta de nós.


Que opinião tem sobre os dois principais candidatos a primeiro-ministro?


Nunca tomo posições partidárias. Não posso fazê-lo devido à minha condição de chefe da Casa Real portuguesa.


Não vota nas legislativas?


Voto nas eleições autárquicas, porque é uma democracia mais directa, conheço as pessoas. Votar mas legislativas seria tomar uma posição partidária que não posso tomar.


sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

Comunicado Oficial

Praia, 18h06, dia 21 de Agosto de 2009

Os conjurados informam, que estão todos de bela saúde, contentes com os resultados e o impacto da primeira actividade! O nosso objectivo foi conseguido com glórias, hoje fala-se mais em Monarquia que ontem! Dentro em breve não se vai falar mas querer viver com Ela!

Viva o Rei
Viva Portugal de Azul e Branco!

As Caras da Republica


100 anos de história e NADA!

Para aquele Cargo, não preciso de mais!


Centenário da Republica


Futura e antiga Casa Real Portuguesa

Monarquia Espanhola mais barata que Republica Portguesa

Vamos Mudar?

Se és monárquico e não te queres acomodar ao actual regime, tens boas ideias, vem ajudar os conjurados...
Envia as tuas ideias para:

Bandeiras/Cascais: ConjuradosXXI apelam aos cidadãos para "não terem medo" de ser monárquicos

Cascais, 21 Ago (Lusa) - Os jovens que colocaram bandeiras da Monarquia na Cidadela de Cascais defendem que um rei pode trazer a Portugal "estabilidade" e "orgulho de pertencer à pátria", apelando aos cidadãos para que "não tenham medo" de ser monárquicos.
Lusa
10:26 Sexta-feira, 21 de Ago de 2009

Cascais, 21 Ago (Lusa) - Os jovens que colocaram bandeiras da Monarquia na Cidadela de Cascais defendem que um rei pode trazer a Portugal "estabilidade" e "orgulho de pertencer à pátria", apelando aos cidadãos para que "não tenham medo" de ser monárquicos.
Numa entrevista à Lusa, quatro dos cinco autores do blogue ConjuradosXXI que hastearam uma bandeira azul e branca na porta principal da fortaleza e outras quatro em postes junto da estátua de Dom Carlos, na madrugada de quinta-feira, mostraram-se orgulhosos pela acção e comprometeram-se a continuar a dar voz à sua causa.
"Muitas pessoas têm medo e não assumem que são monárquicos, porque acham que não é possível, que não é concretizável. Quisemos mostrar que é possível ter estas ideologias e fazer estas acções. Não estamos sozinhos, há muita gente em Portugal que que também é monárquico, as pessoas nem têm noção", afirmou um dos jovens.
"Há ideias erradas: se somos monárquicos, vamos andar todos de peruca, ter um grande anel no dedo, andar de coche, mas com certeza há monárquicos na Amadora, em Cascais e em Almada" ,acrescentou um colega, que também preferiu o anonimato.
Apesar de o grupo não se importar de ser filmado ou fotografado de costas, nenhum dos elementos quer dar a cara ou o nome, por acreditarem que podem vir a sofrer "represálias".
Para os ConjuradosXXI, o importante não é identificar os defensores da Monarquia, mas colocar a discussão sobre uma reimplantação do regime "na agenda do dia", até porque nas próprias escolas é ensinado que "o rei era o mau da fita".
"Como todos os regimes e ideologias, tem todos os lados da medalha, mas uma Monarquia traz acima de tudo uma estabilidade, uma serenidade, uma paz que uma República, que é por natureza rotativa e que está mais ligada a facções políticas, a interesses políticos e muitas vezes económicos", explicou um terceiro bloguista.
Segundo o jovem, que lembrou que a ditadura mais longa ocorreu em plena República, a formação de um futuro rei é direccionada desde cedo para "governar e representar a nação, uma pátria a que ele pertence: "O Presidente da República promove-se a uma elite, o rei entrega-se de alma e coração porque foi educado para isso".
A ideia foi corroborada pelo quarto elemento do grupo (o único que subiu à muralha da fortaleza de Cascais), para quem a aprendizagem de funções por um primeiro-ministro ou um presidente da República diminui as suas capacidades de governação se comparado a um rei, que consegue fazer alastrar um "orgulho de pertencer à pátria".
"Em Espanha há o orgulho de pertencer àquela nação, aqui não", lamenta.
A iniciativa de quinta-feira dos ConjuradosXXI requereu, segundo os próprios, uma pequena escada e algum "treino ninja".
Durante a acção, o grupo que aguardava pelo elemento que tinha subido ao forte viu passar dois carros da PSP e um da GNR, mas não chegou a ser abordado.
ROC.
Lusa/fim

quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

Hoje Como Ontem...

Ultima Hora - Publico

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1396997&idCanal=12

Comunicado Oficial

Cascais, 19:32 do dia 20 de Agosto de 2009


Estamos de óptima saúde, agradecemos a todos os que nos apoiaram e aos que não o fizeram, paciência...

VIVA O REI

SIC AVANÇA

Comunicado Oficial

Cascais, 20 de Agosto de 2009

Os conjurados vem por este meio comunicar e desmentir parte da noticia avançada pela TVI, que comunica que existe ligação do "nosso movimento" (Conjurados do sec. XXI) ao movimento 31 da armada.
A nossa ligação a este movimente é uma ligação de valores e de apoio a todo o tipo de actividades Monárquicas.

VIVA O REI!
Os conjurados do sec. XXI

Noticia TVI

E Cascais Acordou Reino de Portugal...

O Pretendente ao Trono e Vasco Pulido Valente

Fiquei espantado pela forma como o Vasco Pulido Valente reagiu à iniciativa do 31 da armada de hastear a bandeira monárquica na varanda da Câmara Municipal de Lisboa. Antes de mais gostava de fazer uma declaração de interesses, eu gosto do VPV, eu leio o VPV e acho que o próprio VPV deu uma enorme contribuição, enquanto historiador, para desmistificar muitos dos mitos da república - na verdade o povo não queria a república, ninguém ouviu o povo sobre o assunto e nunca o partido republicano teve força para ser governo - VPV ajuda-nos a perceber isso nas suas obras. Mais do que isso, VPV é autor da última biografia de Henrique de Paiva Couceiro, o qual apelida de "o herói português". Por estes motivos e muitos outros, merece a minha estima e consideração.
No entanto, gostava de contar uma história ao VPV. Pelo que vou tentar ser breve, pelo menos tão breve como me permite o facto de ter que contar uma história, a um historiador, vejam lá. Não sei se vou ter sucesso - mas pelo menos tentei. Nunca fui um monárquico de meia-tigela.
Algures em Sintra vive uma família. O pai chama-se Duarte, nome herdado de seu pai Duarte Nuno, a mãe chama-se Isabel, têm três filhos, dois rapazes e uma rapariga. O mais velho é o Afonso, depois há o Dinis e por fim a Maria Francisca, nomes tipicamente portugueses.
Duarte nasceu com uma responsabilidade acrescida sobre os ombros, diziam-lhe que era pretendente ao trono, herdeiro da História de um povo, o povo português. Duarte não teve uma infância fácil, nasceu no exílio na Suíça - exilado da república e exilado da ditadura. Os seus padrinhos de nascimento foram o Papa Pio XII e a Rainha D. Amélia, mulher do Rei D. Carlos. Na década de 50 volta a Portugal, estudou em colégios privados e depois no colégio militar. Cumpriu o serviço militar em Angola, tal como muitos outros portugueses, infelizmente alguns lá ficaram.
Ainda antes do 25 de Abril Duarte, tal como muitos jovens da sua geração, apoiou vários movimentos que reclamavam a autodeterminação das colónias. Mais tarde, já em liberdade, foi um activista decisivo, e de reconhecido mérito, na campanha Timor 87. Enquanto ser humano teve a oportunidade de privar e ter como amigos importantes figuras, de todas as áreas e espectros políticos, importantes para Portugal. Duarte dedicou a sua vida a ser uma pessoa séria e coerente.
Vivemos actualmente num país em que o Primeiro-Ministro mandou fechar a faculdade onde andou, o mesmo Primeiro-Ministro que é investigado pelas autoridades inglesas num escândalo sobre corrupção. O Presidente da República também já foi Primeiro-Ministro, e teve como seu Ministro um ex-banqueiro que agora está preso e nesse mesmo banco, um outro Ministro havia, que está a ser investigado e que o Presidente da República colocou como Conselheiro de Estado. Isto é a república, supostamente investida de poderes equalitários e de ética, a chamada ética republicana.
É preciso lembrar que igualdade é o chefe de estado ser o primeiro entre os iguais, ser o verdadeiro árbitro e moderador do sistema, independente e imparcial - ser do povo, pelo povo e de todo o povo. Cavaco Silva foi eleito por cerca de dois milhões e setessentos mil portugueses - somos cerca de dez milhões.
Quando o VPV diz que é preciso um pretendente está errado. O pretendente existe e vive como qualquer português médio, em Sintra, com a família - estudou, esteve na tropa e até foi à guerra. Leu, informou-se e tem opiniões políticas. Mas mais do que isso tem uma enorme vantagem relativamente aos políticos, classe à qual nunca ambicionou pertencer, é sério e é reconhecido por isso. Como Chefe de Estado seria imparcial, sem ter que fazer favores às empresas que lhe deram emprego, ao partido que o ajudou a eleger, aos comentadores políticos que o bajularam e aos grupos económicos que pagaram a sua campanha.
Como um amigo me disse ontem, "o sistema democrático estará sempre seguro, nem que para isso tenhamos que ir às três da manhã entregar uma coroa a uma criança em Sintra". Pois é, D. Duarte de Bragança tem um filho.


João Gomes de Almeida in Amor em Tempos de Blogosfera

quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Viva Portugal, Viva o Rei!

Missão Cumprida

Portugueses,
Daqui posto de comando Conjurados XXI. Depois de Lisboa, Cascais proclama a MONARQUIA!
Às 04:o0 da madrugada a Cidadela de Cascais capitulou, não sendo oferecida resistência, imediatamente, se deram VIVAS AO REI e á NAÇÃO! Cinco Bandeiras do Reino orgulhosamente desfraldadas, marcaram o feliz histórico momento!

Orgulho Portugueses, Portugal é grande outra vez!!

Viva Portugal, Viva o Rei!

CIDADELA DE CASCAIS: Esta Madrugada

Comunicado


Portugueses,

Hoje, dia 20 de Agosto, decorrerá uma acção na qual um grupo de Monárquicos se reúne para re-implantar a Monarquia Portuguesa.

Às 05:00 da madrugada, enviaremos um próximo comunicado.

Saudações Monárquicas, VIVA O REI!

Os Conjurados